Posts tagged ‘análise gráfica’

Análise Fundamentalista e Análise Gráfica ajudam a fazer os melhores investimentos

Uma das maiores qualidades dos bom investidor de bolsas de valores é detectar as tendências do mercado e estar atento às oportunidades de investimento, visualizar antecipadamente as tendências do mercado e da sociedade para poder projetar como poderá se comportar a economia nos próximos anos e décadas e assim escolher as melhores ações para investir. Quem souber fazer essa leitura de projeção do futuro tem muito mais chances de comprar ações muito baratas hoje para vender bem mais caro lá na frente, projetando ganhos a longo prazo, o que deveria ser a regra de quem investe na bolsa.

E, no caso do Brasil, em que há muitas mudanças significativas acontecendo, é ainda mais importante tentar fazer essa leitura.

A análise fundamentalista visa mostrar as causas do comportamento de certos valores e índices.

A análise gráfica, também conhecida como técnica, por sua vez, demonstra como foi o comportamento dos preços. A análise fundamentalista indica as ações nas quais investir e a análise gráfica, o momento mais adequado ao investimento.

Diferentemente da análise fundamentalista, a análise técnica não considera importantes aspectos internos da empresa estudada, como pay-out, lucro etc, mas sim o comportamento dos preços da ação no mercado, ou seja, a participação dos investidores (a “massa”) e sua influência na formação do preço dos ativos. A principal informação para a análise técnica é o histórico de preços, pois se baseia no princípio de que se podem prever suas tendências futuras com base no comportamento passado. Assim, de acordo com a escola técnica, existem séries preços no mercado e estes apresentam padrões perceptíveis, competindo ao analista identificar tais tendências e fazer sua interpretação a respeito.

Para entender melhor sobre fazer uma boa análise técnica de ações, conheça o curso Análise Gráfica e Estratégias do EnsinaInvest, que mesmo já tendo iniciado ontem pode ser contratado a qualquer tempo, pois as aulas que já ocorreram podem ser acessadas no site.

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janeiro 11, 2011 at 4:53 pm Deixe um comentário

Mesmo simples, códigos de opções podem levar investidor a erros

Julia Ramos M. Leite, de Infomoney

Ao se deparar com o código USIML51, o investidor pode, facilmente, concluir que se trata de uma opção de compra das ações preferenciais da Usiminas (USIM5), com vencimento em dezembro e preço de exercício de R$ 51,00.

Apesar de parecer lógica, a conclusão está errada – e pode claramente acarretar em prejuízos para o investidor. Hugo Azevedo, superintendente da área de estratégia de investimentos da corretora Santander e autor do livro “ Investimentos em opções sobre ações no Brasil – Teoria e Prática”, explica que há quatro principais erros decorrentes da interpretação errônea dos códigos de opções.

As letras
Primeiramente, é preciso entender como é formado o código de uma opção. Basicamente, o código é composto por cinco letras e dois algarismos – como no exemplo inicial, USIML51.

As quatro primeiras letras – USIM – indicam a ação a qual a opção se refere. Aí pode surgir o primeiro problema: afinal, a Usiminas tem ações preferenciais e ordinárias (USIM3) negociadas na bolsa, assim como a Petrobras (PETR3, PETR4) e a Vale (VALE3, VALE5).

Apesar de a opção geralmente se referir a ação com mais liquidez – nesse caso, a preferencial -, a dedução não deve ser feita sem a checagem do ativo ao qual a opção se refere.

A letra seguinte, “L”, representa o tipo de opção – compra ou venda – e sua data de vencimento. As letras seguem uma regra da Bovespa (veja tabela abaixo) o L do exemplo mostra que esta é uma opção de compra, com vencimento em dezembro. Vale lembrar que o vencimento de opções se dá, geralmente, na terceira segunda-feira do mês em questão – nesse caso, essa data seria 20 de dezembro.

Os números
Apesar da possibilidade de erro com as letras do código, Azevedo destaca que o maior problema de todos é com os números, que são representativos do preço de exercício.

“No caso da USILK51, há poucas semanas a Usiminas sofreu o que chamamos de split – o preço dela foi dividido por dois porque para cada ação que você tinha você passou a ter duas ações”, explica Azevedo.

Assim, os 51 do código, que eram equivalentes a R$ 51,00, seriam divididos por dois e atualmente valeriam R$ 25,50, certo? Errado. “O exercício dela hoje é R$ 25,29, e não os R$ 25,50 teóricos porque a Usiminas distribuiu proventos, e eles são ajustados no preço de exercício”, ressalta o superintendente de estratégia da Corretora Santander.

“Se for um dividendo, 100% do dividendo é tirado do preço do exercício, mas se forem juros sobre o capital próprio, apenas 85% do valor do JCP bruto é retirado do preço de exercício”, afirma.

“Os algarismos podem confundir bastante o investidor, que pode pensar que está operando um determinado preço de exercício, que na verdade pode ser completamente diferente. Esse erro é bastante comum, e pode causar prejuízos”, diz Azevedo.

EUA ou Europa?
Outra possível dúvida que pode surgir é se aquela é uma opção americana ou européia. A diferença entre as duas é que o comprador de uma opção europeia pode exercê-la somente na data do seu vencimento, enquanto o investidor que adquiriu uma opção americana tem o direito de exercê-la até a data de vencimento – ou seja, em qualquer período de tempo compreendido entre a compra da opção e o prazo de vencimento.

“Pelo código, não tem como saber. Em alguns home brokers há um asterisco diferenciando, mas o código da bolsa é o mesmo. O investidor tem que checar”, aponta Azevedo.

Ele lembra que, para investidores mais experientes, esses erros não são comuns. “Isso não gera problemas recorrentes, porque as pessoas que estão acostumadas já sabem desses potenciais problemas e sempre estão se resguardando. Mas é um problema real para os novos entrantes no mercado de opções”, diz.

Ações ou opções?
Já Leonel Molero Pereira, professor de finanças do Insper e da FIA, aponta outro tipo de erro que pode ser cometido com os códigos de opções: o completo desconhecimento de que aquilo era uma opção.

“Já vi pessoas que se confundiram pensando que a opção era um ativo, como um unit – que também tem códigos meio complicados, diferentes”, diz o professor. Isso acontece, segundo ele, porque o investidor consegue comprar opções via home broker, da mesma forma que compra ações. “A pessoa olha o código da opção – como VALEK48, por exemplo – e pensa que é um ativo, não um derivativo”, explica.

Segundo Pereira, a confusão pode acontecer pela coincidência de se negociar os produtos no mesmo sistema, na maioria das vezes sem restrições às operações, como exigência de depósito de margem para opções, por exemplo.

O que pode agravar ainda mais esse tipo de erro, diz ele, é a grande volatilidade do mercado de opções. “Se a ação da Vale sobe 1%, a opção sobe 15%, 20%. Às vezes a pessoa não olha o histórico, olha a movimentação de um dia só, ou dos três últimos dias, fica impressionada com o retorno e compra, sem saber que aquilo é uma opção”.

O risco, nesse caso, é a movimentação do lado contrário – afinal, caso a ação caia 1% ao invés de subir, a tendência é que a opção também caia 15% ou 20%. “Aí vira pó e a pessoa não sabe por que”, resume Pereira.

Informação, informação, informação
Apesar de divergirem sobre os erros mais comuns relacionados aos códigos de opções, Pereira e Azevedo concordam quanto à solução: informação, informação, informação. “A recomendação é: informe-se antes de comprar, e não olhe só a rentabilidade. Vá atrás de informações sobre o que você está comprando”, frisa o professor. “Isso vale, claro, para qualquer ativo, não só opções”.

Da mesma forma, o superintendente de estratégia da corretora lembra que é de responsabilidade do investidor saber o que ele está operando – por isso, erros como os mencionados não podem ser consertados.

“Eu acho que não é um erro reversível, porque é de responsabilidade do investidor saber o que ele está operando, em que ele está dando a ordem. Se é via home broker, é uma informação que está disponível no sistema. Se ele está operando através de mesa, ele tem que confirmar com o operador”, explica.

novembro 18, 2010 at 1:41 pm Deixe um comentário

Análise gráfica: pivô de alta em ELET3 e BISA3 nesta quarta-feira

A análise gráfica das ações ELET3 e BISA3 nos mostram a confirmação de pivôs de alta secundários, sinalizando a continuidade da tendência de alta e indicando compra. Vejamos os gráficos das duas ações:

ELET3 diário

BISA3 diário

Analista Responsável
André Ruz Neves. Graduado em Ciências Sociais e Mestre em Sociologia, ambos pela USP, agente autônomo de investimentos, analista e consultor de valores mobiliários credenciado pela CVM. Possui a Certificação profissional ANBIMA, série 20 (CPA-20) e o Certificado Nacional do Profissional de Investimentos – Analista Técnico (CNPI-T) da APIMEC. (mais…)

outubro 13, 2010 at 12:32 pm Deixe um comentário

Análise técnica: Índice Bovespa e ações sinalizam continuidade da alta nesta quarta-feira

A análise técnica do Índice Bovespa (IBOV) e das ações FHER3, AMIL3, PDGR3, LREN3 mostra que o mercado de ações da bolsa de valores deve continuar o movimento de alta. Vejamos a análise técnica dessas ações:

O Ibovespa rompeu a última resistência que separava os preços da máxima do ano e agora deve testá-la. O rompimento da máxima do ano deve levar os preços em direção à máxima histórica do índice em 73.920 pts.

A FHER3 rompeu sua linha de tendência de baixa (LTB) e a máxima anterior confirmando um pivô de alta primário que deve levar os preços a um teste na zona de resistência em R$ 8,30.

A AMIL3 após romper o triângulo simétrico superou a última resistência antes da sua máxima histórica, que agora deve ser testada.

A PDGR3 rompeu a máxima histórica confirmando um pivô de alta secundário e agora deve seguir em direção à linha superior do canal de alta.

A LREN3 rompeu importante zona de resistência junto à máxima histórica e deve seguir seu movimento altista.

Analista Responsável
André Ruz Neves. Graduado em Ciências Sociais e Mestre em Sociologia, ambos pela USP, agente autônomo de investimentos, analista e consultor de valores mobiliários credenciado pela CVM. Possui a Certificação profissional ANBIMA, série 20 (CPA-20) e o Certificado Nacional do Profissional de Investimentos – Analista Técnico (CNPI-T) da APIMEC. (mais…)

outubro 6, 2010 at 4:30 pm Deixe um comentário

Análise gráfica: ações com pivô de alta nesta terça-feira

A análise gráfica das ações VIVO4, ELET3, BRFS3, CESP6, ALLL11, GFSA3 mostra que muitas ações estão confirmando pivôs de alta e indicando compra. Vejamos a análise gráfica dessas ações:

VIVO4 diário

ELET3 diário

BRFS3 diário

CESP6 diário

ALLL11 diário

GFSA3 diário

Analista Responsável
André Ruz Neves. Graduado em Ciências Sociais e Mestre em Sociologia, ambos pela USP, agente autônomo de investimentos, analista e consultor de valores mobiliários credenciado pela CVM. Possui a Certificação profissional ANBIMA, série 20 (CPA-20) e o Certificado Nacional do Profissional de Investimentos – Analista Técnico (CNPI-T) da APIMEC. (mais…)

outubro 5, 2010 at 4:34 pm Deixe um comentário

Análise gráfica: ações rompendo resistências e indicando compra nesta quarta-feira

A análise gráfica das ações USIM5, FFTL4, LOGN3, BEEF3, BICB4, HBOR3 mostra que muitas ações estão rompendo resistências importantes e dando continuidade a seus movimentos de alta ao indicarem compra. A SUZB5 testou sua linha de tendência de alta e deve continuar seu movimento altista. Vejamos a análise gráfica dessas ações:

USIM5 diário

FFTL4 diário

LOGN3 diário

BEEF3 diário

BICB4 diário

HBOR3 diário

SUZB5 diário

Analista Responsável
André Ruz Neves. Graduado em Ciências Sociais e Mestre em Sociologia, ambos pela USP, agente autônomo de investimentos, analista e consultor de valores mobiliários credenciado pela CVM. Possui a Certificação profissional ANBIMA, série 20 (CPA-20) e o Certificado Nacional do Profissional de Investimentos – Analista Técnico (CNPI-T) da APIMEC. (mais…)

setembro 29, 2010 at 4:16 pm Deixe um comentário

Análise gráfica: ações indicando compra nesta terça-feira

A análise gráfica das ações TERI3, ETER3, HGTX3 e INPR3 mostra que muitas ações estão dando continuidade a seus movimentos de alta ao indicarem compra. Vejamos a análise gráfica dessas ações:

TERI3 está testando sua linha de tendência de baixa (LTB) de curto prazo, cujo rompimento indicará compra e um teste na máxima em R$ 4,74.

ETER3 rompeu sua linha de tendência de baixa (LTB) de curto prazo e deve buscar a máxima mais recente em R$ 9,50.

HGTX3 rompeu sua máxima histórica confirmando um pivô de alta secundário, que deve levar os preços a um teste na linha superior do canal de alta de curto prazo.

INPR3 testou, sem romper, sua linha de tendência de alta (LTA) e deve retomar a tendência de alta em busca da máxima anterior em R$ 3,19.

Analista Responsável
André Ruz Neves. Graduado em Ciências Sociais e Mestre em Sociologia, ambos pela USP, agente autônomo de investimentos, analista e consultor de valores mobiliários credenciado pela CVM. Possui a Certificação profissional ANBIMA, série 20 (CPA-20) e o Certificado Nacional do Profissional de Investimentos – Analista Técnico (CNPI-T) da APIMEC. (mais…)

setembro 28, 2010 at 4:28 pm Deixe um comentário

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