Posts tagged ‘fundos de investimentos’

Bolsa estuda novos fundos de índices de ações com investimento inicial menor

Os investidores que querem diversificar aplicações ou mesmo novatos que pensam em investir na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) sem correr tantos riscos, vão ter novas opções nos próximos meses. A BM&F Bovespa está estudando o lançamento de seis novos fundos de índices de ações – os chamados ETFs, do inglês Exchange Traded Funds. São aplicações que replicam a carteira de índices, como o Ibovespa, referência da Bolsa. Entre os fundos em estudo estão  de dividendos,  infraestrutura, utilidades (saneamento, energia elétrica e telefonia), sustentabilidade empresarial (ISE) e de governança corporativa (IGC).

Segundo especialistas, os fundos são uma opção mais barata para quem quer investir em setores ou diversificar investimento. Uma cota de um ETF custa  menos que mil reais.  O lote padrão dos fundos foi reduzido de cem cotas (mesmo tamanho do mercado de ações) para dez. O investidor desembolsava R$ 6.900 para ingressar no fundo indexado ao Ibovespa (BOVA11). Com a mudança a partir de agora basta R$ 690, por exemplo.

Para comprar uma cota, o investidor deve estar cadastrado em uma corretora. Os mesmos tipos de ordens de compra e venda podem ser emitidos pela internet, através do home broker (sistema de compra e venda eletrônica de ações), com o código do fundo.

O fundo  representa todas as ações do índice que ele replica. Se esse índice subir, a cota sobe. Se recuar, idem.

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outubro 8, 2010 at 5:50 pm Deixe um comentário

O bê-á-bá da capitalização da Petrobras

A Petrobras vai promover a maior operação de capitalização já registrada. Uma transação desse tamanho, claro, levanta muitas dúvidas.

Veja abaixo as principais questões relacionadas ao negócio.

Por Rodrigo Caetano

O que é capitalização de uma empresa?
Trata-se do aumento do patrimônio de uma empresa por meio de aportes feitos pelos sócios ou investidores. Pode ser feita, basicamente, de duas formas: com a venda de ações ou com a venda de parte da empresa para um novo investidor.

Por que a Petrobras precisa se capitalizar?
São dois os motivos: primeiro, ela precisa de dinheiro para colocar em prática seu ousado plano de negócios, que prevê investimentos de US$ 224 bilhões até 2014. O outro motivo é seu nível de endividamento. Atualmente, as agências de classificação de risco atribuem à Petrobras o grau de investimento, permitindo que ela receba investimentos de grandes fundos internacionais. Caso a empresa ultrapasse o limite de 35% de endividamento (relação entre as dívidas e o patrimônio), poderá perder essa classificação. Aumentando seu capital, a Petrobras pode contrair mais dívidas sem colocar em risco o grau de investimento.

Existem alternativas à capitalização? Por que a Petrobras optou por ela?
A melhor alternativa para a Petrobras cumprir seu plano de investimentos é mesmo se capitalizar. Só assim a empresa vai conseguir os recursos que necessita. O que pode ser questionada é a forma que o seu controlador, no caso o governo brasileiro, escolheu para fazer isso. No caso, o governo vai ceder cerca de 5 bilhões de barris de petróleo a serem extraídos das futuras reservas do pré-sal para capitalizar a empresa. Uma alternativa seria, em vez de ceder os barris, fazer uma licitação para a exploração de alguns poços do pré-sal com outras empresas e utilizar este dinheiro para capitalizar a Petrobras.

Quando as ações começarão a ser negociadas?
Na Bovespa, o início da negociação dos papéis da oferta será em 27 de setembro.

Qual o volume esperado para a capitalização?
Com base no valor de fechamento da ação da Petrobras no dia 2 de setembro, quando foi divulgado o prospecto da oferta, R$ 111,67 bilhões. Mas pode chegar a R$ 150 bilhões, o seu teto.

O volume projetado para a oferta pode mudar até que a capitalização efetivamente ocorra?
Sim. O volume vai depender do preço por ação a ser definido e pelo interesse dos investidores.

O valor total definitivo da oferta vai ser conhecido quando?
O valor total será conhecido quando for fixado o preço por ação, que deve ocorrer após o dia 23 de setembro.

Esse valor pode chegar a quanto?
Estima-se que, se a demanda dos minoritários, do varejo e de investidores for alta, e também se o governo decidir ficar com todas as sobras, o valor total pode chegar a algo em torno de R$ 150 bilhões. Mas isso é uma estimativa. O governo e o BNDESPar manifestaram a intenção de, em conjunto, subscrever R$ 74,807 bilhões, sem limite de preço por ação. O restante virá dos outros interessados na compra das ações.

Como vai ser formado o preço da ação da Petrobras a ser comprada pelos investidores que participarão da oferta?
O preço por ação terá como parâmetro a cotação de fechamento das ações da Petrobras na BM&FBovespa e das American Depositary Shares (ADS) da empresa na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), na data de fixação do preço por ação.

O que é o chamado ‘bookbuilding’?
É o procedimento de coleta de intenções de investimentos entre aqueles que podem participar da capitalização.

Quando sairá esse preço?
O bookbuilding se dará entre os dias 3 e 23 de setembro. O preço por ação será conhecido após o procedimento de coleta de intenções de investimentos.

Como o governo vai participar dessa oferta?
O governo vai participar por meio da cessão onerosa de 5 bilhões de barris de petróleo das futuras reservas do pré-sal. Ou seja, o investimento do governo não vai representar dinheiro imediato no caixa da empresa.

A fatia que o governo tem na Petrobras é de quanto e pode chegar até quanto?
Hoje, a união possui 32% do capital total da empresa e 55,6% das ações com direito a voto. O objetivo do governo é aumentar sua participação total, para algo entre 40% e até 60%.

O governo quer aumentar sua fatia na Petrobras? Por que?
Sim. O objetivo, segundo o governo, é ter maior controle sobre as reservas de petróleo brasileiras, especialmente em relação ao pré-sal.

Por que o preço médio do barril, de US$ 8,51, ficou muito abaixo da cotação do barril no mercado internacional?
Porque o preço leva em consideração os custos de extração desse petróleo além do risco do negócio. O preço do barril no mercado internacional refere-se ao petróleo já extraído, pronto para o uso. No caso da capitalização, ainda não se sabe com certeza nem a qualidade do petróleo que será extraído.

Por que o preço do barril foi considerado um dos pontos mais polêmicos nas negociações que antecederam a capitalização?
Quanto maior fosse o valor do barril, pior seria para a Petrobras, pois não entraria dinheiro imediato no caixa. Como a participação do governo será por meio da cessão de barris, a única forma de entrar dinheiro será por meio dos minoritários. Com o valor do barril muito alto, os minoritários teriam dificuldade de acompanhar o governo na capitalização e acabariam com sua participação diluída. Para a União, no entanto, quanto maior o valor do barril, mais poder de fogo.

É justo que o governo aumente sua participação na Petrobras vendendo barris de petróleo a ela, enquanto o investidor tem de entrar na operação com dinheiro?
A questão é polêmica. O governo justifica a operação dizendo que terá mais controle sobre as reservas de petróleo do país. Por outro lado, essas mesmas reservas, como destaca o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, pertencem a todos os brasileiros. Na prática, o governo está transferindo algo público para as mãos de capital privado, uma vez que a Petrobras é uma empresa de capital aberto.

Fonte: ISTOÉ Dinheiro

setembro 13, 2010 at 7:50 pm Deixe um comentário

Ações: investimento indicado para formação de patrimônio

Ações como investimento a longo prazo

Ações como investimento a longo prazo

Neste momento de “crise” algumas verdades mudam, pelo menos temporariamente. O que hoje é realidade, amanhã pode ser diferente. Mas alguns conceitos servem para todos momentos, tanto d alta como de baixa, quando falamos em investimentos em ações.

Embora o folclore do mercado destaque casos de investidores que tiveram grandes ganhos no curto prazo na bolsa, não deve ser esta a expectativa de quem decide investir em ações.

O princípio básico é que, por ser um investimento de renda variável, o investidor nunca deve comprometer na aquisição de ações recursos que serão necessários para despesas de primeira necessidade ou gastos imediatos. O mais recomendado é que o investidor diversifique os investimentos entre várias opções de poupança. E dedique ao mercado de ações aquela parcela de recursos sobre a qual tenha uma perspectiva de retorno de médio e longo prazos.

É importante também que o investidor seja bem assessorado ao decidir suas aplicações. Ou que tenha bons conhecimentos e esteja sempre atualizado. Acompanhar o noticiário econômico, seguir as publicações legais das companhias, acessar informações específicas requerem esforço.

As Corretoras e outros intermediários financeiros dispõem de profissionais voltados à análise de mercado, de setores e de companhias, e com eles o investidor poderá se informar sobre o momento certo de comprar e vender determinadas ações para obter melhores resultados.

O investidor pode ainda buscar orientação sobre formas coletivas de investimento, como clubes e fundos de investimento, sob a administração de instituições e intermediários financeiros.

Mas seja qual for a forma como vai investir, é semrpe muito importante que o investidor (principalmente o iniciante) busque o máximo de conhecimentos, como ler livros, assistir palestras e fazer cursos sobre investimentos em ações.

Mas definitivamente, não importa a forma pela qual se invista, se individual ou coletivamente, se assessorado ou por sua conta. O importante é saber que a ação é, principalmente, uma alternativa de formação de patrimônio.

outubro 31, 2008 at 4:06 pm Deixe um comentário


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