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Ações da Petrobras puxaram a queda da Bolsa nesta quinta

As ações da Petrobras puxaram a queda da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) pelo segundo dia seguido nesta quinta-feira.

Dois relatórios de bancos que reduziram as recomendações para os papéis da companhia esta semana contribuem para a queda. Fontes do mercado também atribuem o recuo a rumores de irregularidades com negócios da estatal. Analistas apontam ainda que a Bolsa sofre com o excesso de ações da Petrobras, após a capitalização.

– Não tem comprador para tanto papel no mercado. Todo mundo aderiu fortemente à oferta da Petrobras, ampliando a participação da empresa na carteira. É a regra da oferta e da demanda – afirma o chefe da mesa da HSBC Corretora, Frederico Soares.

Petrobras ON (ordinária, com direito a voto) chegou a cair 5,48%, mas fechou em queda menos acentuada, de 2,98%, a R$ 28,31. Petrobras PN (preferencial, sem direito a voto) perdeu 2,16%, para R$ 25,30, depois de uma queda de até 4,71%.

outubro 7, 2010 at 9:28 pm Deixe um comentário

O bê-á-bá da capitalização da Petrobras

A Petrobras vai promover a maior operação de capitalização já registrada. Uma transação desse tamanho, claro, levanta muitas dúvidas.

Veja abaixo as principais questões relacionadas ao negócio.

Por Rodrigo Caetano

O que é capitalização de uma empresa?
Trata-se do aumento do patrimônio de uma empresa por meio de aportes feitos pelos sócios ou investidores. Pode ser feita, basicamente, de duas formas: com a venda de ações ou com a venda de parte da empresa para um novo investidor.

Por que a Petrobras precisa se capitalizar?
São dois os motivos: primeiro, ela precisa de dinheiro para colocar em prática seu ousado plano de negócios, que prevê investimentos de US$ 224 bilhões até 2014. O outro motivo é seu nível de endividamento. Atualmente, as agências de classificação de risco atribuem à Petrobras o grau de investimento, permitindo que ela receba investimentos de grandes fundos internacionais. Caso a empresa ultrapasse o limite de 35% de endividamento (relação entre as dívidas e o patrimônio), poderá perder essa classificação. Aumentando seu capital, a Petrobras pode contrair mais dívidas sem colocar em risco o grau de investimento.

Existem alternativas à capitalização? Por que a Petrobras optou por ela?
A melhor alternativa para a Petrobras cumprir seu plano de investimentos é mesmo se capitalizar. Só assim a empresa vai conseguir os recursos que necessita. O que pode ser questionada é a forma que o seu controlador, no caso o governo brasileiro, escolheu para fazer isso. No caso, o governo vai ceder cerca de 5 bilhões de barris de petróleo a serem extraídos das futuras reservas do pré-sal para capitalizar a empresa. Uma alternativa seria, em vez de ceder os barris, fazer uma licitação para a exploração de alguns poços do pré-sal com outras empresas e utilizar este dinheiro para capitalizar a Petrobras.

Quando as ações começarão a ser negociadas?
Na Bovespa, o início da negociação dos papéis da oferta será em 27 de setembro.

Qual o volume esperado para a capitalização?
Com base no valor de fechamento da ação da Petrobras no dia 2 de setembro, quando foi divulgado o prospecto da oferta, R$ 111,67 bilhões. Mas pode chegar a R$ 150 bilhões, o seu teto.

O volume projetado para a oferta pode mudar até que a capitalização efetivamente ocorra?
Sim. O volume vai depender do preço por ação a ser definido e pelo interesse dos investidores.

O valor total definitivo da oferta vai ser conhecido quando?
O valor total será conhecido quando for fixado o preço por ação, que deve ocorrer após o dia 23 de setembro.

Esse valor pode chegar a quanto?
Estima-se que, se a demanda dos minoritários, do varejo e de investidores for alta, e também se o governo decidir ficar com todas as sobras, o valor total pode chegar a algo em torno de R$ 150 bilhões. Mas isso é uma estimativa. O governo e o BNDESPar manifestaram a intenção de, em conjunto, subscrever R$ 74,807 bilhões, sem limite de preço por ação. O restante virá dos outros interessados na compra das ações.

Como vai ser formado o preço da ação da Petrobras a ser comprada pelos investidores que participarão da oferta?
O preço por ação terá como parâmetro a cotação de fechamento das ações da Petrobras na BM&FBovespa e das American Depositary Shares (ADS) da empresa na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), na data de fixação do preço por ação.

O que é o chamado ‘bookbuilding’?
É o procedimento de coleta de intenções de investimentos entre aqueles que podem participar da capitalização.

Quando sairá esse preço?
O bookbuilding se dará entre os dias 3 e 23 de setembro. O preço por ação será conhecido após o procedimento de coleta de intenções de investimentos.

Como o governo vai participar dessa oferta?
O governo vai participar por meio da cessão onerosa de 5 bilhões de barris de petróleo das futuras reservas do pré-sal. Ou seja, o investimento do governo não vai representar dinheiro imediato no caixa da empresa.

A fatia que o governo tem na Petrobras é de quanto e pode chegar até quanto?
Hoje, a união possui 32% do capital total da empresa e 55,6% das ações com direito a voto. O objetivo do governo é aumentar sua participação total, para algo entre 40% e até 60%.

O governo quer aumentar sua fatia na Petrobras? Por que?
Sim. O objetivo, segundo o governo, é ter maior controle sobre as reservas de petróleo brasileiras, especialmente em relação ao pré-sal.

Por que o preço médio do barril, de US$ 8,51, ficou muito abaixo da cotação do barril no mercado internacional?
Porque o preço leva em consideração os custos de extração desse petróleo além do risco do negócio. O preço do barril no mercado internacional refere-se ao petróleo já extraído, pronto para o uso. No caso da capitalização, ainda não se sabe com certeza nem a qualidade do petróleo que será extraído.

Por que o preço do barril foi considerado um dos pontos mais polêmicos nas negociações que antecederam a capitalização?
Quanto maior fosse o valor do barril, pior seria para a Petrobras, pois não entraria dinheiro imediato no caixa. Como a participação do governo será por meio da cessão de barris, a única forma de entrar dinheiro será por meio dos minoritários. Com o valor do barril muito alto, os minoritários teriam dificuldade de acompanhar o governo na capitalização e acabariam com sua participação diluída. Para a União, no entanto, quanto maior o valor do barril, mais poder de fogo.

É justo que o governo aumente sua participação na Petrobras vendendo barris de petróleo a ela, enquanto o investidor tem de entrar na operação com dinheiro?
A questão é polêmica. O governo justifica a operação dizendo que terá mais controle sobre as reservas de petróleo do país. Por outro lado, essas mesmas reservas, como destaca o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, pertencem a todos os brasileiros. Na prática, o governo está transferindo algo público para as mãos de capital privado, uma vez que a Petrobras é uma empresa de capital aberto.

Fonte: ISTOÉ Dinheiro

setembro 13, 2010 at 7:50 pm Deixe um comentário

Gradual divulga carteira semanal com onze ativos com potencial de valorização

A carteira semanal da corretora Gradual para o período de 5 a 12 de novembro traz onze recomendações de papéis que, segundo os analistas, trazem boas oportunidades de valorização.
A A corretora ressalta que a alta expressiva dos últimos pregões nada mais foi do que uma correção parcial das distorções das cotações e que tal movimento deve ser catalisado por eventos como a fusão entre Itaú e Unibanco.

Para seus analistas, a união dos dois bancos “certamente colocará o setor financeiro brasileiro em uma nova dinâmica”.

“Buscamos na carteira recomendada desta semana prosseguir capturando a recuperação de vários papéis em relação às perdas acumuladas frente aos respectivos fundamentos”, afirmaram.

Dentre as alterações, destaque para a troca das ações preferenciais do Bradesco pelas da Itaúsa e a inclusão de Bicbanco na carteira. A participação do setor de energia foi diminuída e a da Petrobas subiu.

Confira as favoritas

Empresa Código Preço alvo Upside* Peso
Petrobras PETR4 R$ 54,00 115% 10%
Vale VALE5 R$ 56,40 103% 10%
Usiminas USIM5 R$ 95,00 231% 20%
Cemig CMIG3 R$ 48,00 94% 10%
Itaúsa ITSA4 R$ 14,00 60% 10%
WEG WEGE3 R$ 27,00 99% 5%
AES Tietê GETI4 R$ 20,90 57% 5%
Redecard RDCD3 R$ 37,50 51% 10%
Bicbanco BICB4 R$ 12,40 337% 10%
BM&F Bovespa BVMF3 R$ 15,50 130% 5%
MRV MRVE3 R$ 45,20 260% 5%

*Potencial de valorização com base no fechamento de 4 de novembro

Por que as recomendações?

  • Petrobras PN
    A corretora manteve sua recomendação de compra com base na forte liquidez do papel e por entender que a cotação atual da ação não reflete os fundamentos da empresa. Também é destacado o fato de a Petrobras ter batido recorde de exportação no mês de outubro.
  • Vale PNA
    A Gradual entende que a queda das ações da Vale excede a revisão para baixo dos indicadores do setor de mineração para os próximos anos. Para ela, o resultado da Vale no terceiro trimestre foi bem acima do consenso de mercado e reforçou sua análise.
  • Usiminas PNA
    A Gradual deu destaque ao fato de que a empresa apresenta resultados operacionais bem regulares, com forte e estável geração de caixa: “em nenhum exercício desde 1999, a margem Ebitda da companhia ficou abaixo de 31%, mesmo nos momentos adversos do mercado de aços planos”.
  • Redecard ON
    Os analistas ressaltam que a empresa tem uma política de dividendos atrativa. Além disso, o potencial de crescimento de aceitação de cartões e a tese de substituição de papel moeda por meios eletrônicos de pagamento proporcionam à empresa, segundo a equipe, uma posição mais confortável que outros setores em um ambiente de retração de atividade econômica.
  • Itaúsa PN
    A fusão entre Itaú e Unibanco é ressaltada pela corretora, que acredita que o conglomerado financeiro resultante terá condições de se tornar o primeiro player global brasileiro do setor financeiro por causa de seu porte, unido com eficiência operacional e sólida base tecnológica desenvolvida.
  • WEG ON
    Mesmo com a recente valorização do dólar frente ao real, os analistas observaram que a empresa ainda apresentou crescimento na receita e bons indicadores operacionais. Segundo eles, a receita e os custos em moeda estrangeira, hedge natural da empresa, devem favorecê-la durante o período de incerteza em relação ao câmbio.
  • Bicbanco PN
    A Gradual destaca que o Bicbanco é a principal recomendação de compra entre bancos de médio porte. Isso devido a uma trajetória de crescimento orgânico, bom nível de capitalização, sólidos indicadores de qualidade de carteira de crédito e eficiência de custos, além de bons indicadores de liquidez e rentabilidade.
  • BM&F Bovespa ON
    A Gradual observa que a BM&F Bovespa é uma das maiores bolsas mundiais e pode se beneficiar com a perspectiva de concentração e consolidação do setor, sendo centro de liquidez para as ações de empresas latino-americanas.
  • Cemig ON
    Os analistas destacam que a troca dos ativos preferenciais pelos ordinários da Cemig foi por causa do desconto do primeiro em relação ao segundo, lembrando que ambos pagam o mesmo dividendo e que o gap entre as cotações não ultrapassa 10%.
  • AES Tietê PN
    Segundo a Gradual, a empresa possui grande estabilidade de receita, visto que toda energia assegurada é contratada com a Eletropaulo, através de um contrato de compra e venda de energia de longo prazo. Além disso, a empresa apresenta baixo endividamento e política de dividendos atrativa.
  • MRV ON
    A corretora admite que haja dúvidas quanto ao volume de crédito disponível para o setor imobiliário, mas afirma que a empresa conta com fontes mais estáveis de crédito como SFH (Sistema Financeiro de Habitação), repasse de recursos de poupança e com a vantagem de ser agente autorizado da Caixa Econômica Federal, já operando, para aprovar financiamentos.

Fonte: InfoMoney

novembro 6, 2008 at 11:31 am Deixe um comentário

Petrobras: Citi reduz preços-alvo, mas segue sugerindo “compra” às ações

Recomendação de compra para ações da Petrobrás

Recomendação de compra para ações da Petrobrás

Por: Gabriel Ignatti Casonato

A recente volatilidade dos mercados tem penalizado duramente os ativos de empresas reconhecidamente sólidas na bolsa brasileira. A principal delas, para muitos, é a Petrobras, cujos bons fundamentos têm sido deixados de lado pelos investidores à luz dos temores envolvendo os desdobramentos da crise global de crédito.

Mas além do forte prejuízo causado aos papéis, as conseqüências do colapso também têm afetado as projeções de diversos analistas para a estatal. Nesta sexta-feira (17), foi a vez de o Citigroup levar em conta o atual cenário para reduzir seu preço-alvo tanto para as ações ordinárias quanto às preferenciais.

Entre os principais vetores responsáveis pela redução do target, destaque para a expectativa de redução dos investimentos previstos no plano estratégico da companhia em função da crise, além da forte queda nos preços do petróleo e do baixo patamar dos ativos da companhia.

Código Preço-alvo anterior Preço-alvo atual Upside*
PETR3 R$ 59,00 R$ 52,00 87%
PETR4 R$ 50,00 R$ 43,00 89%

*Potencial de valorização para os próximos doze meses com base nas cotações de fechamento de 17 de outubro

Com relação ao primeiro item, o banco lembra que a própria Petrobras afirmou que, sob a nova ótica da crise mundial, os novos projetos da empresa enfrentarão dificuldades na medida em que precisarão de crédito, o que obrigará a companhia a revisar seus investimentos estratégicos até 2020.

Neste sentido, vale lembrar que a estatal decidiu nesta sexta-feira adiar a divulgação de seu plano de negócios para o período de 2009-2013, que estava programada para este mês, “em função da necessidade de concluir as análises dos projetos, frente às novas condições conjunturais”, informou.

Por sua vez, a deterioração das condições de crédito também irá impactar o crescimento econômico de alguns dos maiores mercados consumidores de petróleo do mundo, o que deve reduzir a demanda e manter os preços do produto em baixa. Neste caso, os próximos resultados da estatal devem ser afetados, afirma o Citi.

Por fim, o fraco desempenho das ações da Petrobras no ano obriga uma revisão no target. Depois de acumularem expressivas altas no ano passado, os papéis ordinários e preferenciais da petrolífera somam perdas de mais de 40% em 2008, atribuída em grande parte ao conturbado cenário externo.

Recomendação de “compra” é mantida
A despeito dos impactos de tais referências e da conseqüente redução de seus preços-alvo, o Citi continua recomendando “compra” às ações da Petrobras. O forte potencial de valorização dos ativos, de quase 90%, para os próximos doze meses, mesmo após o corte no target, é um dos pontos que sustenta o otimismo.

Em adição, a instituição lembra que com a crescente preocupação em torno da crise, os investidores não estão dando o devido valor a alguns importantes catalisadores para os papéis, como os bons fundamentos e o grande potencial das novas reservas descobertas pela petrolífera.

Neste último item, o banco acredita no forte potencial de exploração das reservas do pré-sal e na agilidade quanto à resolução dos trâmites envolvidos na operação. Ele espera para 2013 o início das operações e dez plataformas em pleno vapor até 2017.

Projeções do Citi para os resultados da Petrobras
Baseando-se na análise, os analistas do Citigroup divulgaram também suas perspectivas para os resultados trimestrais e anuais da Petrobras. Apesar de expectativa de que o arrefecimento da demanda por petróleo exerça certa pressão, os números devem continuar mostrando uma expansão dos indicadores operacionais da estatal.

(em R$ bilhões) 3º tri/08 4º tri/08 2008 2009
Receita Líquida 53,747 52,655 207,864 219,983
Ebitda* 16,918 13,332 62,257 67,946
Lucro líquido 12,122 7,351 35,181 36,912

*Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização

Fonte: InfoMoney

outubro 18, 2008 at 3:33 pm Deixe um comentário


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