Archive for outubro, 2010

Ações da Petrobras sobem pela quarta vez

Depois de avançar até 0,98% na abertura, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com queda de 0,35% e 70.320 pontos, atrás do marasmo que tomou conta dos principais mercados externos. As ações da Petrobras emplacaram altas pela quarta vez seguida, avançando, segundo dados preliminares, 0,84% (PN) e 0,56% (ON). Apesar do lucro acima do previsto no terceiro trimestre do ano, anunciado pela empresa na noite de quarta-feira, os papéis da Vale amargaram baixas de cerca de 1,5%. Nos EUA, Wall Street teve baixa de 0,11%, e a Nasdaq (setor tecnológico) avançou 0,16% na sessão.

Fonte: Clic RBS – Zero Hora

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outubro 29, 2010 at 1:03 pm Deixe um comentário

Descoberta de grande reserva de óleo na Bacia de Santos deve ser anunciada

A maior descoberta de óleo do Brasil pode ser confirmada nas próximas 48 horas. Este é o prazo em que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) espera concluir a perfuração do poço exploratório da área de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. As estimativas, que constam de relatório da consultoria Gaffney Cline & Associates (GCA) – que avaliou para a agência as reservas do pré-sal, inclusive dos blocos usados na cessão onerosa – dão conta de que Libra pode conter entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris.
Segundo fontes do setor, a perfuração da área atingiu ontem pela manhã o seu alvo, a 6,9 mil metros de profundidade. Foram encontrados indícios líquidos que podem ser óleo. A área pertence à União e, caso aprovado o novo marco regulatório, poderá integrar o primeiro leilão pelo novo modelo de partilha. Como operadora única do pré-sal, a Petrobrás já detém 30% das reservas de Libra, como de todas as outras áreas da região do pré-sal.
A área de Libra está localizada próxima dos blocos BS-4, operado pela Shell, e do BM-S-45, operado pela Petrobrás em parceria com a Shell. Fontes acreditam que, se confirmado o tamanho da megareserva, ela pode “vazar” para estes dois blocos.
Ontem, o gerente executivo de Exploração da Petrobrás, Mario Carminatti, confirmou que a companhia está perfurando o bloco BM-S-45, mas que só dentro de um mês poderá ter alguma notícia da área. Ontem, rumores sobre uma nova grande descoberta movimentaram o mercado financeiro e impactaram a cotação das ações da estatal, que tiveram alta de 1,32% (PN), num dia em que o Ibovespa caiu 0,24%.
Este é o segundo poço perfurado pela Petrobrás sob encomenda da ANP na área de Libra. O primeiro deles, visando a cessão onerosa de cinco bilhões de barris da União para a estatal, apresentou problemas técnicos e foi abandonado. Este segundo poço começou a ser perfurado logo em seguida, em julho, e está sendo concluído agora. Libra foi descartada da cessão onerosa quando percebeu-se que lá havia uma reserva gigantesca, disse uma fonte.
O segundo alvo escolhido pela ANP para fazer a perfuração, de acordo com estas fontes, está localizado em área que foi devolvida pela Shell e que fazia parte do bloco BS-4. As estimativas da Gaffney Cline indicaram para o prospecto de Libra um reserva de, no mínimo, 7,9 bilhões de barris de óleo recuperável. Segundo uma fonte que teve acesso ao relatório, esta estimativa considera um volume de óleo recuperável de 13% na área. Ou seja, os oito bilhões de barris citados seriam apenas 13% do total existente na potencial reserva. As estimativas da ANP consideram um porcentual de óleo recuperável entre 13% e 18%, o que permitiria elevar a projeção total para 12 bilhões de barris.
Mesmo esse porcentual é considerado conservador por especialistas, já que a média internacional é de 20%. A própria Petrobrás, ao apontar o volume recuperável estimado de Tupi entre 5 e 8 bilhões de barris, considera que este volume seja equivalente a algo entre 20% e 25% da reserva “in place” (o total de óleo contido em um reservatório, que nunca pode ser integralmente extraído).
Há dois meses, o diretor geral da ANP, Haroldo Lima, chegou a comentar que se confirmado o volume de 8 bilhões de barris de óleo na área, o bônus de assinatura num eventual leilão de partilha de Libra poderia chegar a até R$ 25 bilhões.

Fonte: Estadão.com.br

outubro 29, 2010 at 11:29 am Deixe um comentário

Usiminas desenvolverá tubos de aço para a exploração do pré-sal

Na teleconferência de seus resultados do terceiro trimestre, a Usiminas (USIM3, USIM5) disse aos jornalistas que está em fase de homologação de seu produto que atenderá à indústria brasileira do pré-sal.

Os tubos de grande diâmetro, compostos por materiais resistentes a altos níveis de pressão, serão produzidos na planta de Ipatinga. De acordo com a empresa, o próximo passo é abordar potenciais clientes da indústria de exploração de óleo e gás, para então dar início ao processo produtivo, que deve ter início já no começo de 2011. A estimativa é de que a produção logo no próximo ano seja de 300 a 500 mil toneladas do aço CLC.

A empresa fez questão de enfatizar que é a única no Brasil a deter a tecnologia para o desenvolvimento deste tipo de aço. Tal conquista veio acompanhada de uma parceria com a Nippon Steel.

Fonte: Infomoney

outubro 29, 2010 at 11:22 am Deixe um comentário

Educação evita prejuízos com aplicação em ações

A linguagem do mercado financeiro, cheia de termos técnicos, também não ajuda na tarefa de deixar o mercado acionário mais acessível aos investidores. “Antes de comprar um papel, o investidor deve imprimir o balanço, olhar o fluxo de caixa da empresa, a receita, o lucro, entender como ela funciona”, afirma Ricardo Torres, professor de Finanças da Brazilian Business School (BBS). “A linguagem não ajuda, mas existem muitos glossários bons no mercado”.
Ele cita alguns tutoriais da bolsa, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou do Banco Central (BC) que explicam os termos técnicos. “Conhecimento é o melhor mecanismo de proteção na bolsa de valores”, diz Torres.
Algumas pessoas ainda acham que o comprar uma ação é o mesmo do que adquirir uma geladeira, compara Mauro Calil, professor do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil & Calil. “Se a ação não se valorizar, é porque está com defeito e daí procura-se o fabricante para devolver”, brinca.
Ele cita o caso de um aluno de direito que estava estudando o código de defesa do consumidor. Quando se compra um produto pela internet, se a pessoa não gostar, pode pedir o dinheiro de volta num prazo de sete dias, mas isso só vale para compras on-line. “Pois o estudante comprou uma ação pela internet e, depois de sete dias, ele quis o dinheiro de volta”, relata.
Na opinião de Calil, existe a ideia de que bolsa é igual loteria, em que a pessoa tira o bilhete premiado. “A verdade é que 98% dos que ganham dinheiro na bolsa não ganham de uma hora para outra”, diz. “É preciso ter visão de longo prazo, e isso significa um período acima de cinco anos”, afirma.
Um erro muito comum dos investidores é não estabelecer um objetivo. “Não espere o máximo que uma ação pode dar”, diz Calil. “Se você quer ganhar 25% no ano e, num único dia, o papel subiu 5%, venda porque você terá tempo de atingir o restante do seu objetivo”, diz. “Às vezes, é melhor deixar o dinheiro parado em busca de um momento de baixa para comprar.”
A BM&FBovespa levanta a bandeira da importância da educação financeira desde de 2002. A instituição oferece várias atividades e cursos, que vão desde planejamento financeiro ao funcionamento dos mercados de capitais e de derivativos. Mais de 1,7 milhão de pessoas já foram alvo de algum tipo de ação educativa oferecida pela bolsa desde o início do Programa de Educação Financeira até setembro deste ano.
A bolsa promove, por exemplo, visitas monitoradas à BM&FBovespa, palestras regionais, viagens com unidade móvel por todo Brasil, aulas gratuitas, concursos estudantis, parcerias com instituições de ensino, simuladores, portais interativos e programas de televisão.
Juntamente com as corretoras, a bolsa tem como meta atingir o número de 5 milhões de investidores em cinco anos. “Esse número de 5 milhões é plausível, mas acho difícil que se materialize em cinco anos, porque demanda uma mudança de cultura de investimentos muito grande do aplicador brasileiro”, avalia Ricardo Torres. “A bolsa ainda é percebida como algo de altíssimo risco ou um cassino, e não é verdade.”

Fonte: Valor Econômico

outubro 29, 2010 at 11:14 am Deixe um comentário

Entrevista com Eike Batista

Em entrevista concedida para o Portal Exame, Eike Batista, fundador de grandes companhias como a OGX, MMX, LLX, entre outras. Nela, o empreendedor e megainvestidor dá dicas sobre qual é o melhor meio de invetir seus rendimentos. Acompanhe a entrevista abaixo:

Fonte: Portal Exame

outubro 29, 2010 at 10:42 am Deixe um comentário

Analistas apontam ganhos para a bolsa de valores em 2011

Mercados internacionais em crise, inflação em queda e economia em ascensão criam um bom cenário para se ganhar dinheiro na bolsa de valores brasileira nos próximos meses

Por Flávia Gianini

Varrido o confete da festa da oferta de capitalização da Petrobras, o mercado de ações brasileiro deve seguir em lento crescimento até o final do ano, mas aponta com boas perspectivas para 2011.

Para a Ágora Corretora, o principal índice de ações da bolsa de valores, o Ibovespa, pode alcançar os 86 mil pontos no próximo ano, o que indica um potencial de valorização em torno de 21%. Sendo que, no acumulado de 2010, até 5 de outubro, o índice teve variação de 3,93%.

Em relatório, o Bank of America Merrill Lynch também traçou projeções otimistas para investimentos na bolsa brasileira. O banco projeta 81.000 pontos para o Ibovespa em 12 meses – um potencial de valorização de 14% — baseado na redução do nível global de taxas de juros reais, alimentando a procura por rendimentos em mercados de crescimento sustentável.

Tanto o banco quanto a corretora apostam em uma forte procura dos estrangeiros, especialmente os europeus, por ativos brasileiros para fazer suas projeções. A pujança do mercado nacional, especialmente os setores ligados à infraestrutura, é o que impulsiona esse otimismo.

Para Marco Antonio Melo, chefe de análise e pesquisa da Ágora Corretora, o cerne da questão para o cenário de 2011 continua a ser a enorme capacidade de crescimento dos lucros corporativos, associados à uma corrente de elevada governança, liquidez e maior transparência, explica. A análise da corretora destaca que o Brasil ocupa a segunda posição entre os emergentes com as melhores margens Ebitda (a margem operacional), além de empresas com pagamento elevado de dividendos e uma relativa baixa alavancagem. Tal situação, segundo Melo, permite margem de manobra favorável no caso de cenário de aumento no custo de capital internacional.

Os riscos para o próximo ano não devem ser tão diferentes quando comparados aos que têm afetado os mercados este ano. Entre os fatores mais citados pelos analistas estão a desequilíbrio fiscal da Europa, a fraqueza da economia americana, a deterioração das contas externas brasileiras e o desequilíbrio monetário causado pela desvalorização do dólar. “Não acreditamos, a princípio, que estes fatores de risco, associados ou não, possam manchar o prêmio previsto de renda variável versus a renda fixa em 2011″, afirma Melo.

Setores promissores
Entre os setores mais promissores, a aposta unânime dos analistas é o segmento de mineração. O Bank of America Merrill Lynch reclassificou o setor como acima da média do mercado no seu portfólio de investimentos no Brasil. Para a corretora Santander, além dos setores ligados a commodities, os segmentos ligados a infraestrutura também se destacam. “Construção está bem, mas deve se desenvolver muito ainda. Telecomunicações é um setor barato que tem tudo para se valorizar acima da média, se as empresas resolverem as questões de governança. E o setor bancário deve continuar em ascensão”, analisa Hugo Azevedo, superintendente de estratégia de varejo e private bank da Corretora Santander.

Fonte: ISTOÉ Dinheiro

outubro 28, 2010 at 11:26 am Deixe um comentário

Petrolífera australiana pode fazer oferta de até R$ 1,8 bi no Brasil

A Karoon Petróleo e Gás quer levantar até R$ 1,77 bilhão em um IPO (oferta pública inicial de ações, na sigla em inglês) no próximo mês que vai ocorrer pouco depois de ter adquirido áreas de exploração.

A empresa tem 100% de participação em cinco blocos exploratórios na bacia de Santos. Em outros três blocos na mesma região, sua fatia é de 20%, em parceria com a Petrobras.

A oferta da Karoon Petróleo e Gás acontece depois que a petrolífera iniciante HRT estreou suas ações na BM&FBovespa na segunda-feira. A empresa tem direitos de exploração de 21 blocos na bacia do Solimões, na Amazônia, e diretoria formada por ex-membros da Petrobras e da ANP (Agência Nacional do Petróleo).

A empresa anunciou nesta quarta-feira que fará a oferta de um lote inicial de 1.030.000 ações ordinárias e estimou que o preço dos papeis ficará situado entre R$ 1.025 e R$ 1.275, o que pode movimentar até R$ 1,313 bilhão.

A oferta ainda prevê lote suplementar de até 154.500 ações e um adicional de até 206 mil papeis, o que poderá elevar a operação para até R$ 1.772 bilhão, considerando venda completa das ações ao preço máximo estimado inicialmente.

A fixação do preço ocorre em 10 de novembro e o período de reserva para investidores interessados vai dos dias 4 a 9 de novembro. Os novos papeis devem começar a ser negociados na BM&FBovespa em 12 de novembro.

A companhia é controlada pela australiana Karoon, que em junho anunciou que estava considerando listar em Bolsa no Brasil 30% de seus ativos sul-americanos. Na avaliação da empresa, esses ativos no Brasil e no Peru não estavam refletidos corretamente no valor de mercado do grupo e uma listagem de ações ajudaria a estabelecer uma base de comparação com outras petrolíferas da região.

Fonte: Folha.com

outubro 28, 2010 at 11:22 am Deixe um comentário

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