Archive for setembro, 2008

Um Método para Investir em ações utilizando Análise Técnica

Curso de investimentos em ações ensina como fazer a análise técnica de ações para escolher o melhor investimento no mercado de ações

O analista técnico, Eduardo Matsura, da Corretora Souza Barros, explica que a escolha de um investimento deve levar em conta a expectativa de ganho, mas também a possibilidade de perda. O investidor deve avaliar sempre, o retorno e o risco de cada operação.

Na Bolsa de Valores, as oportunidades de ganho são muito atrativas, mas é fundamental adotar uma estratégia que ajude a escolher, no “timing” mais adequado, as ações com a melhor relação retorno/risco.

A Análise Técnica fornece vários instrumentos para a definição de um método que identifique a cada dia, as melhores opções para a compra e venda de ações. A seguir, descrevo de forma breve e objetiva, um método para investir em uma carteira de ações.

Ao analisar o gráfico diário, verifique qual é a tendência principal: de alta ou baixa. Pode-se determinar a tendência através de retas unindo fundos ascendentes (alta) ou topos descendentes (baixa), veja o gráfico ilustrativo. Como regra geral, é melhor se posicionar sempre a favor da tendência principal: operações de compra durante uma tendência de alta e de venda na tendência de baixa.
Toda tendência, seja de alta ou baixa, segue a direção principal com avanços e recuos (“ziguezague”) e eventualmente reverte completamente de direção. O comportamento do gráfico é constantemente influenciado pelas forças vendedora (que faz o preço cair) e compradora (que faz o preço subir), ou seja, pela lei da oferta e da demanda. Na Análise Técnica, denominamos como Suporte, o nível de preço onde prevalece a força compradora; neste nível o preço tem uma probabilidade maior de não cair mais, e a tendência é subir ou “andar de lado”. Resistência é o nível de preço onde prevalece a força vendedora; neste nível o preço tende a cair ou “andar de lado”.

Uma estratégia simples e eficaz é comprar no suporte e vender na resistência; funciona bem com o mercado de lado ou mercado em alta. No mercado em baixa, comprar no suporte significa ir contra a tendência principal; o risco é maior. Na tendência de baixa é melhor vender (a descoberto) na resistência e comprar no suporte; são operações mais complexas como alugar e vender ações ou vender contrato futuro do Ibovespa.

Suporte e Resistência são prováveis pontos de reversão de tendência (temporária ou definitiva), e podem ser melhor determinados através da análise do gráfico de preços no formato “candlesticK”. Padrões como “martelo” ou “envolvente de alta” sinalizam reversão e normalmente ocorrem nos níveis de suporte; padrões candlestick de reversão da alta, normalmente definem níveis de resistência. Outro indicador importante que muitas vezes antecipa a reversão da direção do preço é o Volume, que deve ser utilizado para a confirmação dos padrões candlestick.

Os diversos instrumentos da Análise Técnica (Tendência, Suporte e Resistência, figuras Candlestick e Volume) devem ser utilizados de forma sinérgica e sistemática, constituindo um método para identificar pontos de entrada e saída do mercado.

Apesar do foco de análise ser o gráfico diário, é importante analisar o gráfico semanal, pois o padrão candle semanal pode indicar um viés de alta ou baixa para as próximas semanas; se houver convergência do semanal com o diário, o viés do diário fica mais forte.

Também é útil analisar o gráfico intradiário (60 minutos), que revela níveis de suporte e resistência não detectados pelo gráfico diário, e define com maior precisão o momento de entrada e saída do mercado.

Definida a estratégia, deve-se pesquisar e avaliar o universo de ações com um mínimo de liquidez (por exemplo, ações que pertencem à carteira teórica do Ibovespa) e selecionar aquelas com a melhor relação retorno/risco; o ideal é obter uma relação retorno/risco igual ou maior que 2. Na Análise Técnica o método mais utilizado para a determinação do retorno (em relação ao preço de compra) é o preço no nível da próxima resistência, e o risco ou stoploss é definido pelo preço no nível do próximo suporte.

Finalmente é importante diversificar a sua carteira de ativos; uma sugestão é montar uma carteira com cinco ativos não correlacionados, como por exemplo, ações de distintos setores da atividade econômica.

O método apresentado é conceitualmente simples, mas o sucesso na sua implementação vai depender do conhecimento dos fundamentos da Análise Técnica, e também da disciplina e auto-confiança necessárias para seguir o método de forma sistemática, apesar das eventuais perdas, inerentes a qualquer estratégia.

Fonte:

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setembro 30, 2008 at 5:40 pm Deixe um comentário

Como escolher suas ações e fazer o melhor investimento

Existem duas técnicas mais conhecidas na avaliação de ações.

Uma delas é a chamada análise fundamentalista, que consiste em avaliar, como o próprio nome sugere, os fundamentos da empresa. Neste modelo de análise busca-se fazer um levantamento detalhado das informações e dados da empresa (análise de balanço, contabilidade, estilo de gestão, entre outras). Analisa-se ainda o setor a qual a empresa pertence, potenciais mercado e todas as informações que possam ser relevantes e que de alguma forma venham a refletir no comportamento do preço das ações. É um dos modelos mais aceitos e difundidos.

Análise gráfica de ações

Análise de ações

A outra é a análise técnica (grafista), que realiza projeções baseada no comportamento passado dos preços da ação, ou seja, seu histórico de desempenho.

É com base nessas duas análises que especialistas tomam suas decisões de investimentos, e que as corretoras se norteiam para indicar a compra ou a venda de alguma ação.

É bom lembrar que a seleção de uma carteira de ações requer uma técnica muito sofisticada, e que são analisadas muitas variáveis que afetam o preço destas ações. Para ter sucesso nessa empreitada, é importante que escolha um parceiro (corretora ou home broker) que atenda suas expectativas como investidor e que ofereça informações constantes sobre seus investimentos.

Mas é bom lembrar que o principal interessado é o investidor, e, portanto, cabe a você se manter sempre bem informado para tomar as melhores decisões.

Antes de comprar uma ação, preste atenção:

Não aplique o dinheiro que pode precisar no curto prazo. Investimentos em ações são recomendados para quem tem objetivos de longo prazo, e são indicados para diversificar seu patrimônio;

Assim, seja rigoroso no planejamento financeiro. É importante que tenha capacidade de cumprir o planejado;

Reavalie sistematicamente seus objetivos. Eles podem mudar ao longo do tempo, e seus investimentos devem sempre acompanhar estas mudanças;

Esteja preparado para momentos de crise do mercado;

Diversifique sempre. Não aplique todos os seus recursos no mercado acionário muito menos em uma única ação.

Fonte: Anbid

setembro 30, 2008 at 5:30 pm Deixe um comentário

Recuperação ou mais perdas? Rumo das bolsas está nas mãos do Congresso dos EUA

Falar da crise financeira é quase que redundante. Quando se pensa que as nuvens que pairam sobre Wall Street irão se dissipar, ventos trazem mais nebulosidade à praça financeira mais importante do globo. Após concordata do Lehman Brothers, socorro à AIG, atuação conjunta dos bancos centrais no mundo, entre outros eventos que mexeram com os investidores nos últimos dias, nesta semana que se passou, o foco ficou com o pacote anti-crise.

Nada menos que US$ 700 bilhões devem ser desembolsados pelo governo norte-americano para adquirir os ativos podres que vêm impactando os balanços contábeis das principais instituições financeiras. Ao menos, esta é a intenção de Henry Paulson, secretário do Tesouro dos EUA e grande arquiteto das dimensões do pacote.

Mas Paulson não está sozinho na expectativa de aprovação do pacote. “A despeito das dificuldades imprevistas, a crença é que o plano de socorro seja de fato aprovado, possivelmente com algumas modificações implementadas de última hora”, afirma Sidnei Nehme, da NGO Corretora de Câmbio. A perspectiva é compartilhada pela maior parte do mercado.

“Acredito sim que o Congresso norte-americano vá liberar o uso dos recursos”, afirma, em visão semelhante, Rossano Oltramari, sócio e analista da XP Investimentos. “E com o aval dos congressistas, o clima deve aos poucos se amenizar e as bolsas devem encontrar uma janela de recuperação”, arrisca.

“Cautela não faz mal a ninguém”

Todavia, um pouco de cautela não faz mal a ninguém. Tendo em vista a resistência que o pacote vem enfrentando, ironicamente, na bancada republicana, não se pode descartar a possibilidade de que o pacote não seja liberado. “Neste cenário, veremos uma escalada do stress nos mercados, com os negócios sendo abalados no mundo”, alerta Oltramari.

Por sua vez, Sidnei Nehme, da NGO Corretora de Câmbio, enxerga com olhos pessimistas o recente desempenho do mercado brasileiro. “Os movimentos parecem absolutamente descolados de qualquer fundamento sustentável. A queda atual é maior do que as repercussões no exterior”, observa.

De fato, a única certeza nos últimos tempos é de continuidade das incertezas, advindas das mais diversas esferas, inclusive da macroeconômica. Prova disso foi o crescimento anualizado do PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA no segundo trimestre do ano, que nesta sexta-feira, revelou-se bem menor que o esperado.

Nesse sentido, entre os indicadores previstos para os próximos pregões, Oltramari destaca os relativos ao nível de atividade econômica, como o ISM Index, e o Relatório de Emprego. Mas ressalva: “embora possa impactar de certa forma os mercados, a agenda econômica tem ficado para segundo plano frente à magnitude do desenrolar da crise”.

O câmbio

Por fim, o investidor deve manter-se de olho também nas flutuações do mercado de câmbio, principalmente após os prejuízos revelados pela Sadia e pela Aracruz nesta sexta-feira. “Acredito que tenham sido casos isolados. Mas não custa nada ficar atento aos comunicados corporativos”, afirma Oltramari.

“A forte deformação na taxa cambial é altamente prejudicial aos negócios reais da economia e causa enormes prejuízos às empresas importantes que buscam a utilização de mecanismos legítimos nos segmentos do mercado de câmbio futuro”, explica Nehme, que acredita que as recentes oscilações na trajetória do dólar tenham forte cunho especulativo no mercado futuro.

Traçar projeções focadas ao curto prazo no atual momento de extrema turbulência é tarefa difícil, para não dizer impossível. “Talvez uma cartomante dê palpites mais precisos”, ironiza Oltramari. A prerrogativa é ainda mais válida no mercado de câmbio, reconhecidamente um dos mais instáveis.

Todavia, Oltramari acredita que o real deva, no médio e longo prazo, retomar sua trajetória de fortalecimento em relação à moeda norte-americana. “Os recentes movimentos são especulativos e devem se comportar apenas como uma correção”, afirma.

Fonte: http://economia.uol.com.br/

setembro 28, 2008 at 1:00 am Deixe um comentário

Ações: em meio à turbulência, visão de longo prazo potencializa ganhos

A crise no sistema financeiro norte-americano influenciou os mercados de todo o mundo, levando a bruscas oscilações no Ibovespa, que iniciou a semana passada com -7,59%, o menor patamar desde 11 de setembro de 2001, e terminou a mesma semana em +9,57%, a maior alta desde 15 de janeiro de 1999. Em um momento de incertezas e de alta volatilidade como este, mais do que insegurança e medo, deve-se ter em mente a idéia de que a renda variável é um investimento de longo prazo, destinado a acumular um patrimônio para o futuro

E essa visão de longo prazo pode ganhar até uma recompensa extra, que é a de acumular mais ganhos do que perdas. Levantamento do INI (Instituto Nacional de Investidores) divulgado recentemente mostra que, de uma carteira com 48 empresas, 30 delas teriam rentabilidade superior a 30% ao ano e nenhuma apresentaria queda, considerando um investimento de 4 anos e 9 meses na bolsa, do último dia útil de 2003 a setembro deste ano.

“Vale lembrar que a rentabilidade apresentada considera a queda dos últimos meses, pois estamos considerando o preço de 09/09/2008, quando a bolsa estava em pouco acima de 48 mil pontos”, explicam os analistas do INI.

Quanto menor o tempo, maiores são as perdas
Mesmo em um cenário pessimista, com a bolsa atingindo somente os 38 mil pontos, para uma carteira com 39 ações, todas elas teriam ganhos superiores a 20% ao anos, se o investidor estivesse há mais de dez anos no mercado. Os bons resultados vão decrescendo à medida em que diminui o tempo de permanência na bolsa. Considerando um período de 2 anos e 9 meses, do último dia útil de 2005 até setembro de 2008, e também 48 ações, 36 teriam apresentado rentabilidade acima de 20% e três, queda. “Mesmo não sendo um dos prazos mais longos, já deixa o investidor menos vulnerável às oscilações de momento”, avaliam novamente os analistas do instituto.

Quando o prazo de investimento cai para 1 ano e 9 meses, com início no último dia útil de 2006, 14 das 48 empresas listadas teriam rentabilidade negativa. Em contrapartida, algumas delas renderiam mais de 30%. No curto prazo (apenas 9 meses), por sua vez, não seria possível obter nenhum ganho. Mesmo empresas com fundamentos sólidos apresentaram quedas de mais de 30%. “Nesses períodos mais curtos, o fundamento da empresa parece ser ofuscado pelos riscos sistêmicos, que derrubam qualquer ação, indiscriminadamente”, afirma a entidade.

“Não raro vemos pessoas reclamando de ações que não subiram nos últimos 6 meses, em 6 semanas ou até em 6 dias. São prazos curtos demais para bolsa de valores”, comentam os analistas, apontando o que consideram ser o comportamento mais adequado a quem coloca as economias no mercado de ações: “investir pouco e sempre, por um longo período de tempo, e em empresas com boas perspectivas de crescimento”.

Formação de patrimônio e racionalidade
Essa relação da bolsa com formação de patrimônio de longo prazo é reforçada até mesmo por quem não lida diretamente com o mercado financeiro. “Devia ter alguém no mercado que não deixasse ninguém sem essa noção de prazo investir em ações”, afirma a psicanalista e representante no Brasil do Iarep (International Association for Research in Economic Psychology), Vera Rita de Mello Ferreira.

Para o especialista da Cedro Finance, Moacir Zamin, o conhecimento é outro atributo essencial ao investidor do mercado de ações. “A bolsa não é lugar para amadores”, afirma, enfatizando a importância de se buscar o maior número de informações possível e também conhecimento teórico, para ingressar e se manter nesse tipo de investimento, já que ninguém, nunca, saberá tudo.

Para que esse processo de atualização do aprendizado não se reverta contra o próprio investidor, ele deve vir acompanhado da uma dose de racionalidade, segundo Vera Rita. “Mais uma vez, por conta da predominância do lado emocional, é comum que as pessoas fiquem atentas apenas ao que interessa, ou seja, dividam a informação em partes e descartem aquilo que causa desprazer ou provoque frustração”, comenta. Embora de um ponto de vista diferente, Zamin ressalta a importância do controle das emoções. “Um dos maiores inimigos dos investidores é, muitas vezes, a própria ganância”.

Fonte: http://economia.uol.com.br

setembro 28, 2008 at 12:50 am Deixe um comentário


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