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5 empresas que você deve investir em 2011

O princípio para se investir em ações de empresas que paguem bons dividendos é mantê-las por pelo menos um ano para garantir o retorno. É o que recomenda o operador da Um Investimentos, Paulo Hegg. Ele indica a carteira de dividendos composta no final de 2010, com empresas da área de telecomunicações, energia, consumo e concessão de rodovias. No geral, elas apresentam potencial de elevar a comercialização neste início de ano, volume de investimentos e o próprio histórico na distribuição de dividendos. O chamado dividend yeld – dividendo pago por ação sobre a cotação da mesma – das companhias listadas abaixo varia entre 4,15% e 12,76%. Confira:

AmBev (AMBV4) – A empresa investiu R$ 2 bilhões no ano passado e distribuiu R$ 5 bilhões em juros e dividendos no mesmo período. A perspectiva da empresa é aumentar a capacidade produtiva em 15% para atender a demanda do mercado interno. A previsão de aumento de vendas durante o verão também é considerada.

CCR Rodovias (CCRO3) – O operador explica que empresas concessionárias são geradoras de caixa, por conta dos pedágios, o que garante uma previsibilidade e boas taxas de proventos. Durante a temporada de férias e próximo do carnaval, o uso das rodovias e, consequentemente, o faturamento da companhia deve aumentar.

Telemar (TNLP4) – A indicação da empresa se justifica pelo seu histórico de pagamento de dividendos, segundo Hegg. A perspectiva é de que as despesas sejam reduzidas na integração com a Brasil Telecom.

AES Tietê (GETI4) – Por ser geradora de energia elétrica, a companhia não é afetada com o reajuste de tarifa a que as distribuidoras estão sujeitas. O contrato é reajustado em julho pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que segundo Hegg, funcionaria como escudo para um possível reajuste no preço em um ambiente inflacionário.

Transmissão Paulista (TRPL4) – A companhia apresentou bons índices em 2010 e também é reajustada pelo IGP-M, em julho. Em caso de aumento acelerado da inflação, a empresa pode se proteger com um reajuste.
Fonte: Primeira Edição

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janeiro 24, 2011 at 1:32 pm Deixe um comentário

Confira as 10 melhores notícias para lidar com os mercados nesta quarta-feira

Eletrobrás afirma não ter interesse na Cesp, diz jornal; Anatel impede venda de ativos de Oi e Embratel

Mirela Portugal, de Exame.com

1- Eletrobrás afirma não ter interesse na Cesp, diz jornal. Armando Casado de Araújo, diretor financeiro e de relações com investidores da Eletrobrás, disse que foi surpreendido com o eventual interesse de Alckmin na venda da Cesp e afirmou que não houve nenhum contato por parte do governo paulista para tratar do assunto. As informações são do Estado de São Paulo.

2- Anatel impede venda de ativos de Oi e Embratel. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou às operadoras Oi e Embratel que apresentem um inventário detalhado de todos os bens reversíveis das concessões que controlam. Enquanto não o fizerem, as empresas estão proibidas de negociar uma eventual venda desses ativos.

3- Brookfield supera meta de vendas contratadas em 2010. A Brookfield Incorporações lançou R$ 1,113 bilhão em imóveis residenciais e comerciais no quarto trimestre de 2010, uma redução de 16,5% frente aos R$ 1,332 bilhão lançados no mesmo período de 2009.

4 – Portugal deve pagar rendimento alto em leilão de bônus europeus. Portugal deve pagar prêmios recordes na emissão de dívida desta quarta-feira, mas a recente compra de bônus pelo Banco Central Europeu (BCE) deve evitar que os rendimentos cheguem a níveis que obriguem o país a procurar um resgate.

5 – Custo de captação menor abre espaço para empresas de maior risco. O menor custo de captação externa em oito meses está abrindo espaço para uma disparada nas emissões de empresas brasileiras de maior risco que nunca antes acessaram o mercado de renda-fixa internacional.

6 – Brasil está barato é o preferido na América Latina, afirma Credit Suisse. Em um extenso relatório de 156 páginas, os analistas do banco Credit Suisse deixaram clara a preferência para as ações brasileiras na América Latina. Das oito top picks listadas para a região em 2011, seis são brasileiras. Entre as small caps, o banco traz cinco entre as dez escolhas. “Mantemos a nossa preferência para o Brasil em relação ao México e outros países da América Latina”, revelam os 11 analistas que assinam o relatório.

7- Eletropaulo contrata BTG Pactual como formador de mercado. A Eletropaulo (ELPL4) anunciou a contratação do banco BTG Pactual para exercer a função de formador de mercado de suas acões preferenciais a partir desta quarta-feira (12). O prazo do contrato estabelecido é de um ano, prorrogável pelo mesmo período, caso não haja a manifestação contraria de qualquer uma das partes, conforme informa o comunicado.

8 – Vendas do comércio crescem pelo 7º mês seguido. Ao contrário da indústria, que tem apresentado resultados negativos, o comércio segue em franca expansão. Dados do IBGE (com ajuste sazonal) divulgados nesta quarta-feira (12) mostram crescimento de 1,1% em novembro na comparação com outubro, e de 9,9% ante o mesmo período de 2009. Foi o sétimo mês consecutivo de alta no varejo.

9 – Produção industrial da zona do euro amplia-se 1,2% em novembro de 2010 A produção industrial na zona do euro subiu 1,2% em novembro de 2010, seguindo elevação de 0,7% um mês antes. Na União Europeia, o indicador registrou ampliação de 1,4%, depois de avançar 0,4% em outubro. Os números constam de levantamento da agência de estatísticas Eurostat.

10 – Bolsas de NY sobem com receio menor sobre Europa. Os principais índices do mercado de ações dos EUA fecharam em alta, impulsionados por uma diminuição nos receios dos investidores com a crise das dívidas da Europa após o Japão anunciar que comprará mais de 20% dos bônus que serão oferecidos pela Linha de Estabilidade Financeira Europeia (EFSF, na sigla em inglês) neste mês.

 


janeiro 12, 2011 at 12:39 pm Deixe um comentário

Bolsas da Ásia encerraram em leve alta

As bolsas de valores da Ásia encerraram em leve alta nesta quarta-feira, impulsionadas por ganhos em Wall Street após o início da temporada de resultados de empresas do fim de 2010.

A bolsa de Tóquio fechou com oscilação positiva de 0,02 por cento, a 10.512,80 pontos, perdendo um pouco dos ganhos depois de ter atingido mais cedo a maior cotação desde 13 de maio de 2010, 10.563,33 pontos.

O mercado japonês avançou com enfraquecimento do iene e após os resultados de companhias norte-americanas como a construtora Lennar e a rede de varejo Sears Holdings.

O índice Nikkei acumula valorização de 15 por cento desde o início de novembro, enquanto o índice Dow Jones mostra valorização de 5 por cento e o europeu FTSEEurofirst 300 exibe ganho de 5,6 por cento.

No restante da Ásia, o índice MSCI que reúne bolsas com exceção do Japão tinha valorização de 1,18 por cento às 7h37 (horário de Brasília), a 480 pontos.

Em Xangai, a bolsa teve alta de 0,62 por cento, Hong Kong apurou ganho de 1,54 por cento e Taiwan teve valorização de 0,38 por cento. A bolsa de Seul encerrou em alta de 0,32 por cento, Cingapura oscilou 0,11 por cento para cima e o mercado em Sydney registrou valorização de 0,29 por cento.

Fonte: Economia&Negócios

janeiro 12, 2011 at 12:29 pm Deixe um comentário

O retorno da Petrobras

Por Infomoney

Detentora do título de maior oferta de ações da história, após captar cerca de R$ 120 bilhões no mercado, a Petrobras (PETR3, PETR4) passou um tempo afastada das carteiras de recomendação, acumulando sucessivas perdas e atraindo olhares de repúdio por parte dos investidores, mas já ensaia recuperação de espaço aos olhos de analistas.

Em setembro deste ano, o Governo registrou um superávit primário de R$ 26,1 bilhões em setembro, bem acima do saldo positivo visto em agosto, de R$ 4 bilhões. O motivo para tamanho salto tem um nome bem conhecido – Petrobras.

Diluição, cessão onerosa e risco político
Antes da operação, as opiniões dos analistas já revelavam uma percepção mais pessimista em relação à empresa, por conta das indefinições circundando a operação de capitalização e cessão onerosa. O processo, contudo, correu rapidamente após o anúncio do preço do barril a ser cedido pela União à companhia, de US$ 8,51.

Contudo, passada a operação e encerrado o período de silêncio, veio a maré vermelha. A estatal continuou a figurar no centro das discussões do mercado, mas por conta dos sucessivos anúncios de cortes em recomendações e projeções de bancos e corretoras.

Conforme apontado pela Equipe InfoMoney, os principais catalisadores apontados pelos analistas para esta virada de percepção são a diluição resultante do processo de capitalização e da compra de 5 bilhões de barris de petróleo no processo de cessão onerosa. “Acreditamos que o case de investimento piorou consideravelmente”, disparou o Credit Suisse em um relatório de outubro.

Os analistas também chamaram atenção para o alto nível de investimentos previstos pela estatal, as elevadas metas de produção e a necessidade de uma possível nova oferta de ações no futuro para arcar com todas as despesas demandadas pelas futuras operações no pré-sal. “Acreditamos que há razão para se temer que o próximo governo possa elevar o papel da Petrobras como ferramenta de desenvolvimento econômico e social do País”, destacou a equipe de análise do Barclays, por sua vez.

Desempenho
Vale citar que, nos mês passado, das 14 carteiras consideradas pela Equipe InfoMoney no comparativo mensal, apenas 6 detinham ações da estatal – em meses anteriores, as ações da companhia seriam parada obrigatória de qualquer portfólio que se prese.

Citi, Coinvalores, HSBC, Omar Camargo, Planner e Win listaram a Petrobras em suas recomendações de outubro, mês em que os papéis preferenciais da companhia acumularam uma queda de 6,38%, enquanto que as ações ordinárias somaram baixa de 7,18%.

Curiosamente, estas corretoras apresentaram os piores desempenhos no mês passado. Win, Planner, HSBC e Omar Camargo, registraram, nesta ordem, as quatro piores performances de outubro. A Citi, por sua vez, alcançou um desempenho mediano, amparada pela alta da AmBev (AMBV4) e da OHL (OHLB3).

Commodities em foco
“Ponderando o que temos na agenda macro corporativa, e ainda a performance recente do Ibovespa, acreditamos na continuidade da performance positiva do mercado, porém muito condicionado a recuperação das empresas ligadas a commodities, em especial Petrobras e siderurgia”, destacou Mônica Araujo, da Ativa Corretora.

A opinião da analista não é destoante do resto das projeções para novembro, se inserindo em um hall de análises que colocam o segmento de commodities como chave para o desempenho dos mercados nos últimos dois meses do ano.

A HSBC Corretora, por exemplo, coloca as ações de empresas ligadas ao segmento como uma das pedras fundamentais de seu portfólio de recomendações para novembro, projetando uma recuperação dos preços dos materiais básicos na reta final de 2010.

Petrobras: o retorno
O sugestivo nome do relatório do BTG Pactual (The Return of Petrobras), contendo sua carteira recomenda para o penúltimo mês do ano, é um sinal de uma virada na maré negativa que vinha prejudicando a empresa.

Carlos Sequeira, Antônio Junqueira e Bernardo Miranda alertam para a abertura de um ponto de entrada interessante nos papéis da estatal após o desempenho negativo de outubro, no que são endossados pela equipe do banco Safra. “Neste momento, acreditamos que a Petrobras oferece um bom potencial de valorização”, destaca o trio de analistas.

A desenvolvimento potencialmente rápido das atividades no pré-sal da Bacia de Campos, em áreas em que existe infra-estrutura disponível, a renovação da confiança no valor do pré-sal conforme a companhia expande sua produção no campo de Tupi e a perspectiva de revisões das projeções de resultados no curto prazo por conta da apreciação do real frente ao dólar, também aparecem motivando a recomendação.

Por fim, parece que a profecia da dupla de analistas do Bank of América Merril Lynch, Frank McGann e Conrado Vegner, começa a se realizar. Em meio a onda de revisões e cortes de recomendações, os dois afirmaram que, destacando que “passado é passado”, “com a oferta concluída, esperamos que os ativos voltem a ser negociados com base em seus fundamentos, que seguem excelentes”.

novembro 8, 2010 at 9:51 am Deixe um comentário

Análise técnica ou Análise fundamentalista?

Quais são os seus critérios para investir? Você se preocupa em acompanhar o cenário macroeconômico e os demonstrativos das empresas que lhe interessam? Ou se preocupa em encontrar padrões e tendências nos gráficos de seus ativos? A resposta para essas perguntas podem definir se você é um investidor fundamentalista ou gráfico.

Não se pode dizer que uma é melhor que a outra. Dependendo do seu perfil, uma delas se adequará melhor, mas uma coisa é certa: você não vai chegar a lugar nenhum se não procurar estudar uma das escolas para embasar suas decisões de investimento.

A premissa inicial da Análise Fundamentalista, é de que o valor justo para uma empresa está relacionado à sua capacidade de gerar lucros no futuro. Para compreender isso, o investidor precisa estar atento a uma série de fatores da própria empresa, além de cenários micro e macroeconômicos.

Já a Análise Técnica, desde o início do século XX, quando os jornalistas Charles Dow e Edward D. Jones publicavam um informativo financeiro que mais tarde viria a ser o The Wall Street Journal. Ao longo dos anos, Dow apresentou suas teorias sobre o comportamento do mercado em artigos no jornal. O conjunto desses textos seria posteriormente reunido, gerando o que pode ser considerado o início da análise técnica: a Teoria de Dow.

“A teoria sugere ser possível, através dos gráficos, identificar o momento de abrir e fechar uma posição. Em resumo, ‘padrões’ que se repetem ao longo da história sinalizam se há uma probabilidade maior de alta ou queda das cotações naquele momento”, explica o engenheiro civil, pós-graduado em finanças e autor do blog Trader sem Mistérios, André Motta. Nas palavras do próprio Dow, “o que aconteceu ontem pode determinar o que acontecerá hoje, e a configuração gráfica dos preços tende a se relacionar com a direção que eles tomarão no futuro”.

Meio confuso?

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novembro 3, 2010 at 12:17 pm Deixe um comentário

Investidores minoritários aderem à mega oferta

A mega oferta de ações da Petrobras gerou grande participação do pequeno investidor. Atraídos pelas perspectivas do pré-sal e pela possibilidade de ganhos de curto prazo, a reserva terminou ontem (22/09) às 17h e teve participação massiva de investidores pessoas física.
Com o total da capitalização podendo chegar a R$ 132 bilhões, a oferta lançada pela estatal já é a maior emissão de ações de todo o mundo. A avaliação da operação é que boa parte dos investidores minoritários que reservaram as ações podem aproveitar a oferta para obter ganhos de curtíssimo prazo, ao vender os papéis já na próxima semana.
Após o encerramento da oferta e a divulgação da precificação, o governo promove nesta sexta-feira (24/09), uma festa na Bovespa para comemorar o lançamento das ações. O evento contará com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos ministros da Fazenda, Guido Mantega, além dos ministros de Minas e Energia, Márcio Zimmermann e de executivos da estatal.

Vinicius Baccili

setembro 24, 2010 at 4:35 pm Deixe um comentário

O que olhar antes de escolher o fundo de investimento mais adequado ao seu perfil?

Essa pesquisa não consiste apenas em definir em qual categoria de fundo (renda fixa, ações, multimercados, etc) você irá investir

Imaginemos a seguinte situação: você começou a ter muito interesse sobre investimentos de uns tempos pra cá e, após ler alguns best-sellers sobre o assunto e acompanhar mais de perto a dinâmica dos mercados, decidiu que irá direcionar parte de suas economias para as mãos de um gestor de um fundo de investimento.

Decidir que se pretende aplicar em um fundo é apenas o ponto de partida para, a partir daí, pesquisar e enfim escolher aquele que melhor se adequa ao seu perfil de investidor e ao seu objetivo. Entre a tomada de decisão e a aplicação de fato, há um caminho a ser percorrido.

Essa pesquisa não consiste apenas em definir em qual categoria de fundo (renda fixa, ações, multimercados, etc) você irá investir. Muitos outros fatores fazem de cada fundo um produto único e devem também ser levados em consideração, tais como a taxa de administração, taxa de performance, tributação, aplicação mínima inicial, período de resgate, período de carência, etc.

Embora todos esses passos transformem sua decisão de aplicar em um fundo em algo relativamente trabalhoso, certamente eles irão te ajudar a entender melhor seus investimentos e também te deixar mais seguro quanto à decisão tomada.

Categorias de fundos

Primeiramente, vamos começar nosso processo de segmentação pelas categorias de investimento. Em um fundo, quem define onde o capital será aplicado não é o cotista, mas sim o gestor desse fundo. No entanto, o investidor pode decidir qual é o tipo de investimento no qual ele pretende alocar seu dinheiro, optando pela categoria de fundo que mais combine com seu perfil.

Como forma de ilustrar essa explicação, tomamos como exemplo um fundo de ação, ou seja, que deve possuir no mínimo 67% de sua carteira em algum ativo relacionado ao mercado acionário (ações à vista, units, bônus, recibos de subscrição, etc). Escolhendo esse tipo de fundo, você saberá que seu dinheiro estará diretamente exposto ao mercado acionário. No entanto, a escolha entre comprar ou vender determinado ativo caberá apenas ao gestor.

Afunilando ainda mais esse universo de seleção, a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) ainda separa essas categorias em diversas subcategorias. Mantendo os fundos de ações como exemplo, o investidor pode optar por fundos de estratégias mais agressivas e arriscadas (fundos de gestão ativa e que permitam alavancagem) ou mais conservadoras (de gestão passiva ou que foque em ações que paguem bons dividendos, por exemplo), fundos focados em determinado setor (como ações de empresas de telecomunicações, energia, etc), em small caps (ações de valor de mercado e liquidez reduzidos), entre outros.

Dentro de todas as macrocategorias de fundos – curto prazo, referenciado DI, renda fixa, multimercados, cambial, divida externa, ações e previdência – há uma diversidade de subcategorias, o que mostra que é possível alinhar bem a escolha do fundo ao seu perfil de investidor. Além destas categorias, há ainda no mercado fundos imobiliários, de participações, os FIDCs (fundos de investimentos em direitos creditórios) e também fundos fechados.

A Anbima, associação que autorregula o mercado de fundos, subdivide assim os fundos de investimentos para auxiliar a procura do investidor. O material publicitário e o prospecto dos fundos trazem em qual categoria Anbima aquele investimento está inserido. Ao final de julho, haviam 9.489 fundos no Brasil (excluindo os fundos off-shore) distribuídos entre estas categorias e subcategorias.

Taxas e tributação

Outra questão que o investidor precisa estar bem familiarizado é sobre as diversas taxas cobradas nesse tipo de investimento, como:
– Taxas de administração: cobrada por todos os fundos, correspondente à remuneração do gestor
– Taxa de performance: percentual cobrado por alguns fundos quando a rentabilidade da aplicação supera um patamar pré-determinado
– Taxas de entrada e de saída: cobradas também por alguns fundos, quando o investidor adquire cotas ou solicita o resgate de suas aplicações, respectivamente.

Embora não tenha como escapar dessas tarifas, o investidor precisa ter ciência de que os valores cobrados não são uniformes. Eles podem variar de acordo com o volume aplicado – na maioria dos casos, quanto menor a aplicação, maior é a taxa – ou com o tipo de investimento escolhido – os fundos que exigem maior esforço por parte do gestor tendem a remunerá-los melhor, elevando a taxa de administração cobrada.

A definição dos percentuais cobrados fica a critério de quem oferece o fundo. Por conta disso, vale a pena fazer uma boa pesquisa comparativa para que os rendimentos do fundo escolhido por você não acabem sendo deteriorados pelas tarifas.

Além disso, não podemos esquecer do imposto de renda. Diferentemente das taxas – onde os fundos optam por cobrar ou não –, o recolhimento do IR é obrigatório e seu percentual diminui à medida que aumenta o período de aplicação (a tributação é regressiva). Como alguns fundos têm política de tributação diferenciada – como os fundos de ações, de previdência e de curto prazo – o investidor deve também levar em conta o prazo que pretende investir e a relação entre categoria de investimentos e tributação na sua análise.

Há ainda a incidência do IOF (Imposto Sobre Movimentação Financeira) sobre os ganhos originados de aplicações feitas em um prazo inferior a 30 dias.

Para ficar mais por dentro ainda das alternativas para investir bem o seu dinheiro, pariticipe dos chats diários e das palestras gratuitas do site EnsinaInvest.

agosto 30, 2010 at 9:34 pm Deixe um comentário

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