Archive for setembro, 2010

Últimas notícias da Bolsa de Valores desta quinta-feira

Analistas mostram visão positiva dos acordos firmados entre BB, Cielo e Oi
A equipe de análise do Citibank divulgou na última quarta-feira (29) relatório elogiando os acordos firmados entre o Banco do Brasil (BBAS3), Cielo (CIEL3) e empresas do Grupo Oi – Tele Norte Leste (TNLP3), Telemar Norte Leste (TMAR5) e Brasil Telecom (BRTO4).

Petrobras homologa aumento do capital social de R$ 85 bi para R$ 200 bi
A Petrobras (PETR3, PETR4) comunicou na última quarta-feira (29) que o Conselho de Administração da empresa homologou o novo valor para o capital social da companhia, que passou de R$ 85.108.544.378 para R$ 200.160.863.468,80, após o processo de capitalização da empresa.

Confira os indicadores e eventos corporativos previstos para quinta-feira
Em mais um dia de agenda cheia, a quinta-feira (30) traz como destaques para os investidores a divulgação do número final do PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano do segundo trimestre e o relatório trimestral de inflação do Banco Central.

Dólar cai ao menor nível em 10 meses
A operação de aumento de capital da Petrobrás leva o Brasil a novo recorde, dessa vez na atração de dólares. Dados preliminares do Banco Central mostram que US$ 14,45 bilhões entraram no País em setembro até sexta-feira, 24, em operações financeiras como a compra de ações. Mesmo sem os últimos quatro dias úteis do mês, o valor já é o maior da série iniciada em 1982.

Após capitalização, especialistas apostam no Ibovespa
Com o início das negociações das novas ações da Petrobras nesta semana, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) tende a entrar em trajetória de alta e deve fechar o ano com rentabilidade melhor que a esperada, segundo especialistas no mercado acionário.

Ibovespa Futuro avança após PIB norte-americano acima do esperado
Refletindo o cenário adverso no continente europeu e sob apreensão com a farta agenda norte-americana, o Ibovespa Futuro mostra variação positiva 0,43% a 69.990 pontos na manhã desta quinta-feira (30). Após abrir estável, o índice avança na esteira da divulgação do PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano do segundo trimestre, que mostrou crescimento de 1,7%, acima do esperado.

setembro 30, 2010 at 4:28 pm Deixe um comentário

7 conselhos para não perder dinheiro no mercado

Gestor responsável pelo investimento de R$ 400 milhões explica como agem os investidores realmente cautelosos

João Sandrini, de Exame.com

Quase todos os gestores de fundos de investimento têm o costume de se autoproclamarem conservadores ou cautelosos. É quase um código de conduta da função. Afinal, ninguém entregaria seu dinheiro a um profissional que promete investi-lo como um apostador de cassino. Mas poucos gestores possuem um discurso tão coerentemente cauteloso quanto Henry Gonzalez, sócio e chefe da área de investimentos da FRAM Capital, que administra cerca de 400 milhões de reais em 11 fundos. Em entrevista ao site EXAME, Gonzalez falou sobre seu estilo de investir. Os ensinamentos, no entanto, valem para qualquer investidor que tenha visão de longo prazo. Veja abaixo os principais trechos da conversa:

1 – Só troque a renda fixa pela bolsa se o potencial de ganho for alto. Eu só entro na bolsa se tiver a perspectiva de obter um retorno 5 pontos percentuais acima do que posso conseguir na renda fixa, onde o risco pode ser bem-calculado. No mercado acionário, qualquer investimento está sujeito a fortes oscilações. Se a bolsa cai 60% em um ano e um gestor entrega a seus clientes uma perda de só 50%, muita gente acha que ele fez seu trabalho direitinho. Eu acho que não. Acho que esse gestor deveria ter aconselhado o cliente a não investir em bolsa – mesmo que seu mandato só lhe permitisse comprar e vender ações. Pegando um caso bem real, hoje em dia é possível obter uma rentabilidade de 11% ao ano com títulos de renda fixa emitidos por empresas que apresentam boa capacidade de pagamento. Então eu só vou entrar na bolsa se achar que dá para ganhar ao menos 16% em um ano. Caso a expectativa de rendimento seja menor, eu fico de fora. E, especificamente neste momento, não estou muito otimista em relação a ganhar 16% com ações nos próximos 12 meses.

2 – Não tenha medo de perder uma oportunidade ou de parecer bobo. A maioria das pessoas que investe em bolsa parece ter muito mais medo de deixar uma oportunidade passar do que de perder dinheiro. Para mim, esses são investidores que têm medo de parecer bobos. Essas pessoas monitoram os fluxos de investimentos, sempre sabem onde está sendo aplicado o dinheiro e seguem esses movimentos de mercado quase que automaticamente. Quem investe dessa maneira é muitas vezes alertado que o pior pode estar para acontecer. Às vezes, os sinais do pior são visíveis. Quando justificava o excesso de crédito que levou à crise do subprime, o ex-presidente do Citigroup Charles Prince costumava dizer que “o banco dançaria enquanto a música estivesse tocando”. Deu no que deu. O Citigroup quase quebrou.

Neste exato momento, tem muita gente comprando bolsa com a tese de que as empresas de países emergentes serão negociadas com um prêmio em relação às dos países desenvolvidos. A bolsa brasileira não está barata, mas os investidores justificam suas posições com o potencial de crescimento dos emergentes. O problema é que eu sempre desconfio dos cenários que parecem promissores demais para o Brasil. Desde a criação da Bovespa, as ações das empresas brasileiras nunca foram negociadas com prêmio em relação às americanas. Note que eu não estou dizendo que isso não possa acontecer. Só acredito que essa seja uma tese de investimento de risco elevado. Mas essa não é a percepção generalizada do mercado. A maioria das pessoas prefere comprar bolsa quando todo mundo enxerga tudo azul à frente. Foi assim em 2008. O pior momento para comprar a bolsa brasileira foi quando o país recebeu o grau de investimento das agências internacionais de rating. Muita gente entrou naquela época – e o mercado local nunca retomou aqueles patamares. Já o melhor momento para comprar bolsa foi logo que o Plano Collor foi anunciado em 1990. Mas ninguém parecia disposto a investir em ações nesse momento.

3 – Escolha muito bem a hora de tomar risco. Eu costumo comparar o investimento em certos ativos com um vôo da Lloyd Aéreo Boliviano. Diante da necessidade de decidir entre comprar uma passagem de uma companhia aérea americana com uma boa reputação por 2.000 dólares e a de viajar o mesmo trecho em um avião da Lloyd por 1.000 dólares, muita gente não hesita em fazer a segunda opção. Para essas pessoas, o importante é economizar 1.000 dólares. Já em minha opinião, mesmo que o avião da Lloyd chegue intacto ao destino, a decisão correta seria a de comprar o bilhete de 2.000 dólares. Por quê? Porque esse é o tipo de risco que eu não quero correr. Então não vou me achar bobo por ter gastado mais que os outros. O que muitas vezes as pessoas não percebem é que existe a hora certa de tomar riscos. Quem investiu em imóveis há três anos em São Paulo ganhou muito dinheiro. Aquele era o momento certo de tomar risco, já que a possibilidade de perda era pequena e os preços ainda estavam muito baixos quando comparados aos de outros países. Não estou dizendo que quem investir agora não vai ganhar nada. Só não sei se o risco ainda vale a pena. O investimento em bolsa deve ser feito da mesma maneira.

4 – Procure sempre as empresas baratas. Em bolsa, o preço é muito mais importante do que a qualidade de uma empresa. Ninguém duvida da qualidade dos bancos brasileiros. Todos os sócios da FRAM Capital já trabalharam em algum momento no Santander. Alguns também conheceram por dentro outras instituições financeiras. Então sabemos como esses bancos são bem-administrados. Mas o que eu quero dizer é que isso não basta. Os grandes bancos são hoje negociados em bolsa por um valor equivalente a três vezes o patrimônio líquido. A rentabilidade dos bancos é muito boa quando comparada à das instituições estrangeiras. Tem banco que dá um retorno equivalente a 25% do patrimônio líquido, é difícil de achar isso fora do Brasil. O problema é que como o banco é negociado a três vezes o patrimônio em bolsa, o dividendo por ação não é tão interessante quanto parece e o potencial de valorização adicional desses papéis acaba sendo baixo. Outro exemplo é a Lojas Renner. É óbvio que a empresa vai se beneficiar do boom do consumo e da classe média brasileira. Mas eu não vou investir na Lojas Renner em um momento em que ela tem um valor de mercado que corresponde a um terço do da americana GAP [a maior varejista de roupas do mundo]. Muita coisa tem que sair conforme o esperado pelo mercado para que a Renner justifique esse valor. E talvez o risco de pagar para ver não valha a pena.

Neste momento, só vejo duas boas oportunidades na bolsa. No setor de telecomunicações, há preços interessantes [as ações da Brasil Telecom e da Oi estão entre as três maiores quedas do Ibovespa neste ano]. Dependendo de uma conclusão positiva da reorganização societária dessas empresas de telecom, há uma oportunidade de ganho com baixo risco de perda. Também olho com algum otimismo para o setor de energia, principalmente para as empresas que pagam bons dividendos, que foram um pouco esquecidas pelos investidores nos últimos meses. Mas eu não olho para fluxos na hora de investir. Eu vejo o risco de perder de dinheiro e o potencial de ganho e entro quando há uma assimetria.

5 – Não invista em setores historicamente problemáticos. Eu não tenho medo de parecer bobo por não tentar surfar no boom imobiliário brasileiro. No mundo inteiro, há muitas empresas de construção de casas populares. Mas nenhuma delas é centenária. Mesmo aquelas que muitos julgaram ser excelentes não resistiram em algum momento. Eu não estou dizendo que não dá para ganhar dinheiro com esse negócio. Mas acho que para um investidor de longo prazo, o risco elevado. A mesma coisa vale para as empresas aéreas. Na década de 60, havia um grande otimismo no mercado americano em relação a essas companhias. As projeções eram de que o setor aéreo dos EUA poderia crescer a taxas de 30% ou 40% ao ano por décadas. Ao final das contas, essas estimativas estavam certas e acabaram se concretizando. Mas, como investidor de longo prazo, praticamente ninguém ganhou dinheiro com as ações dessas empresas. Então esse é um negócio complicado. Exemplo semelhante são os frigoríficos brasileiros. E o mercado está comprando esses papéis por valores elevados neste momento.

6 – O Brasil é um ótimo lugar para investir em renda fixa. Não estou falando apenas dos juros altos. O Brasil já provou que é um pagador muito melhor do que as agências de rating dizem. Ninguém afirma que o Brasil é um pagador melhor que o México, mas eu acho que é. A sociedade brasileira já mostrou nos últimos anos que está disposta a honrar seus compromissos mesmo que para isso seja necessário cortar dinheiro da educação e da saúde. Olhe para a Grécia e vejam se eles aceitam isso. Se o governo alemão não tivesse ajudado, os gregos não teriam reconquistado a confiança do mercado. E o juro pago hoje pelos títulos gregos não reflete esse risco. Os gestores parecem achar que haverá ajuda à Grécia sempre. Eu não invisto com base nesse tipo de tese cínica. Prefiro investir em renda fixa no Brasil, onde dá para obter ótimos retornos, principalmente com títulos longos de empresas médias.

7 – Não aposte na queda ininterrupta do dólar. Os preços cobrados por bens e serviços no Brasil já se assemelham ou superam os internacionais. Então até onde a moeda americana pode cair? Não estou dizendo que chegar a 1,60 real em algum momento, mas qual é o potencial de ganho que eu tenho para montar uma posição vendida em dólar? E qual é o risco de que em algum momento a moeda venha a reagir? Então eu não vejo uma grande oportunidade no câmbio. Acho que o dólar atingiu o fundo do poço em 2008 e 2009, nos dois momentos em que a quebra do Citigroup parecia uma ameaça real. Acho difícil que a moeda americana perca mais valor do que naquele momento. Na verdade, pensando no comportamento mundial do câmbio, acho que a tendência do dólar é para cima. Por esse motivo, também não vejo o investimento em commodities com muito otimismo. Historicamente, se o dólar se aprecia, as commodities caem, e vice-versa. Neste momento, até existe a tese de que a China vai comprar todas as commodities que outros países possam produzir, e os preços se mantêm altos. Mas eu que cheguei a negociar um barril de petróleo por 10 dólares quando trabalhei na tesouraria do Santander vejo riscos de perda nesse mercado que não consigo ignorar.

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setembro 30, 2010 at 4:22 pm Deixe um comentário

Investimentos estrangeiros na Bolsa em setembro já passam de R$ 1 bilhão

Os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 318,216 milhões na Bovespa na última segunda-feira, dia 27. Naquele pregão, o Ibovespa fechou em alta de 0,91%, aos 68.815,97 pontos. Esse é o maior nível atingido pela Bolsa em cinco meses. A última vez em que o índice fechou perto desse patamar foi no dia 26 de abril, quando cravou 68.871 pontos. O giro somou R$ 6,856 bilhões.

Em setembro, até dia 27, o saldo de capital externo na Bovespa está positivo em R$ 1,064 bilhão. As compras totalizam R$ 35,282 bilhões, e as vendas, R$ 34,217 bilhões. No ano, há um superávit acumulado de recursos estrangeiros de R$ 1,030 bilhão.

setembro 29, 2010 at 5:39 pm Deixe um comentário

Os 12 pecados de quem investe na Bolsa de Valores

Especialistas enumeram os vícios mais comuns dos investidores, especialmente dos novatos

Bruna Bessi, iG São Paulo

Para investir na bolsa de valores, tão importante quanto ter recursos disponíveis e conhecimentos sobre o mercado são a habilidade e o autocontrole. Nem todos os investidores, no entanto, se mantêm tranquilos durante os períodos de instabilidade, fenômeno ainda mais comum entre os iniciantes. Assim, eles se desfazem das ações sem pensar, o que caracteriza a precipitação, uma dos pecados mais comuns entre os investidores, segundo consultores.

Antes de começar os negócios com ações é preciso que o investidor defina seu perfil, considere sua realidade financeira para não cometer excessos e estabeleça um tempo limite para cada operação, já que existem modelos para curto, médio e longo prazo. Esse planejamento prévio ajudar a evitar os pecados dos investidores. “Pensar se resiste a momentos de pressão ou controla freneticamente o movimento do mercado pode ajudar a definir o perfil”, diz Rodrigo Puga, diretor da Corretora Spinelli.

Outro ponto relevante para os iniciantes é identificar, conforme as expectativas, o impacto das ações sobre suas finanças. “Nós precisamos usar mais o racional. Possuímos a tendência de comprar quando está caro e vender barato, já que o emocional atrapalha muito”, diz Leandro Martins, economista com MBA em Economia e Finanças pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Veja os pecados mais comuns entre os investidores de primeira viagem, segundo especialistas:

1. Ansiedade: muitas vezes a ansiedade para obter um retorno imediato do investimento e o medo de perder o capital empregado fazem com que o investidor venda suas ações antes da hora e fracasse. O ideal, no início, é fazer simulações prévias em planilhas fictícias e aplicar moderadamente. Além disso, é importante perder no começo para identificar a realidade do processo.

2. Prepotência: é comum que após os primeiros ganhos o investidor pense que já sabe tudo sobre bolsa de valores, mas isso é um engano e pode fazer com que percam muito dinheiro. Achar que sabe tudo não é a melhor opção.

3. Impaciência: apesar das análises e da ajuda dos consultores, ninguém tem certeza absoluta de qual ação subirá. Por isso, muita calma.

4. Indisciplina: quando o investidor não estabelece limites em suas operações pode ter prejuízo, já que as saídas estratégicas aumentam os lucros. Por isso, devem ser estabelecidos quais serão os momentos de compra e venda das ações.

5. Instabilidade: modificar constantemente a forma de realizar as transações faz com que o investidor tenha prejuízos na análise das tendências.

6. Indecisão: muitas vezes, indeciso, o investidores se cerca de uma quantidade gigantesta de dados, relatórios e notícias, que acabam, em vez de ajudando, co diversas confundem o investidor ao invés de ajudá-lo.

7. Insegurança: independentemente da maior quantidade de notícias ruins sobre o investimento realizado, o investidor busca apoio em uma boa e mantém sua aplicação, ignorando a realidade do momento.

8. Gula: o investidor é atraído pela euforia do mercado e não percebe que, em muitos casos, o momento já é de reversão.

9. Precipitação: diante de uma situação de crise, é comum que o investidor iniciante se deixe contagiar pelo pânico estabelecido, não resista até uma possível melhora – ainda que em longo prazo – e venda suas ações.

10. Ganância: ao investir em ativos mais arriscados ou apelar a operações alavancadas (com empréstimo), o investidor opera mais do que realmente tem – e então, se as ações despencarem, haverá o risco de ele ficar devendo à corretora.

11. Inconstância: é preciso ter cuidado com o “espírito de manada”. Nem sempre a opção escolhida por todos é a melhor.

12. Negligência: é preciso definir objetivos a curto, médio e longo prazos e reinvistir o capital conseguido nas operações, mas não se pode esquecer de monitorar os investimentos.

Fonte: iG

setembro 29, 2010 at 5:29 pm Deixe um comentário

Curso Análise Gráfica e Estratégias

Terá início no próximo dia 18/10, às 20h o Curso Análise Gráfica e Estratégias, da EnsinaInvest.
O curso tem carga horária total de 12h e as aulas, que são totalmente online e ao vivo, ocorrem nas seguintes datas: 18/10/2010, 20/10/2010, 25/10/2010 e 27/10/2010, sempre das 20h às 23h.
O curso tem por objetivo ensinar iniciantes a bolsa de valores, investidores mais experientes e traders que ainda não desenvolveram uma metodologia própria a identificar oportunidades de compra e venda de ações, definir estratégias, proteger seu capital e compreender os movimentos do mercado através dos gráficos de preços.
O conteúdo do curso aborda de forma prática e descomplicada tudo o que é realmente importante para quem irá investir. Serão ensinadas diversas estratégias de investimento e metodologias para operar lucrativamente.
Investir em ações com método e disciplina, seja Day Trade, Swing Trade ou em longo prazo, é certamente a melhor opção de investimento, desde que você saiba reconhecer as melhores oportunidades, saber quando entrar e quando sair, entre outras estratégias que serão abordadas no decorrer do curso de Análise Gráfica e Estratégias.

Acesse ensinainvest.com e faça já a sua matrícula!

setembro 29, 2010 at 4:25 pm Deixe um comentário

Últimas notícias da Bolsa de Valores nesta quarta-feira

Com sobras de Petro, iCash sugere complemento com Vale, Hering e Lojas Renner
“O que fazer com os valores que ficaram de fora?”. Esta é a pergunta que a iCash se propõe a responder diante do rateio de 45,77% para o investidor de varejo na oferta de ações da Petrobras (PETR3, PETR4), patamar que resultou em quantidade menor de papéis do que a procura.

SLC Agrícola vende quase 15 mil hectares de terras por R$ 27 milhões
A SLC Agricola S.A. (Bovespa: SLCE3; Bloomberg: SLCE3:BZ; Reuters: SLCE3.SA),uma das maiores proprietarias de terras do Brasil e uma das maiores produtoras agricolas brasileiras em termos de area cultivada de algodao, soja e milho, em cumprimento ao paragrafo 4 do artigo 157 da Lei n 6.404/76 e ao disposto na Instrucao CVM n 358/02, comunica a seus acionistas e ao mercado em geral que: Celebrou Contrato Particular de Compromisso de Compra e Venda de Imovel Rural,firmado em 24 de Setembro de 2010, atraves do qual vendeu area de 14.625 hectares (Fazenda Palmeira) localizada no municipio de Buriti, MA, pelo valor de R$ 27.160.000,00, ou R$ 1.857 por hectare.

A busca por maior transparência entre os BCs, no mundo e no Brasil
Em poucos momentos da história financeira global os bancos centrais assumiram um papel tão intenso e decisivo nos mercados quanto na última crise, cujos efeitos ainda se fazem sentir. Resgates bilionários, pacotes de estímulos, aquisição de ativos podres, mudanças drásticas nos juros: essas foram apenas algumas das medidas tomadas pelo Federal Reserve, BCE (Banco Central Europeu), entre outros.

Empresas vão investir R$ 27 bilhões em produção de energia
Grandes consumidores e autoprodutores de energia, como Vale, CSN, Gerdau, Votorantim, Alcoa e Camargo Corrêa, vão investir, juntos, R$ 27,3 bilhões na construção de usinas até 2020.

Ouro atinge cotação recorde frente ao dólar
O ouro à vista atingiu o recorde de US$ 1.313,45 por onça-troy durante a madrugada, beneficiado pelo enfraquecimento do dólar. A prata à vista também avançou e atingiu uma nova máxima em 30 anos, sendo brevemente cotada acima de US$ 22 por onça-troy.

Investidor de olho no fluxo cambial
O Banco Central divulga o resultado do fluxo cambial até o dia 24. No período até o dia 17, o movimento de entrada e saída de dólares do País ficou positivo US$ 11,135 bilhões.

Surge um mercado bilionário
Esta é a melhor fase do setor de seguros no Brasil. As companhias se preparam para dar um salto garantindo obras gigantescas, como as da Copa e do PAC, e atraindo milhões de brasileiros que nunca tiveram seguro.

setembro 29, 2010 at 4:22 pm Deixe um comentário

Análise gráfica: ações rompendo resistências e indicando compra nesta quarta-feira

A análise gráfica das ações USIM5, FFTL4, LOGN3, BEEF3, BICB4, HBOR3 mostra que muitas ações estão rompendo resistências importantes e dando continuidade a seus movimentos de alta ao indicarem compra. A SUZB5 testou sua linha de tendência de alta e deve continuar seu movimento altista. Vejamos a análise gráfica dessas ações:

USIM5 diário

FFTL4 diário

LOGN3 diário

BEEF3 diário

BICB4 diário

HBOR3 diário

SUZB5 diário

Analista Responsável
André Ruz Neves. Graduado em Ciências Sociais e Mestre em Sociologia, ambos pela USP, agente autônomo de investimentos, analista e consultor de valores mobiliários credenciado pela CVM. Possui a Certificação profissional ANBIMA, série 20 (CPA-20) e o Certificado Nacional do Profissional de Investimentos – Analista Técnico (CNPI-T) da APIMEC. (mais…)

setembro 29, 2010 at 4:16 pm Deixe um comentário

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