Posts tagged ‘home broker’

Home broker é forma mais usada por quem aplica em ações pela web

É crescente o uso da internet na hora de investir na bolsa de valores. Mas a forma que tem se destacado em meio a este cenário é o home broker, a mais usada por quem aplica pela web em ações.

Uma pesquisa realizada pela QualiBest, a pedido da plataforma Proxxima, revelou que 51% dos entrevistados usam o home broker. E o principal motivo para isso é facilidade/praticidade/comodidade, citada por 62% dos respondentes.

Depois do home broker, os sites dos bancos são a forma mais usada por quem investe em ações pela web, com 47% das respostas. Outros 27% dos entrevistados citaram o site de uma corretora.

Por que o home broker?
Além da praticidade, a independência foi um item citado por quem aderiu ao home broker, com 30% das respostas, conforme a tabela abaixo:

Razões para investir em ações pelo home broker

Motivo Respostas
Facilidade/praticidade/comodidade 62%
Independência 30%
Segurança 25%
Rapidez/velocidade/agilidade 20%
Menor taxa/custo 13%
Indicação 10%
Maior controle dos investimentos 7%
É uma forma abrangente/completa 4%
Tradição 1%
Fonte: Proxxima

Incidência
Quando questionados sobre quando investiram pela primeira vez na bolsa de valores na internet, 78% dos entrevistados disseram que foi há até três anos, enquanto 17% responderam entre três e cinco anos atrás e 5%, há mais de cinco anos.

A bolsa de valores detém 24% dos investimentos feitos pela web nos últimos 12 meses, perdendo apenas para a poupança, que obteve 79% das respostas.

A pesquisa foi realizada com 565 pessoas, entre homens e mulheres, das classes A e B e com idade de 21 a 49 anos.

novembro 24, 2010 at 4:04 pm Deixe um comentário

Bolsa estuda novos fundos de índices de ações com investimento inicial menor

Os investidores que querem diversificar aplicações ou mesmo novatos que pensam em investir na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) sem correr tantos riscos, vão ter novas opções nos próximos meses. A BM&F Bovespa está estudando o lançamento de seis novos fundos de índices de ações – os chamados ETFs, do inglês Exchange Traded Funds. São aplicações que replicam a carteira de índices, como o Ibovespa, referência da Bolsa. Entre os fundos em estudo estão  de dividendos,  infraestrutura, utilidades (saneamento, energia elétrica e telefonia), sustentabilidade empresarial (ISE) e de governança corporativa (IGC).

Segundo especialistas, os fundos são uma opção mais barata para quem quer investir em setores ou diversificar investimento. Uma cota de um ETF custa  menos que mil reais.  O lote padrão dos fundos foi reduzido de cem cotas (mesmo tamanho do mercado de ações) para dez. O investidor desembolsava R$ 6.900 para ingressar no fundo indexado ao Ibovespa (BOVA11). Com a mudança a partir de agora basta R$ 690, por exemplo.

Para comprar uma cota, o investidor deve estar cadastrado em uma corretora. Os mesmos tipos de ordens de compra e venda podem ser emitidos pela internet, através do home broker (sistema de compra e venda eletrônica de ações), com o código do fundo.

O fundo  representa todas as ações do índice que ele replica. Se esse índice subir, a cota sobe. Se recuar, idem.

outubro 8, 2010 at 5:50 pm Deixe um comentário

Últimas notícias da Bolsa de Valores desta sexta-feira

Ações da Alcoa tem forte alta, após resultado melhor que o esperado
As ações da Alcoa apresentam alta 3,61% nas negociações do pré-market norte-americano desta sexta-feira (8), após a companhia divulgar seu resultado trimestral na véspera, tendo apresentado lucro por ação de US$ 0,09, enquanto o mercado aguardava US$ 0,05 por papel.

Ibovespa Futuro abre em queda, seguindo as maiores bolsas do globo
Acompanhando os principais índices acionários do mundo, o Ibovespa futuro iniciou a sessão em baixa nessa sexta-feira (8), recuando 0,48%, a 69.695 pontos. O Relatório de Emprego que será divulgado ainda nesta manhã pelos EUA é o foco de atenção dos investidores.

Agrenco esclarece sobre aumento de conselheiros em subsidiárias e reportagem
A empresa enviou a seguinte correspondencia a CVM:”Pela presente, em face da solicitacao em epigrafe, essa autarquia requer ao signatario, na condicao de Diretor de Relacoes com Investidores da AGRENCO LTD, esclarecimentos quanto ao comunicado datado de 30.09.2010, disponibilizado na pagina do Agrenco Group na internet, na qual comunica ao mercado, a decisao da Companhia em aumentar o numero de conselheiros das subsidiarias brasileiras para 9 membros.

Giro financeiro do segmento BM&F cai 20% em setembro, para R$ 2,72 trilhões
O segmento BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros) registrou um volume financeiro de R$ 2,72 trilhões em setembro, o que denota uma queda de 20% em relação ao giro captado no mês de agosto, de R$ 3,44 trilhões, revela o balanço mensal de operações da BM&F Bovespa divulgado nesta quinta-feira (7).

Metais seguem sem direção única
Os metais básicos seguem sem direção única enquanto aguardam a divulgação de dados sobre o mercado de trabalho dos EUA. O dólar firme pressiona os contratos e a queda das bolsas europeias contrabalançam o avanço registrado nas ações da China, onde os mercados foram reabertos depois de um feriado de quatro dias.

Vendas contratadas da CCDI crescem 76,6% no terceiro trimestre de 2010
A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCIM3) registrou crescimento de 801,8% nos lançamentos no terceiro trimestre de 2010 frente ao mesmo período do ano passado, atingindo a marca de R$ 505 milhões.

IGP-DI aponta inflação de 1,10% em setembro, taxa idêntica à anterior
Mantendo a mesma taxa de inflação registrada em agosto, o IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) apontou inflação de 1,10% em setembro. O indicador foi divulgado na manhã desta sexta-feira (8) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Petrobras: desta vez é a Fator quem corta preço-alvo e reitera manutenção
Retomando a cobertura dos papéis da Petrobras (PETR3, PETR4) após o final do período de silêncio decorrente do processo de capitalização, o Banco Fator Corretora mantém o viés majoritariamente negativo dos relatórios de análise que vem sendo publicado sobre a estatal e revela um corte no preço-alvo das ações, reiterando sua recomendação de manutenção.

Otimista com início da temporada de balanços, PAX divulga carteira para outubro
A Pax Corretora divulgou sua carteira recomendada para o mês de outubro, com a expectativa de que o início da temporada de resultados corporativos no Brasil e nos Estados Unidos traga um ritmo positivo ao Ibovespa, que se traduza em bons retornos ao portfólio.

Para analistas técnicos, Ibovespa esté perto do rompimento de suportes
Com queda de 0,88% na última quinta-feira (7), o Ibovespa está próximo de romper mais uma média móvel, agora a de 10 dias, tida atualmente o suporte macro do índice, mostra a equipe de analistas técnicos da Focques-Ceccato.

outubro 8, 2010 at 2:00 pm Deixe um comentário

O que é Home Broker?

Home Broker é o sistema que possibilita a negociação de ações e outros ativos financeiros diretamente através da internet. Foi implantado em 1999 e seu principal objetivo é facilitar o acesso ao mercado acionário e permitir que cada vez mais pessoas façam parte dele, de forma simples e eficiente.

Antigamente, comprar e vender ações era algo mais complicado, geralmente o processo era efetuado através de telefonemas para as sociedades corretoras e obrigatoriamente era necessário o intermédio de corretores, que efetuavam as ordens de compra e venda. Como pode perceber, era algo bastante trabalhoso e lento se comparado aos dias de hoje.

Com a chegada do home broker, o processo ficou mais rápido e dinâmico. É possível fazer uma operação diretamente no mercado em uma fração do tempo que se gastava antigamente. Além disso, ficou mais barato operar. No passado os custos eram maiores, porque era necessário enviar ordens através das mesas de operações. Ainda é bastante comum operar pelas mesas, mas agora existem outras maneiras. Isso tudo, atrelado ao aumento da oferta de produtos e da livre concorrência, fez com que os custos de operação caíssem bastante.

Como funciona?
Apesar de parecer algo complicado, seu funcionamento é bastante simples. Primeiro, você deve ser cadastrado em alguma corretora que ofereça os serviços de home broker. Atualmente existe uma grande oferta de produtos no mercado, cabe a você pesquisar e decidir qual se adéqua melhor às suas necessidades.

Com o cadastro feito e já apto a operar, você abre o sistema, que pode ser diretamente através do site da corretora ou então diretamente instalado em seu computador. A partir daí, todas as ordens de compra e venda que você enviar, passarão pela corretora e serão retransmitidas diretamente ao sistema Mega Bolsa da bolsa de valores, tudo de forma muito rápida e fácil.

Quais as vantagens?
Através desse sistema você terá acesso, de forma bastante clara e transparente, ao recebimento e a notificação de ordens executadas. Também poderá acompanhar a evolução de sua carteira de ações e terá acesso as cotações em tempo real.

Alguns produtos ainda oferecem análises de ativos, notícias sobre o mercado, relatórios sobre empresas e muito mais.

Quais os riscos?
Além dos riscos inerentes ao mercado de ações, o sistema de home broker oferece alguns riscos adicionais, no que diz respeito à estrutura e tecnologia que fazem com que ele funcione na maior parte do tempo. São eles:

Riscos do uso da internet: não divulgue suas senhas, mantenha seu computador protegido contra vírus, não abra e-mails suspeitos ou de pessoas desconhecidas, etc.

Riscos da conexão com a internet: falta de energia, má qualidade de linhas telefônicas, queda do serviço de banda larga, desempenho do computador utilizado, etc.

Apesar de serem pequenos, os riscos existem e podem levar a prejuízos. Alguém mal intencionado pode fazer uso de sua senha ou instalar algum vírus em seu computador, com o objetivo de roubar seus dados financeiros. Ou ainda, no meio de uma operação pode faltar energia ou cair a conexão com a internet, fazendo com que esses poucos minutos ou horas levem a prejuízos. Esses riscos devem ser conhecidos e assumidos pelo utilizador do home broker.

Tomar precauções para minimizar esses riscos é dever do investidor. Por exemplo, o uso de no-breaks na rede elétrica pode lhe oferecer tempo extra para finalizar suas posições no caso de uma queda de energia. Manter o telefone de sua corretora sempre atualizado e por perto, também pode fazer com que esses minutos ou horas fora do mercado não sejam transformados em prejuízo, bastando uma simples ligação para que seu corretor finalize uma operação em aberto.

Fonte: Investpedia

agosto 25, 2010 at 7:30 pm Deixe um comentário

Uma notícia boa e uma ruim para a semana

Luana Branco

O número de pessoas que estão entrando no mercado variável, principalmente Bolsa de Valores, é crescente a cada ano. Isso se deve: a popularização da Bolsa no mercado interno, as inúmeras histórias sobre pessoas que tiveram lucros exorbitantes e mudaram de vida e recentemente algumas corretoras estão traduzindo palavras do mercado (Home Broker, stop, hedge…) para atrair e facilitar o entendimento das pessoas que nada entendem sobre o mercado.

Porém, infelizmente, a maioria desses investidores novatos não sobrevivem ao primeiro ano na Bolsa de Valores, os principais erros são: ouvir todos os conselhos (quando decidir comprar ou vender ações apenas você decide, ninguém o obriga a fazer isso); acreditar nos “gurus” do mercado (que tentam prever o movimento do mercado); comprar e vender (muito) a curto prazo e não saber lidar com os medos, incertezas, volatilidade e ganância.

Identifique se irá investir a curto, médio, longo prazo ou day trade. Normalmente entende-se day trade como a compra e venda de ações no mesmo dia, curto como menos de um ano, médio de um ano a cinco e longo mais que cinco anos.

Caso tenho escolhido o day trade ou curto prazo, antes de sair comprando trace uma estratégia, de até quanto está disposto a perder ou ganhar, caso a ação suba ou caia o que fará (normalmente quando se está no mercado e isso ocorre a maioria das pessoas são influenciadas ou ficam sem saber como agir), se proteja com o stop loss e stop gain e estude, se prepare para não fazer parte da estatística dos que saem da Bolsa de Valores antes de completar um ano de operação, com o capital reduzido ou totalmente perdido.

Seguem algumas dicas para sobreviver ao mercado no médio e longo prazo:

– Invista um dinheiro que não irá precisar, ou seja, o que estiver sobrando;
– Reaplique os dividendos (lucro por ação) que ganhar;
– Analise antes de comprar, verifique a empresa, se está entre as maiores da Bolsa de Valores, o volume financeiro, a solidez, e por se tratar de longo de prazo, prefira as blue chips do que as small caps;
– Defina uma meta de investimento (semanal, quinzenal, mensal) para não ficar comprando e olhando o Home Broker todos os dias;
– Desenvolva percentuais para aplicação em renda fixa e renda variável e reavalie de tempos em tempos de como está esta proporção. Por exemplo: foi definido 35% em renda fixa e 65% em renda variável, após 3 meses, verifique se é este percentual do seu capital e caso não seja equipare.

Nunca se esqueça ao entrarmos no mercado financeiro de renda variável temos duas opções certas, teremos lucros ou prejuízos, prejuízos estes que podem ser minimizados, com estudo, metodologia e principalmente disciplina.

Quando for investir lembre-se que você já entra perdendo, porque para comprar ações você paga taxa de corretagem e em algumas corretoras paga-se taxa de custódia.

Bom investimento!


Luana Branco é graduada em Ciências Econômicas, tem Pós Graduação em Administração Financeira e MBA em Capacitação para o Mercado Financeiro.

agosto 18, 2010 at 4:34 pm Deixe um comentário

Que tal experimentar opções de ações?

Embora pouco conhecidas, as opções de ações são uma boa alternativa para os investidores que buscam tranquilidade nas aplicações

Artigo de Marcelo Piazza*

O Brasil ainda tem muito a evoluir em matéria de investimento em ações. Se contarmos o número de investidores pessoas físicas com ativos em carteira no mês de abril, veremos que temos 557 mil usuários, segundo a BM&F Bovespa. Pouco mais de 0,29% da população brasileira – percentual ainda muito inexpressivo.

Mesmo assim, nunca se falou tanto em bolsa de valores como agora. E, ao contrário do que muitos pensam, os momentos de crise são especiais, porque representam oportunidades de se adquirir ações a preços reduzidos. É o que podemos chamar de “época das liquidações” no mercado. Para os iniciantes, essa é uma chance de ouro para montar uma carteira repleta de ações com grande potencial de valorização no médio prazo.

Mas se engana quem pensa que esse mercado se resume às tão faladas ações. Existem diversos produtos financeiros disponíveis ao pequeno investidor, a maioria ainda desconhecidos. Entre eles, estão as opções de ações.

As opções são uma espécie de “seguro” para as ações negociadas em bolsa. Sua função básica é reduzir o risco das operações. Elas complementam perfeitamente o investimento em ações e permitem que o usuário obtenha ganhos mensais com sua carteira. Às vezes, tornam possível obter lucros mesmo com os mercados em queda. Na alta, na baixa ou até mesmo no chamado “mercado lateral”, há a oportunidade de se recolher do mercado uma taxa mensal, com valor fixo, definido logo na montagem de cada operação.

Inserindo as opções nos investimentos em ações, o usuário passa a ter uma data certa para liquidar seus ganhos no mercado, mês a mês. Isso significa que ele deixa de ficar tão dependente da alta nos preços dos papéis para obter lucro. As aplicações se tornam mais seguras. E o investidor, especialmente o iniciante – que costuma ter mais dificuldades para manter o controle emocional diante das oscilações de mercado –, fica mais tranquilo para fazer suas aplicações.

Os negócios com opções também podem ser feitos pelo home broker – um painel resumido de operações, muito fácil de usar, que interliga o investidor a sua corretora e permite que ele execute ordens de compra e venda de forma independente. Basta preencher um pequeno boleto com os dados da ação que deseja comprar ou vender e enviar a ordem, que chega à bolsa em menos de um segundo. Depois disso, é só acompanhar os ativos em sua carteira.

Quem tiver a chance de acompanhar essa tendência desde o começo vai sair na frente. Lembre que o mesmo aconteceu com a informática, e depois, com a chegada da internet. No início, tudo era novo e impressionava. Hoje, é algo comum, que está ao alcance de todos.

Acredito que, só pelo fato de estimular o lado poupador do usuário, as opções representam um grande passo em busca da riqueza. Não vejo outra forma de acumular um grande capital a não ser por meio do exercício de poupar para investir. E se podemos contar com esse mercado, por que não tentar?

*Investidor profissional com certificação Anbid e analista de mercado pela Saint Paul Institute of Finance de São Paulo. Especializou-se na análise técnica das ações e acompanha o mercado à vista e de derivativos diariamente. É autor de três livros, entre eles Bem-Vindo à Bolsa de Valores e o recém-lançado Ganhe Mais Investindo em Opções (Saraiva).

Inscreva-se agora mesmo para Palestra Gratuita – Como Investir na Bolsa.

julho 27, 2010 at 7:46 pm Deixe um comentário

Investidores contam o que aprenderam com a crise na Bovespa

Investidores contam suas experiências na Bolsa de Valores

Investidores contam suas experiências na Bolsa de Valores

Os sucessivos “tombos” da Bovespa, acompanhados de raros momentos de euforia, têm tirado o sono dos pequenos investidores que apostaram no mercado de ações e amargam prejuízos com o fim do ciclo de valorização causado pela crise financeira internacional: em 2008, o principal índice da bolsa paulista já caiu 43%.

Atraídas pelos últimos cinco anos de alta do Ibovespa (que saltou dos 11.268 pontos, em 2002, para 63.886, em 2007), muitas pessoas físicas colocaram dinheiro em renda variável recentemente. Segundo números da Bovespa, considerados os meses de setembro, o número de investidores individuais cresceu de 284,5 mil, em 2007, para 527,6 mil, neste ano.

Para muitos desses investidores, o sobe-e-desce recente nas bolsas em todo o mundo é uma experiência inesperada e um exercício de paciência indesejado por quem só queria rendimento maiores. Por isso, o G1 entrevistou investidores que sentiram na pele – e no bolso – os efeitos da “montanha russa” financeira. Eles contam o que aprenderam com a crise financeira.

Saída definitiva
O representante comercial Dorival dos Santos, 59 anos, tirou R$ 2 mil da renda fixa para aplicar em um fundo de ações da Vale e da Petrobras. “Eles me mostraram o quanto as ações tinham subido no ano passado, e eu pensei: vou colocar alguma coisa só para ver como funciona.”

O objetivo, segundo Dorival, era usar o rendimento  para comprar uma televisão LCD no final do ano. Mas o sobe-e-desce esgotou a paciência do investidor. Há cerca de 15 dias, decidiu pegar o dinheiro de volta antes que a situação ficasse pior: resgatou R$ 1,3 mil. “Foi sufoco, resolvi tirar porque senão não ia comprar nem um chicletinho.”

O que aprendeu: “Eu não entro mais. É um mercado legal para quem tem disponibilidade, para quem gosta de sofrer, é ótimo. Eu prefiro uma coisa mais light.”

Diversificação
O empresário Franklin Toassa, 25 anos, começou a investir em ações há cerca de dez meses. Optou por diversas formas de renda variável: um fundo de ações escolhidas por uma corretora, um fundo de papéis da Vale e Petrobras e ações que comprou pelo home broker. Ele estima que, até agora, tenha perdido cerca de R$ 6 mil.

Toassa diz que superou o nervosismo das perdas porque não tem planos de usar o dinheiro aplicado no curto prazo. Apesar disso, lamenta não ter aplicado parte das economias em investimentos que pudesse resgatar em caso de necessidade. “A gente não espera uma super queda dessas.”

O que aprendeu: “A diversificar mais. Eu colocaria dinheiro em outras coisas também para ter mais liquidez. Ação é para longo prazo.”

Mudança de estratégia
O economista Rodrigo Nogueira, de 25 anos, começou a operar na Bovespa na época das “vacas gordas”, em 2004. Ainda estudante, aplicou R$ 500 e entrou e saiu diversas vezes do mercado financeiro, aproveitando a tendência de alta. Aos poucos, aumentou o montante aplicado.

O economista diz que, no balanço dos quatro anos em que aplica no mercado financeiro, já está no negativo. Não desistiu, no entanto, de investir em bolsa. Pelo contrário: diz que agora aposta no longo prazo e que não fará parte do “efeito manada”, em que investidores saem da bolsa por conta das perdas.

Por acreditar que o certo é “comprar na baixa e vender na alta”, o economista voltou à Bovespa recentemente, quando o índice chegou aos 40 mil pontos. Para se proteger, trocou ações mais arrojadas – e arriscadas – por papéis tradicionais.

O que aprendeu: “O jeito é “esquecer do dinheiro por um tempo (…) A estratégia é tentar diminuir esse prejuízo, tem que ter frieza nesses momentos.”

Influência do gerente
O assessor jurídico Renato Pires, 34 anos, nem tinha interesse no mercado de ações. Estava feliz com os seus R$ 40 mil aplicados na velha poupança. Entrou em março, seguindo recomendação de seu irmão mais novo, gerente de banco, que recomendou investimento em um fundo que cobria perdas de até 12%.

Como a desvalorização do mercado superou o valor garantido pelo banco, ele já acumula perdas de R$ 8,5 mil. “Vou esperar até março, quando empatar eu vou sair. Já disse para o meu irmão que, se eu precisar do dinheiro nesse tempo, ele vai ter que me pagar a diferença.”

O que aprendeu: “Se fosse hoje eu não aplicaria de novo, deixaria lá na conta-poupança. É um mercado que tem influência de acontecimentos mundiais. Você está investindo em uma coisa sobre a qual você não consegue controlar tudo.”

Mais informação
O economista Leandro Marques, 25 anos, não é novato no mercado de ações: começou a investir há cinco anos e já enfrentou os altos e baixos do mercado. Nada parecido, no entanto, com os efeitos da crise financeira atual.

Até agora, ele estima ter perdido cerca de 30% de seus investimentos. “Eu só tinha vivido realizações normais, de crise política, essas coisas. Você nunca imagina que vai passar pela pior crise desde 1929”, diz.

Embora ainda acredite no mercado de ações e esteja tranqüilo porque quer usar o dinheiro apenas na aposentadoria, ele acredita que poderia ter ficado mais atento aos indícios da gravidade da crise e, quem sabe, vendido alguns papéis antes do aprofundamento da baixa.

O que aprendeu: “Daqui pra frente vou ficar mais atento para este tipo de noticiário (o econômico internacional). Se estivesse mais informado, talvez pudesse ter comprado menos. Isso serve de lição.”

outubro 18, 2008 at 3:56 pm Deixe um comentário


Dados econômicos

IBOV
Gráfico IBOV
Dow Jones
Gráfico Dow Jones
Treasuries Americanos
titulos do tesouro americano
Óleo
Gráfico óleo
Petrobrás (Petr4)
Vale5
Grafico vale
ADR-Vale(RIO-p)
Grafico vale
Níquel intraday
nickel
Bolsa na Ásia
BOLSAS NA ÁSIA

analise fundamentalista analise grafica de açoes análise gráfica análise técnica análise técnica de ações aplicar em ações aplicar na bolsa aplicar na bolsa de valores aprenda a investir em açoes aprender a aplicar na bolsa de valores aprender a investir em ações açoes açoes da bolsa de valores açoes em alta ações da Petrobrás ações de empresas brasileiras ações na bolsa BM&F Bovespa bolsa de valores Bolsa de Valores de São Paulo Bovespa capitalização da Petrobras carteira de ações Comissão de Valores Mobiliários compra de ações compra e venda de açoes comprar ações comprar ações da petrobrás curso Análise Gráfica curso de investimentos em açoes curso gratis de açoes cursos de investimentos cursos de investimentos em ações Dow Jones economia americana economia norte-americana educação financeira fundo de ações fundos de investimentos ganhar dinheiro com ações ganhar dinheiro na bolsa home broker Ibovespa instituições financeiras investidor investidores investidores estrangeiros investimento de longo prazo investimento em ações investimento na bolsa de valores investimentos em ações investimentos na bolsa de valores investir em ações investir na bolsa investir na Bolsa de Valores investir no Mercado de Ações mercado acionário mercado de ações mercado de capitais mercado financeiro nasdaq novos investidores Oferta de ações da Petrobras o que é home broker pequeno investidor PETR4 preço das ações preços das ações queda das bolsas renda variável valorização das ações vender ações volatilidade do mercado Wall Street índice da bolsa de valores