Posts tagged ‘valorização das ações’

Fundo de dividendos é alternativa de aplicação menos volátil

Se a forte oscilação da Bolsa de Valores assusta – principalmente em um ano tão instável como foi 2010 -, mas há interesse em se aventurar com renda variável, um bom caminho pode ser investir em fundos que aplicam em ações de companhias com bom potencial para o pagamento de dividendos, apontam analistas.

Os dividendos são a distribuição de parte do lucro das empresas para seus acionistas. Em alguns casos, esse pagamento é feito mais de uma vez por ano e em um percentual elevado, em torno de 70% ou 80%.

Nesses fundos, a ideia é que os ganhos para os cotistas venham tanto da valorização das ações – como ocorre nos demais fundos de ações – como do pagamento dos dividendos. Outra vantagem apontada pelos especialistas é que este tipo de fundo tende a ter uma oscilação menor que a do Ibovespa, referência do mercado, seja para cima ou para baixo. Mas é preciso ficar alerta: o risco ainda existe, como em todo investimento em renda variável.

O fundo é um pouco menos arriscado que aqueles que miram apenas na valorização das ações, mas evidentemente vai oscilar como todo fundo de ações.

dezembro 15, 2010 at 7:52 pm Deixe um comentário

Mercado de ações oferece melhor remuneração

Com o crescimento econômico, companhias listadas na Bovespa destinaram parte dos lucros para investimento.

Bolsa promete remunerar bem seus investidores com a valorização de papéis e pagamento de dividendo.

Diante das boas perspectivas para a economia brasileira em 2011, o mercado de ações promete remunerar bem seus investidores. E não apenas com a valorização dos papéis, mas também com o pagamento de dividendos – que são a divisão, entre os acionistas, do lucro obtido pela empresa. Neste ano, com a retomada do crescimento econômico, as companhias listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) destinaram boa parte de seus lucros para investimentos.

Dividiram, portanto, uma parcela menor de dinheiro com os investidores. É o que ocorreu com a Petrobras. A empresa precisa reinvestir boa parte dos seus lucros para desenvolver a tecnologia que possibilita a exploração do petróleo na camada pré-sal. Este, aliás, foi o que motivou a companhia a realizar a maior capitalização da história, para levantar recursos no mercado que custeassem seu avanço tecnológico.

Por conta dos investimentos, segundo o Instituto Assaf, o valor médio pago pelas empresas brasileiras por ação em dividendos foi de R$ 0,69. É exatamente a metade do valor médio registrado em 2009, que foi de R$ 1,38. Naquele ano, como a crise econômica mundial trouxe diversas incertezas em relação ao futuro dos negócios, as companhias suspenderam seus investimentos e preferiram dividir o lucro com seus acionistas. “Daí o valor mais alto”, justifica Fabiano Guasti Lima, professor e consultor do Instituto Assaf.

Mas em 2011 esse indicador promete apresentar melhores resultados. E um dos fatores que sustentam tal previsão é a expectativa de queda da taxa básica de juros da economia (Selic) “Há uma correlação negativa entre juros e dividendos”, explica Lima.

Com juros em alta, os custos de empréstimos ficam mais altos e abocanham parte do lucro das empresas. Portanto, se a Selic cair, os dividendos tendem a ser maiores. Além disso, a projeção de crescimento do PIB em 4,5% para 2011 também deve propiciar bons resultados para as empresas.

Mas quem quer comprar papéis visando receber dividendos deve utilizar critérios diferentes daqueles investidores que estão interessados apenas na valorização das ações. “Para quem busca uma manutenção do patrimônio, com valorização regular dos papéis e baixo risco, mirar os dividendos é a melhor opção”, avalia Osmar Camilo, analista da corretora Socopa. “É uma opção de longo prazo”.

As empresas listadas na Bovespa são, por lei, obrigadas a dividir entre seus acionistas ao menos 25% do lucro anual.

Porém, essa a fatia, definida pelo estatuto da empresa, pode ser ainda muito maior – como em algumas empresas do setor elétrico e de telecomunicações, que chegam a dividir mais de 60% dos lucros.

Para se orientar, portanto, na escolha de uma ação, é preciso conhecer o índice chamado divdend yield (DY), que é resultado da divisão do preço do papel pelo dividendo pago pela companhia. Por exemplo, caso uma ação custe R$ 10 e receba R$ 1, seu DY será de 10%.

Fonte: Diário do Nordeste

novembro 24, 2010 at 5:13 pm Deixe um comentário

Petrobras: Citi reduz preços-alvo, mas segue sugerindo “compra” às ações

Recomendação de compra para ações da Petrobrás

Recomendação de compra para ações da Petrobrás

Por: Gabriel Ignatti Casonato

A recente volatilidade dos mercados tem penalizado duramente os ativos de empresas reconhecidamente sólidas na bolsa brasileira. A principal delas, para muitos, é a Petrobras, cujos bons fundamentos têm sido deixados de lado pelos investidores à luz dos temores envolvendo os desdobramentos da crise global de crédito.

Mas além do forte prejuízo causado aos papéis, as conseqüências do colapso também têm afetado as projeções de diversos analistas para a estatal. Nesta sexta-feira (17), foi a vez de o Citigroup levar em conta o atual cenário para reduzir seu preço-alvo tanto para as ações ordinárias quanto às preferenciais.

Entre os principais vetores responsáveis pela redução do target, destaque para a expectativa de redução dos investimentos previstos no plano estratégico da companhia em função da crise, além da forte queda nos preços do petróleo e do baixo patamar dos ativos da companhia.

Código Preço-alvo anterior Preço-alvo atual Upside*
PETR3 R$ 59,00 R$ 52,00 87%
PETR4 R$ 50,00 R$ 43,00 89%

*Potencial de valorização para os próximos doze meses com base nas cotações de fechamento de 17 de outubro

Com relação ao primeiro item, o banco lembra que a própria Petrobras afirmou que, sob a nova ótica da crise mundial, os novos projetos da empresa enfrentarão dificuldades na medida em que precisarão de crédito, o que obrigará a companhia a revisar seus investimentos estratégicos até 2020.

Neste sentido, vale lembrar que a estatal decidiu nesta sexta-feira adiar a divulgação de seu plano de negócios para o período de 2009-2013, que estava programada para este mês, “em função da necessidade de concluir as análises dos projetos, frente às novas condições conjunturais”, informou.

Por sua vez, a deterioração das condições de crédito também irá impactar o crescimento econômico de alguns dos maiores mercados consumidores de petróleo do mundo, o que deve reduzir a demanda e manter os preços do produto em baixa. Neste caso, os próximos resultados da estatal devem ser afetados, afirma o Citi.

Por fim, o fraco desempenho das ações da Petrobras no ano obriga uma revisão no target. Depois de acumularem expressivas altas no ano passado, os papéis ordinários e preferenciais da petrolífera somam perdas de mais de 40% em 2008, atribuída em grande parte ao conturbado cenário externo.

Recomendação de “compra” é mantida
A despeito dos impactos de tais referências e da conseqüente redução de seus preços-alvo, o Citi continua recomendando “compra” às ações da Petrobras. O forte potencial de valorização dos ativos, de quase 90%, para os próximos doze meses, mesmo após o corte no target, é um dos pontos que sustenta o otimismo.

Em adição, a instituição lembra que com a crescente preocupação em torno da crise, os investidores não estão dando o devido valor a alguns importantes catalisadores para os papéis, como os bons fundamentos e o grande potencial das novas reservas descobertas pela petrolífera.

Neste último item, o banco acredita no forte potencial de exploração das reservas do pré-sal e na agilidade quanto à resolução dos trâmites envolvidos na operação. Ele espera para 2013 o início das operações e dez plataformas em pleno vapor até 2017.

Projeções do Citi para os resultados da Petrobras
Baseando-se na análise, os analistas do Citigroup divulgaram também suas perspectivas para os resultados trimestrais e anuais da Petrobras. Apesar de expectativa de que o arrefecimento da demanda por petróleo exerça certa pressão, os números devem continuar mostrando uma expansão dos indicadores operacionais da estatal.

(em R$ bilhões) 3º tri/08 4º tri/08 2008 2009
Receita Líquida 53,747 52,655 207,864 219,983
Ebitda* 16,918 13,332 62,257 67,946
Lucro líquido 12,122 7,351 35,181 36,912

*Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização

Fonte: InfoMoney

outubro 18, 2008 at 3:33 pm Deixe um comentário


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