Posts tagged ‘investir na bolsa’

Análise técnica ou Análise fundamentalista?

Quais são os seus critérios para investir? Você se preocupa em acompanhar o cenário macroeconômico e os demonstrativos das empresas que lhe interessam? Ou se preocupa em encontrar padrões e tendências nos gráficos de seus ativos? A resposta para essas perguntas podem definir se você é um investidor fundamentalista ou gráfico.

Não se pode dizer que uma é melhor que a outra. Dependendo do seu perfil, uma delas se adequará melhor, mas uma coisa é certa: você não vai chegar a lugar nenhum se não procurar estudar uma das escolas para embasar suas decisões de investimento.

A premissa inicial da Análise Fundamentalista, é de que o valor justo para uma empresa está relacionado à sua capacidade de gerar lucros no futuro. Para compreender isso, o investidor precisa estar atento a uma série de fatores da própria empresa, além de cenários micro e macroeconômicos.

Já a Análise Técnica, desde o início do século XX, quando os jornalistas Charles Dow e Edward D. Jones publicavam um informativo financeiro que mais tarde viria a ser o The Wall Street Journal. Ao longo dos anos, Dow apresentou suas teorias sobre o comportamento do mercado em artigos no jornal. O conjunto desses textos seria posteriormente reunido, gerando o que pode ser considerado o início da análise técnica: a Teoria de Dow.

“A teoria sugere ser possível, através dos gráficos, identificar o momento de abrir e fechar uma posição. Em resumo, ‘padrões’ que se repetem ao longo da história sinalizam se há uma probabilidade maior de alta ou queda das cotações naquele momento”, explica o engenheiro civil, pós-graduado em finanças e autor do blog Trader sem Mistérios, André Motta. Nas palavras do próprio Dow, “o que aconteceu ontem pode determinar o que acontecerá hoje, e a configuração gráfica dos preços tende a se relacionar com a direção que eles tomarão no futuro”.

Meio confuso?

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novembro 3, 2010 at 12:17 pm Deixe um comentário

Como investir na bolsa de valores para ganhar

Números no Brasil e na estável economia dos EUA desmentem a tese de que a Bolsa ganha no longo prazo. Ganham os que sabem a hora de entrar e a de sair. Historicamente, nenhuma alta da Bolsa de valores sustenta-se por muito tempo.

“Dizer que o investimento em ações é bom negócio no longo prazo é um mito. Pelo menos no Brasil, onde o mercado não tem estabilidade e não existe uma lei de sociedades anônimas que proteja o investidor”, diz Carlos Augusto Levorin, diretor da ClickInvest Gestão de Ativos, ex-corretora Síntese. “Aqui, para se ganhar dinheiro é preciso aproveitar os picos, sabendo a hora de entrar e a de sair, independentemente de prazos. É preciso ser jogador” , diz. E completa: “O gerente do banco nunca dirá a seu cliente que é hora de sair do fundo de ações” .

BALELA. Seja em relação ao mercado brasileiro ou norte-americano, Fausto de Arruda Botelho, diretor da Enfoque Gráfico e especializado em análise técnica (grafista) de mercados de risco, é cético quanto ao bom retorno das ações no longo prazo.“Isso é uma balela. A Bolsa de Nova York só se recuperou do crash de 1929 depois de 25 anos” , diz.

O prazo de, por exemplo, 20 anos, contido nesse período de 25 anos que a Bolsa norte-americana levou para se reerguer, é considerado longo e não trouxe qualquer alegria para o investidor. Em compensação, quem entrou na Bolsa norte-americana há cinco anos ainda não sabe o que é perder dinheiro. O que leva a crer que o ganho não depende da duração do investimento, e sim dos momentos certos em que se compram e se vendem as ações.

Segundo Botelho, essa conversa de que investir na Bolsa a longo prazo é um bom negócio começou a se difundir no Brasil principalmente nos anos 70. “Na época, servia para consolar as pessoas que viram suas ações virarem pó em 1972, com o início da crise do petróleo”, diz.

NOVA ERA . Se nos últimos 14 anos a Bolsa perdeu feio para o CDI – é um fato, apesar (e por causa) de todas as aberrações da economia brasileira -, analistas estimam que a partir de agora se inicia uma nova era, de estabilidade e crescimento promovido por juros baixos.“De agora em diante, a tendência é de que investir em Bolsa vire uma coisa normal e que ela deixe de ser vista como um cassino” , diz Luís Eduardo Assis, diretor de administração de recursos do HSBC. Segundo ele, ainda hoje a Bolsa brasileira oscila a reboque dos fatos macroeconômicos. Com a estabilidade, porém, passará a refletir principalmente a rentabilidade das empresas.

E essa rentabilidade, na opinião de Gina Baccelli, economista-chefe da Lloyds Asset Management (LAM), tende a crescer muito porque as empresas brasileiras ficaram mais competitivas e eficientes para conseguir sobreviver num ambiente cambial hostil.

Antes, com os juros altos, o aplicador tinha um bom retorno para um risco baixo. “De agora em diante, o investidor vai ter de aprender a conviver com o risco para conseguir retorno” , diz Paulo de Sá Pereira, diretor de estratégia de investimentos da LAM.

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outubro 27, 2010 at 10:17 pm Deixe um comentário

O que é Home Broker?

Home Broker é o sistema que possibilita a negociação de ações e outros ativos financeiros diretamente através da internet. Foi implantado em 1999 e seu principal objetivo é facilitar o acesso ao mercado acionário e permitir que cada vez mais pessoas façam parte dele, de forma simples e eficiente.

Antigamente, comprar e vender ações era algo mais complicado, geralmente o processo era efetuado através de telefonemas para as sociedades corretoras e obrigatoriamente era necessário o intermédio de corretores, que efetuavam as ordens de compra e venda. Como pode perceber, era algo bastante trabalhoso e lento se comparado aos dias de hoje.

Com a chegada do home broker, o processo ficou mais rápido e dinâmico. É possível fazer uma operação diretamente no mercado em uma fração do tempo que se gastava antigamente. Além disso, ficou mais barato operar. No passado os custos eram maiores, porque era necessário enviar ordens através das mesas de operações. Ainda é bastante comum operar pelas mesas, mas agora existem outras maneiras. Isso tudo, atrelado ao aumento da oferta de produtos e da livre concorrência, fez com que os custos de operação caíssem bastante.

Como funciona?
Apesar de parecer algo complicado, seu funcionamento é bastante simples. Primeiro, você deve ser cadastrado em alguma corretora que ofereça os serviços de home broker. Atualmente existe uma grande oferta de produtos no mercado, cabe a você pesquisar e decidir qual se adéqua melhor às suas necessidades.

Com o cadastro feito e já apto a operar, você abre o sistema, que pode ser diretamente através do site da corretora ou então diretamente instalado em seu computador. A partir daí, todas as ordens de compra e venda que você enviar, passarão pela corretora e serão retransmitidas diretamente ao sistema Mega Bolsa da bolsa de valores, tudo de forma muito rápida e fácil.

Quais as vantagens?
Através desse sistema você terá acesso, de forma bastante clara e transparente, ao recebimento e a notificação de ordens executadas. Também poderá acompanhar a evolução de sua carteira de ações e terá acesso as cotações em tempo real.

Alguns produtos ainda oferecem análises de ativos, notícias sobre o mercado, relatórios sobre empresas e muito mais.

Quais os riscos?
Além dos riscos inerentes ao mercado de ações, o sistema de home broker oferece alguns riscos adicionais, no que diz respeito à estrutura e tecnologia que fazem com que ele funcione na maior parte do tempo. São eles:

Riscos do uso da internet: não divulgue suas senhas, mantenha seu computador protegido contra vírus, não abra e-mails suspeitos ou de pessoas desconhecidas, etc.

Riscos da conexão com a internet: falta de energia, má qualidade de linhas telefônicas, queda do serviço de banda larga, desempenho do computador utilizado, etc.

Apesar de serem pequenos, os riscos existem e podem levar a prejuízos. Alguém mal intencionado pode fazer uso de sua senha ou instalar algum vírus em seu computador, com o objetivo de roubar seus dados financeiros. Ou ainda, no meio de uma operação pode faltar energia ou cair a conexão com a internet, fazendo com que esses poucos minutos ou horas levem a prejuízos. Esses riscos devem ser conhecidos e assumidos pelo utilizador do home broker.

Tomar precauções para minimizar esses riscos é dever do investidor. Por exemplo, o uso de no-breaks na rede elétrica pode lhe oferecer tempo extra para finalizar suas posições no caso de uma queda de energia. Manter o telefone de sua corretora sempre atualizado e por perto, também pode fazer com que esses minutos ou horas fora do mercado não sejam transformados em prejuízo, bastando uma simples ligação para que seu corretor finalize uma operação em aberto.

Fonte: Investpedia

agosto 25, 2010 at 7:30 pm Deixe um comentário

Dicas de investimento para o investidor iniciante

11 perguntas e respostas preciosas para você investidor que está iniciando no mercado de ações:

1. Investir em ações é um bom negócio?
2. Como faço para investir na Bolsa?
3. Afinal, o que são ações?
4. Como ocorrem as operações de compra e venda?
5. Existe um valor mínimo para começar?
6. Após a compra, é preciso ficar com as ações por tempo determinado?
7. É possível negociar ações via internet?
8. O que é home broker?
9. Que cuidados devem tomar os investidores iniciantes?
10. O que é preciso levar em conta no momento do investimento?
11. Quais são as melhores aplicações?
1. Investir em ações é um bom negócio?

Em 2006, os papéis da Bovespa valorizaram-se 32% – o dobro da média de rendimento de um fundo de renda fixa. As perspectivas para o médio e o longo prazo também são boas, concordam os analistas. Os principais indicadores financeiros do Brasil mostram que o país tem tudo para atravessar um ciclo de crescimento sustentável, com estabilidade para a economia e oportunidades para as empresas. E uma vez que as empresas lucram mais, seus sócios – ou seja, todos os acionistas – também ganham mais. É importante ressaltar, porém, que investir neste mercado exige cautela: é preciso analisar os riscos e contar com a possibilidade de retorno do investimento no longo prazo.

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2. Como faço para investir na Bolsa?

Há dois caminhos para o investidor comprar e vender ações: via corretora de valores ou bancos. As corretoras são membros das Bolsas de Valores credenciados pelo Banco Central e habilitados a negociar valores mobiliários com exclusividade no sistema eletrônico da Bovespa. Para comercializar ações, portanto, o investidor precisa ser cliente de uma dessas empresas. Elas oferecem análises de mercado que indicam o melhor momento para comprar e vender papéis para obter melhores resultados. Já os bancos administram fundos de ações, cestas que variam conforme os resultados das empresas cotadas na Bolsa. Neste caso, é o banco quem decide quando e como investir.

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3. Afinal, o que são ações?

Ações são pequenos “pedaços” de uma empresa. Por isso, quem detém ações de uma companhia é dono de uma parte dela – ou melhor, é um dos seus sócios. As ações também são chamadas de “papéis”, pois, segundo a definição formal, ações são “títulos nominativos” que representam frações do capital social de uma empresa.

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4. Como ocorrem as operações de compra e venda?

É simples. Imagine a seguinte situação: o investidor A quer comprar ações de uma determinada empresa; já o investidor B quer vender papéis da mesma companhia. Ambos enviam ordens de compra e de venda, respectivamente, para suas corretoras. Estas, então, transmitem os pedidos para o Mega Bolsa – o sistema eletrônico de negociação da Bovespa, que compara todas as ofertas em tempo real. Caso o valor oferecido pelo investidor A seja igual ao valor pedido pelo investidor B, o negócio é fechado instantaneamente. Se os valores não forem compatíveis, o sistema compara outras ofertas até encontrar um negócio que satisfaça as duas partes. Com milhares de investidores comprando e vendendo ações todos os dias, as operações são fechadas rapidamente.

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5. Existe um valor mínimo para começar?

Não. O valor a ser aplicado varia em função do preço das ações que o investidor deseja adquirir e também das taxas cobradas pela sua corretora. Em geral, porém, a compra é feita por lotes de ações, de 100, 200 ações, e assim por diante. Um exemplo: se o investidor quiser comprar um lote de 100 ações ao custo de 50 reais por ação, pagará 5 000 reais. O investidor pode recorrer ainda ao mercado fracionário, comprando ações fora do lote: nesse caso, em tese, ele poderia adquirir até mesmo 1 ação. Porém, devido a custos de corretagem, a operação seria inviável.

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6. Após a compra, é preciso ficar com as ações por tempo determinado?

Não. Não há prazo mínimo nem máximo para que os papéis fiquem nas mãos de um investidor. Exemplo disso é a operação conhecida como “day trade”, em que o investidor vende a ação no mesmo dia em que a comprou. De outro lado, há pessoas que mantêm os mesmos papéis durante anos e até décadas.

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7. É possível negociar ações via internet?

Sim. Para isso, é preciso que o investidor seja cliente de uma corretora membro da Bovespa que disponha do sistema home broker. É por meio dele que são feitas as negociações de compra e venda de ações via internet.

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8. O que é home broker?

É a ferramenta que permite a negociação de ações via internet. Ela está interligada ao sistema de negociação da Bovespa e permite que o investidor envie ordens de compra e venda de ações através do site de sua corretora. Segundo dados da própria Bovespa, dezenas de milhares de pessoas compram ou vendem ações por esse sistema todos os meses. Essas páginas oferecem ambientes amigáveis, com informações sobre andamento do pregão, gráficos e análises do mercado. Tudo para minimizar riscos e ampliar ganhos do investidor.

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9. Que cuidados devem tomar os investidores iniciantes?

Em primeiro ligar, é preciso ter em mente que o mercado de ações envolve riscos. Ainda que os resultados recentes da Bolsa indiquem lucros altos, os ganhos podem variar devido a conjunturas econômicas, setoriais ou relativas às empresas propriamente. Outro ponto importante: é preciso se manter atualizado. Para isso, é necessário ler publicações com indicadores econômicos e tendências de mercado. É possível também participar de sites que simulam investimentos, como o http://emacao.folha.uol.com.br/. Outra dica para quem está começando é participar de clubes de investimento, associações de investidores com interesses afinados. Nesses grupos, é possível reunir recursos para os investimentos, fazendo com que cada participante desembolse quantias baixas – o que minimiza perdas expressivas.

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10. O que é preciso levar em conta no momento do investimento?

Deve-se levar em conta três pontos: liquidez da ação escolhida, ou seja, a facilidade de vender os papéis no momento do resgate do investimento; retorno, que são as possibilidades de ganho; risco, as possíveis perdas. A combinação desses três elementos determina a ação a ser comprada ou vendida.

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11. Quais são as melhores aplicações?

No início de 2007, VEJA ouviu quatro analistas que mais acertaram em suas dicas de investimento nos dois anos anteriores. Todos atuam em grandes bancos ou corretoras. Eles revelaram suas apostas para 2007. Valder Nogueira recomendou papéis da Netserviços porque a empresa vem aliando crescimento e rentabilidade de maneira “exemplar”. Ricardo Araújo Silva escolheu ações da Profarma, que abrira capital recentemente e apresentava uma curva estável de crescimento. Já Roger Downey optou pela Vale do Rio Doce, pela grande demanda do mercado chinês pelo minério de ferro. Ana Cristina Ibri apostou em papéis da Gerdau, cuja receita estava vinculada, em boa parte, ao mercado de construção civil, que tende a ter bons resultados.

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julho 27, 2010 at 8:26 pm Deixe um comentário

Enganos sobre investimentos na bolsa de valores

1. Não tenho dinheiro suficiente: esperar juntar uma quantia maior de dinheiro para iniciar seus investimentos vai atrasar os seus ganhos. Você pode começar a investir com qualquer valor.

2. Investir na bolsa é muito complicado: ainda que você não queira ser um especialista no assunto, as corretoras têm interesse em orientá-lo voc6e pode aprender a investir através de cursos e livros.

3. Para ganhar na bolsa é preciso sorte: se você não sabe o que está fazendo, aprenda. A bolsa têm riscos, mas se você souber onde está se metendo e tiver prudência, suas chances de lucrar mais que renda fixa são bem grandes.

4. Os preços das ações é imprevisível: não é verdade. Embora não haja um sistema com 100% de certeza sobre o movimento dos preços das ações, existem métodos que podem prever as altas e baixas dos papéis com precisão suficiente para tornar o investimento mais seguro.

novembro 20, 2008 at 10:53 pm Deixe um comentário

O tempo certo das ações

Mesmo em meio às crises, pode-se obter ganhos expressivos na Bolsa

Ganhos da Bolsa de Valores

Quem não gostaria de ficar rico da noite para o dia, sem fazer muito esforço? Se fosse fácil, os operadores de Bolsa já estariam milionários. Para fazer fortuna com ações, é preciso acertar os momentos ideais de entrada e de saída da Bolsa. Ninguém tem a capacidade de adivinhar o market time, o tempo certo de comprar e vender ativos. De saber os pontos de mínima, para a compra de papéis, e os de máxima do mercado, para a venda.

Nos períodos de crise no mercado, esta percepção do tempo certo de investir é fundamental. É preciso saber o ponto máximo da queda para entrar no mercado acionário e detectar o maior nível do índice para obter-se bom lucro.

Prazo da aplicação

Fora as operações especulativas, o investimento em Bolsa deve ser para médio e longo prazos. Uma série de fatores precisa ser analisada para que se conquiste um resultado satisfatório. Os indícios macroeconômicos andam de mãos dadas com os fundamentos das empresas, que, se forem bem combinados, podem deixar o investidor com um largo sorriso no rosto. Mas o mercado não é um mar de rosas e há vários percalços no caminho em direção ao lucro. Por isso, a cautela e a estabilidade emocional durante as oscilações são fundamentais para quem pretende ganhar com ações.

Antes de montar uma posição em Bolsa, o investidor deve avaliar de quais empresas gostaria de ser sócio. Este é o principal conceito da compra de uma ação para o longo prazo, na opinião de Marcelo Voss, economista da RMC Corretora. “Deve-se escolher os papéis de maior liquidez. Se comprar uma ação sem negociação diária, o investidor pode vir a precisar dos recursos aplicados e não encontrar mercado para a venda (do ativo)”, observou.

Em seguida, as atenções devem ser voltadas para o volume negociado das ações, que, conforme Voss, indicam a tendência do papel. “Para o investidor que está fora do mercado, o ideal é analisar o volume via gráficos de oscilação diária das ações e identificar em que patamar de preço ela caiu (suporte). Enfim, estudar o comportamento do papel”, indicou.

O que observar no ciclo das ações
Concentração do giro de negócios antecede os momentos de alta e baixa

O economista da RMC Corretora, Marcelo Voss, explicou que quando a ação concentra grande giro de negócios significa que dará continuidade ao movimento de alta ou de baixa. “Se o papel estiver subindo com volume alto, ele tende a continuar subindo. Se observar uma queda no volume com estabilidade na cotação, seria a hora de vender a ação e realizar os lucros, (porque o ciclo de alta chegou ao fim)”, exemplificou. Dentro da teoria de Voss, um bom momento para a compra de ações é indicado quando um movimento de baixa começa a perder força e o papel ganha volume; nota-se que o aumento de compradores contiveram a queda.

– Se o investidor observar os sinais, poderá aproveitar boa parte dos movimentos positivos e evitar os negativos. Assim, consegue otimizar sua carteira de ações – resumiu Voss.

Acompanhar a evolução dos cenários interno e externo também é importante para avaliar o desempenho da Bolsa. A política e o câmbio brasileiros são os fatores principais, aliados ao comportamento das Bolsas americanas. Se a taxa de câmbio está em baixa ou estável é um indício de que o investidor está tranquilo e o mercado, otimista. Uma desvalorização do real significa preocupação.

– Um processo de baixa das Bolsas americanas tem reflexos ruins na economia brasileira, exigindo mais precaução na hora de decidir investir em ações. É preciso estudar o motivo da queda nos Estados Unidos antes de qualquer coisa. Uma alta no mercado americano tem menos impacto no Brasil do que uma baixa – destacou Voss.

Avaliação

Para que a análise seja completa, é necessário avaliar as expectativas para as empresas e para o setor em que atua. Há ainda o risco das operações no mercado acionário, que embutem os imprevistos internos e externos. “Por isso, o investimento em ações não pode ser de curto prazo. Acontecem fatos inesperados que tendem a ser minimizados no longo prazo”, acredita Voss.

novembro 15, 2008 at 11:33 am Deixe um comentário


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