Fed anuncia compra de US$ 600 bilhões em títulos

novembro 4, 2010 at 10:50 am 1 comentário

O Banco Central americano (Fed) anunciou nesta quarta-feira (03/11) um novo pacote de compra de Treasuries de longo prazo. O valor do pacote será de US$ 600 bilhões até o segundo semestre de 2011. Como noticiado anteriormente pela EnsinaInvest, a agenda econômica da semana esperava essa divulgação, que busca dar fôlego à economia norte-americana.

Ademais, foi divulgada a taxa básica de juros dos EUA (Fed Funds Rate), que foi mantida no patamar entre 0,00% e 0,25% a.a.. Além disso, o banco central deve manter a política de reinvestir o principal dos títulos em maturação.

Vinicius Baccili

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Panorama Mensal Econômico Expectativa de valorização do mercado de ações para 2011

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  • 1. Rogerounielo Rounielo de França  |  novembro 5, 2010 às 12:47 am

    Para: InvestimentosEmAcoes.com e Leitores do mundo

    1. É uma meia verdade dizer que o FED emite dólares, apenas, para estimular a economia dos EUA, o que afeta a taxa de câmbio dos demais países do mundo, especialmente dos emergentes com taxas de juros reais nas alturas (caso do Brasil), o que atrai o capital externo especulativo.

    2. O principal fator para emissão de dólares pelo FED são os gastos do governo dos EUA acima das suas possibilidades e, ao invés de o Congresso Americano aumentar os impostos, o que atingiria a classe política e economicamente dominante, bem como diminuir os gastos públicos, continuam os americanos gastando e empurrando a conta dos seus gastos para o resto do mundo emitindo dólares para pagar suas contas, pois é muito difícil abrir mão da comodidade e do conforto material, mantido de forma irracional e exuberante, por longos anos.

    3. Não confie, apenas, nas minhas palavras. Veja com seus próprios olhos. Consulte no site http://www.cbo.gov/ftpdocs/102xx/doc10297/06-25-LTBO.pdf, página 19, informações divulgadas ao público, em junho 2009, pelo Escritório de Orçamento do Congresso dos EUA, onde consta gráfico com a projeção das despesas do Governo dos EUA, abrangendo o período de 1962 a 2072. Este gráfico também pode ser encontrado na página 9 do livro “A Crise Financeira Mundial”, 2009, escrito por William Almeida de Carvalho, da Associação Brasileira de Orçamento Público-ABOP.

    4. Em 2011, conforme pode-se observar do gráfico citado acima, inicia-se uma subida, bastante acelerada, do déficit dos EUA e, a partir de 2012, esse déficit muda para patamar, EXTREMAMENTE, ascendente.

    5. Dentro dos próximos 12 meses, contados de Fevereiro/2010, o Tesouro dos EUA têm que refinanciar US$ 2 TRILHÕES em dívidas de curto prazo, sem contar as despesas adicionais do déficit, que é estimada em cerca de US$ 1,5 TRILHÃO.

    6. Coloque os dois números juntos. Então pergunte a si mesmo quem, no mundo, pode emprestar ao Tesouro Americano US$ 3,5 TRILHÕES em apenas um ano? Até o final de 2012, os bancos americanos têm US$ 1,5 TRILHÕES em obrigações para pagar. De onde sairão esses recursos?

    7. Entretanto, há outras causas para o afrouxamento monetário, no mundo todo. Vejamos. O resultado do processo histórico de imprevidência dos governos dos EUA e do mundo, no presente, demonstra, com base em números extraídos da matéria “O risco Estados Unidos”, de 18.06.2010, de Carta Capital, que os Governos dos EUA, Grã-Bretanha, Alemanha e Países Baixos terem DÍVIDAS EXTERNAS LÍQUIDAS DE US$ 30,9 TRILHÕES.

    8. Os bancos Europeus e dos EUA possuem dívidas (passivo a descoberto) de US$ 22,5 TRILHÕES, conforme matéria intitulada “Elevado déficit de capital deixa os bancos europeus mais vulneráveis”, divulgada em 21.07.2010, pelo Valor Econômico, de onde extraímos o número citado anteriormente e que consta de “Relatório do Instituto Internacional de Finanças-IIF.

    9. Se somarmos as dívidas líquidas dos bancos europeus e americanos (US$ 22,5 TRILHÕES) com as dívidas externas líquidas dos EUA, Grã-Bretanha, Alemanha e Países Baixos (US$ 30,9 TRILHÕES), governos e bancos, citados acima, precisam, conjuntamente e, praticamente ao mesmo tempo, de US$ 53,4 TRILHÕES para continuar suas atividades.

    10. Note-se que não há números das dívidas internas desses países e que não há números de dívidas externas e internas de outros grandes países e bancos privados internacionais com problemas, ou seja, essa análise é parcial, mas aparentemente representativa de uma realidade, a meu ver, preocupante.

    11. Essas são as razões pelas quais o FED está emitindo dólares para comprar títulos de longo prazo do Tesouro Americano, ou seja, a emissão de dólares está atrelada ao elevado endividamento público dos EUA, bem como a pouca disposição dos investidores de continuar correndo o risco de crédito (risco de não receber o dinheiro de volta) dos EUA que se eleva a cada dia que passa, pois a cada dia que passa os mesmos investidores estão contraindo parcelas cada vez maiores da dívida dos EUA em prazos cada vez mais curtos.

    12. Entretanto, continuar emitindo dólares apenas adia, por curto espaço de tempo, a dura realidade que os EUA irão enfrentarão, em pouco tempo, juntamente com o resto do mundo, em função da sua imprevidência de não ter dado educação e renda às famílias, principal motor do crescimento econômico.

    13. Não se aborda, por exemplo, nas políticas públicas divulgadas pelo governo dos EUA ou por quaisquer outros governos, do mundo, a questão do endividamento das famílias, principal motor de consumo e, portanto, do crescimento econômico. Não se aborda a perda de US$ 13 trilhões, em patrimônio líquido, das famílias americanas, entre o segundo trimestre de 2007 e o final de 2008, conforme matéria do Valor Econômico, intitulada “Economia mundial depende de reforma financeira, avalia bis”, situação que não é diferente nas demais famílias do mundo. Então pensem comigo. Como é que o governo dos EUA e demais governos, do mundo, esperam recuperar suas economias se não se resolve a questão de recuperação da capacidade de consumo das famílias, no mundo? Pelo contrário. Esse assunto nem ao menos é tratado com maior profundidade e seriedade por políticos, do mundo.

    14. Para recuperar a economia mundial os “donos do mundo” teriam que vencer um coisa muito simples, ou seja, o seu próprio egoísmo. Por quê? Por quê o problema não é falta de recursos no Planeta Terra. Esses recursos existem e de sobra. Veja que a questão social e educacional, no mundo, ocorreu em função da brutal acumulação de capital ao longo do tempo, no Sistema Financeiro Internacional e nas mãos de uns poucos, conforme demonstram os números, a seguir:

    a) o volume de derivativos nos bancos dos EUA saltaram de US$ 16,8 TRILHÕES, em 1995, para US$ 200,4 TRILHÕES, em 2008 (Fonte: http://www.occ.treas.gov/ftp/release/2010-33a.pdf, página 10);

    b) quatro bancos americanos (JPMORGAN CHASE BANK NA, BANK OF AMERICA NA, GOLDMAN SACHS BANK USA e CITIBANK NATIONAL ASSN) detêm 95,07% do montante de derivativos (US$ 212,4 TRILHÕES) que estão no Sistema Financeiro Americano (Fonte: http://www.occ.treas.gov/ftp/release/2010-33a.pdf, página 23);

    c) o Sistema Financeiro Internacional, ao longo do tempo, também entrou no mercado de especulação financeira com derivativos e, em função disso, o total de derivativos, no mundo, que, em 2002, era de US$ 127,6 TRILHÕES, saltou para US$ 683,7 TRILHÕES, em 2008 (Fonte: página 57 do livro “A Crise Financeira Mundial – Uma perspectiva dos Emergentes para os Cidadãos do Mundo Globalizado”, 2009, escrito por William Almeida de Carvalho, da Associação Brasileira de Orçamento Público-ABOP);

    d) “Nota-se aqui o crescimento brutal dos derivativos em dezembro de cada ano, nesta data (maio/2009), chegavam a quase US$ 592 trilhões de dólares valores nocionais, PARA UM PIB MUNDIAL QUE ESTÁ EM TORNO DE 62 TRILHÕES DE DÓLARES (ver a tabela do PIB de guerra publicado pela CIA no https://www.cia.gov/library/publications/the-world-fact-book/fieldes/ 2195. html), conforme mostrado na linha vermelha (a linha amarela representa o crescimento mundial).

    15. Podemos notar que os bancos privados internacionais e governos das nações mais ricas do Planeta Terra, ao longo do tempo, fizeram elevadíssimas movimentações financeiras e de capital, conforme podemos ver nos números citados anteriormente.

    16. Entretanto, essa montanha de recursos financeiros não se reverteu em benefícios sociais, educacionais e capacidade de consumo. O que acontece, então com as famílias? Temos, no mundo, aumento da pobreza, aumento do analfabetismo, diminuição da classe média etc., apesar do grande volume da riqueza movimentada pelo Planeta Terra e é isso, na verdade, que está levando ao colapso do Sistema Financeiro Internacional e, em muito pouco tempo, dos sistemas econômicos de todos os países, do mundo.

    17. Vide na matéria intitulada “FMI declara morte da globalização”, de 02.11.2010, divulgada pelo Jornal de Negócios (Portugal), site http://www.ionline.pt, a seguir reproduzida:

    “Director-geral do FMI, Strauss-Kahn, diz que “o velho modelo está morto” e lança alertas. “O velho modelo está morto.” A hora da morte foi ontem pronunciada por Dominique Strauss-Kahn, director-geral do FMI. “A globalização deu-nos muito. Ajudou centenas de milhões a sair da pobreza […], deu novas potências económicas ao mundo e mudou a balança do poder global”, começou por dizer no discurso de abertura do Fórum do Desenvolvimento Humano, em Agadir, Marrocos. Depois lembrou o “lado negro” desta mesma globalização: “Atrás dela está um intervalo crescente entre ricos e pobres – especialmente dentro dos países.

    A má distribuição da riqueza piorou os indicadores sociais, o desenvolvimento humano está em níveis recorde pela negativa, e há cada vez mais ansiedade e insegurança face ao futuro.” Daqui só há uma sentença possível: “Fundamentalmente, o modelo de crescimento que co-existiu com a globalização é insustentável. O crescimento foi demasiado puxado pela dívida em alguns países […] e a ilusão de estabilidade ficou para sempre morta com a actual crise financeira.” O sector financeiro assumiu demasiados riscos, salientou também, decretando assim que “o velho modelo está morto”.

    E o novo modelo? Como será? “Crescimento económico não é suficiente, precisamos de crescimento com criação de emprego. E emprego não é suficiente, tem de ser emprego decente, de modo que todos beneficiem da maré”, tentou apontar como caminho, ao mesmo tempo que calculou em 30 milhões os empregos perdidos com a crise.”.

    18. Enquanto o FED compra títulos de longo prazo do Tesouro Americano, o Banco Central Europeu-BCE compra títulos de longo prazo da Irlanda. Vide na matéria intitulada “BCE volta a comprar obrigações irlandesas a 10 anos”, de 03.11.2010, divulgada pelo Jornal de Negócios (Portugal), site http://www.ionline.pt, a seguir reproduzida:

    “Numa altura em que os juros da dívida pública irlandesa se aproximam dos 8%, o banco central da Zona Euro realizou hoje uma nova compra de obrigações a 10 anos. De acordo com a agência Bloomberg, o Banco Central Europeu realizou hoje uma nova compra de obrigações a 10 anos.

    A Irlanda cancelou há cerca de um mês todos os leilões de dívida pública programados para este ano, devido à degradação das condições de acesso ao crédito. Não obstante, os mercados financeiros continuam a subir o prémio de risco e a pressionar o preço das obrigações irlandesas.

    A tensão crescente no mercado da dívida pública irlandesa antecede a apresentação, agendada para amanhã, da proposta de Orçamento do Estado para 2011 que será acompanhada da actualização do plano a quatro anos (até 2014) com vista à redução do défice, que atingirá no final de 2010 o valor astronómico de 32% do PIB, devido às injecções sucessivas de capitais públicos na banca.”

    19. Os números demonstram que terão pouca eficácia os apelos do Governo Brasileiro e dos demais governos, do mundo, para que os EUA deixem de emitir dólares para pagar suas dívidas, pois isso é o mesmo que solicitar a um paciente em estado terminal, por comprometimento dos pulmões, degenerados pelo câncer, que deixe de respirar por dois minutos.

    20. Conforme matéria intitulada “Emergentes terão 52% do PIB em 2015”, divulgada em 28.09.2010, pelo Valor On-Line, temos:

    a) “Os países emergentes terão um peso maior do que os desenvolvidos na economia mundial antes de 2015, segundo o Banco Mundial.

    b) Embora não tenham se descolado completamente dos países ricos, cujas economias estão estagnadas, os emergentes seguirão trajetória de forte crescimento nos próximos anos.

    c) Em 2009, eles respondiam por 46% do Produto Interno Bruto mundial e os desenvolvidos, por 54%. Em 2015, as economias emergentes terão uma fatia de 52%. “Os países emergentes surgiram para resgatar a economia mundial”, afirma o brasileiro Otaviano Canuto, vice-presidente de redução de pobreza e gerenciamento econômico do Bird.”.

    21. A conjugação da notícia de que os países emergentes terão 52% do PIB em 2015 e, muito provavelmente, esse percentual será bem maior nos próximos 25 (vinte e cinco) anos, com a notícia de que, em pouco tempo, teremos o estouro da “bolha de derivativos”, afundando as economias dos países desenvolvidos em profunda recessão e graves problemas econômicos e sociais, gera uma estranha interpretação no meu espírito crítico, ou seja, as grandes potências do mundo, que passaram anos acumulando capital e riquezas e se beneficiando das potencialidades da economia monetária, que controlam, atualmente, a economia monetária e a distribuição dos seus benefícios, serão os grandes prejudicados como decorrência da sua estratégia de globalização que essas mesmas grandes potências implementaram?

    22. O seu espírito, a exemplo do meu, acredita que grandes potências, que se envolveram em duas guerras mundiais pela disputa do poder político, econômico e financeiro ficarão inertes diante do quadro acima e sairão perdendo desse jogo, sem nem ao menos tentar reagir para diminuir o seu prejuízo e manter o poder tão duramente conquistado ao longo de séculos de lutas sangrentas, batalhas e guerras?

    23. Lembremo-nos de que o ego humano ainda apresenta lógica irracional, apesar de todo o desenvolvimento tecnológico. Conforme matéria intitulada “Mortos em Guerras ao Longo do Tempo”, divulgada em 24.03.2008, no site http://dgraca.wordpress.com, o extermínio de seres humanos, por meio das guerras, no mundo, cresce constantemente, conforme os números a seguir (Fonte: Relatório do Desenvolvimento Humano do PNUD-ONU, 2005, pág. 175):

    a) “no século XVI, 1.600.000 seres humanos morreram em conflito, o que representou 0,32% da população mundial estimada, na época, em 493.300.000;

    b) no século XVII, 6.100.000 seres humanos morreram em conflito, o que representou 1,05% da população mundial estimada, na época, em 579.100.000;

    c) no século XVIII, 7.000.000 seres humanos morreram em conflito, o que representou 0,92% da população mundial estimada, na época, em 757.400.000;

    d) no século XIX, 19.400.000 seres humanos morreram em conflito, o que representou 1,65% da população mundial estimada, na época, em 1.172.900.000;

    e) no século XX, 109.700.000 seres humanos morreram em conflito, o que representou 4,35% da população mundial, estimada em 2.519.500.000.”.”

    24. Os números impressionam. Do século XVI ao século XIX, 34.100.000 (trinta e quatro milhões e cem mil) seres humanos foram mortos em guerras, no mundo. Só no século XX, 109.700.000 (cento e nove milhões e cem mil) seres humanos foram exterminados pelas guerras — em 100 (cem ) anos os homens mataram, em guerras, mais do que nos 400 (quatrocentos anos) anteriores –, apesar do crescimento econômico, apesar dos meios de comunicação, apesar dos avanços tecnológicos, apesar de as religiões, no mundo, pregarem o amor a Deus e o respeito ao próximo. Apesar de todos esses “esforços”, o número de vítimas, inocentes, do ego humano continua a crescer.

    25. O que não é dito pela imprensa, a serviço de investidores estrangeiros, é que, na verdade, o capital estrangeiro está indo para vários países emergentes (África, Brasil etc.), ao mesmo tempo, buscando comprar várias moedas (Real, Euro, Yuan etc.), provocando sua valorização, bem como buscando comprar ouro, prata, petróleo etc., ou seja, ativos fora do Sistema Financeiro Internacional, não só por causa dos juros baixos praticados por bancos centrais dos países desenvolvidos, o que torna a remuneração do capital menos atrativa.

    26. Não estão vindo para o Brasil e outros países emergentes, apenas, por que o Brasil é bem administrado e a remuneração do capital é maior do que em outros países, no momento. Isso é verdade também, mas dizer só isso é uma meia verdade.

    27. Os grandes investidores internacionais estão vindo para o Brasil e outros países emergentes, PRINCIPALMENTE, por causa do “estouro da bolha de derivativos”, pois temos excesso de liquidez de mais de US$ 683,7 TRILHÕES para um PIB MUNDIAL QUE ESTÁ EM TORNO DE US$ 62 TRILHÕES.

    28. Para mais detalhes sobre esse assunto consulte no meu blog http://rounielo.blogspot.com a matéria, de minha autoria, intitulada “A Política como Fator de Colapso da Economia dos EUA”.

    Brasília-DF, Brasil, 04.11.2010

    Rogerounielo Rounielo de França
    Advogado – OAB SP 117.597
    Especialista em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas-FGV
    Pós-Graduado em Direito Público pela Faculdade Fortium
    Certificação CPA 10 pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais-ANBIMA
    Mestre Maçon – Loja Areópago de Brasília 3001
    Mestre Maçon – Loja de Pesquisas Maçônicas do GODF nº 3994
    Grande Oriente do Brasil-GOB
    Grande Oriente do Distrito Federal-GODF
    Presidente do Tribunal de Contas do GODF
    Participante do Centro Espírita André Luiz-CEAL
    Funcionário do Banco do Brasil S.A.
    Diretoria de Micro e Pequenas Empresas

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