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Gradual divulga carteira semanal com onze ativos com potencial de valorização

A carteira semanal da corretora Gradual para o período de 5 a 12 de novembro traz onze recomendações de papéis que, segundo os analistas, trazem boas oportunidades de valorização.
A A corretora ressalta que a alta expressiva dos últimos pregões nada mais foi do que uma correção parcial das distorções das cotações e que tal movimento deve ser catalisado por eventos como a fusão entre Itaú e Unibanco.

Para seus analistas, a união dos dois bancos “certamente colocará o setor financeiro brasileiro em uma nova dinâmica”.

“Buscamos na carteira recomendada desta semana prosseguir capturando a recuperação de vários papéis em relação às perdas acumuladas frente aos respectivos fundamentos”, afirmaram.

Dentre as alterações, destaque para a troca das ações preferenciais do Bradesco pelas da Itaúsa e a inclusão de Bicbanco na carteira. A participação do setor de energia foi diminuída e a da Petrobas subiu.

Confira as favoritas

Empresa Código Preço alvo Upside* Peso
Petrobras PETR4 R$ 54,00 115% 10%
Vale VALE5 R$ 56,40 103% 10%
Usiminas USIM5 R$ 95,00 231% 20%
Cemig CMIG3 R$ 48,00 94% 10%
Itaúsa ITSA4 R$ 14,00 60% 10%
WEG WEGE3 R$ 27,00 99% 5%
AES Tietê GETI4 R$ 20,90 57% 5%
Redecard RDCD3 R$ 37,50 51% 10%
Bicbanco BICB4 R$ 12,40 337% 10%
BM&F Bovespa BVMF3 R$ 15,50 130% 5%
MRV MRVE3 R$ 45,20 260% 5%

*Potencial de valorização com base no fechamento de 4 de novembro

Por que as recomendações?

  • Petrobras PN
    A corretora manteve sua recomendação de compra com base na forte liquidez do papel e por entender que a cotação atual da ação não reflete os fundamentos da empresa. Também é destacado o fato de a Petrobras ter batido recorde de exportação no mês de outubro.
  • Vale PNA
    A Gradual entende que a queda das ações da Vale excede a revisão para baixo dos indicadores do setor de mineração para os próximos anos. Para ela, o resultado da Vale no terceiro trimestre foi bem acima do consenso de mercado e reforçou sua análise.
  • Usiminas PNA
    A Gradual deu destaque ao fato de que a empresa apresenta resultados operacionais bem regulares, com forte e estável geração de caixa: “em nenhum exercício desde 1999, a margem Ebitda da companhia ficou abaixo de 31%, mesmo nos momentos adversos do mercado de aços planos”.
  • Redecard ON
    Os analistas ressaltam que a empresa tem uma política de dividendos atrativa. Além disso, o potencial de crescimento de aceitação de cartões e a tese de substituição de papel moeda por meios eletrônicos de pagamento proporcionam à empresa, segundo a equipe, uma posição mais confortável que outros setores em um ambiente de retração de atividade econômica.
  • Itaúsa PN
    A fusão entre Itaú e Unibanco é ressaltada pela corretora, que acredita que o conglomerado financeiro resultante terá condições de se tornar o primeiro player global brasileiro do setor financeiro por causa de seu porte, unido com eficiência operacional e sólida base tecnológica desenvolvida.
  • WEG ON
    Mesmo com a recente valorização do dólar frente ao real, os analistas observaram que a empresa ainda apresentou crescimento na receita e bons indicadores operacionais. Segundo eles, a receita e os custos em moeda estrangeira, hedge natural da empresa, devem favorecê-la durante o período de incerteza em relação ao câmbio.
  • Bicbanco PN
    A Gradual destaca que o Bicbanco é a principal recomendação de compra entre bancos de médio porte. Isso devido a uma trajetória de crescimento orgânico, bom nível de capitalização, sólidos indicadores de qualidade de carteira de crédito e eficiência de custos, além de bons indicadores de liquidez e rentabilidade.
  • BM&F Bovespa ON
    A Gradual observa que a BM&F Bovespa é uma das maiores bolsas mundiais e pode se beneficiar com a perspectiva de concentração e consolidação do setor, sendo centro de liquidez para as ações de empresas latino-americanas.
  • Cemig ON
    Os analistas destacam que a troca dos ativos preferenciais pelos ordinários da Cemig foi por causa do desconto do primeiro em relação ao segundo, lembrando que ambos pagam o mesmo dividendo e que o gap entre as cotações não ultrapassa 10%.
  • AES Tietê PN
    Segundo a Gradual, a empresa possui grande estabilidade de receita, visto que toda energia assegurada é contratada com a Eletropaulo, através de um contrato de compra e venda de energia de longo prazo. Além disso, a empresa apresenta baixo endividamento e política de dividendos atrativa.
  • MRV ON
    A corretora admite que haja dúvidas quanto ao volume de crédito disponível para o setor imobiliário, mas afirma que a empresa conta com fontes mais estáveis de crédito como SFH (Sistema Financeiro de Habitação), repasse de recursos de poupança e com a vantagem de ser agente autorizado da Caixa Econômica Federal, já operando, para aprovar financiamentos.

Fonte: InfoMoney

Add comment Novembro 6, 2008

Bolsas dos EUA vivem dia de euforia, e Dow Jones sobe mais de 10%

As bolsas norte-americanas ganharam fôlego no fim do pregão e fecharam em forte alta nesta terça-feira (28), a exemplo do que ocorreu com os mercados de Frankfurt, na Alemanha, e de São Paulo, no Brasil.Todas as três bolsas tiveram valorização de dois dígitos no dia.

O índice Dow Jones, referência para Nova York, fechou em alta de 10,88%, marcando 9.065 pontos. O indicador eletrônico Nasdaq também se recuperou no dia, subindo 9,53%. O índice ampliado Standard & Poor’s, que reúne as 500 maiores empresas dos Estados Unidos, avançou 10,79% nesta terça-feira.

O resultado nos EUA é também o segundo maior avanço em pontos da história do índice americano, perdendo somente para a valorização registrada no dia 13 de outubro deste ano, quando o Dow Jones ganhou 936 pontos. Nesta terça, o avanço foi de 889 pontos.

Juros e consumo
No foco também esteve a reunião de dois dias do Federal Reserve (Fed), que discute a taxa de juro dos Estados Unidos e comunica sua decisão ao fim do encontro, na quarta-feira (29). Muitas apostas são de que o banco central americano irá cortar a taxa dos atuais 1,5% para 1% em resposta à crise global.

Nem o índice de confiança do consumidor – que registra a avaliação da população americana para a economia e atingiu em outubro nível histórico de baixa ao situar-se em 38 pontos -, impediu a alta do mercado americano. Se a redução dos juros se confirmar, a avaliação dos economistas e analistas é que pode haver uma retomada do consumo no país.

Fonte: G1 (Com informações da France Presse, da Reuters e do Valor OnLine)

Add comment Outubro 31, 2008


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