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Quem está na Bolsa hoje?
De acordo com os analistas consultados por VEJA.com, o perfil das pessoas que compram ações na Bolsa de Valores varia entre o investidor nato e a pessoa que entra no mercado financeiro porque é levado a isso por conhecidos.
“Aquele cara que ouve os amigos dizerem que estão investindo e ganhando dinheiro geralmente compra ações e se arrepende, pois ele não sabe pensar a longo prazo”, afirma o professor William Eid, da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O professor Alexandre Chaia, da ESPM, concorda, e afirma que, na atual crise, o investidor “inexperiente” não está mais comprando ações.
“Hoje, para investir, a pessoa não pode ter um pensamento conservador e nem pensar no risco de perda”, explica Chaia. Para Orlando Zainaghi Jr., da corretora do Banco Santander, quem mais investe na Bolsa é a pessoa que entende do mercado de ações e pensa no giro curto.
“Ele tenta aproveitar o máximo a volatilidade, operando mais em curto prazo. Este investidor analisa as compras de uma semana, compra e vende. É obvio que ele assume um grande risco de perder”, afirma Zainaghi.
Por André Pontes
Fonte: Veja
Add comment Dezembro 11, 2008
Para especialistas, papéis exigem maior cautela
Reproduzo abaixo um artigo escrito por Luciano Feltrin e que foi publicado no jornal Gazeta Mercantil, há poucos dias. Dicas importantes para estes dias intranquilos: cautela e caldo de galinha não faz mal a ninguém.
Para especialistas, papéis exigem maior cautela
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São Paulo, 17 de Novembro de 2008 – O investidor que estiver disposto a manter parte de sua carteira posicionada em papéis de pouca liquidez tem de tomar alguns cuidados para não comprometer seu patrimônio em renda variável. Um deles é mapear companhias que mesclem bom potencial de crescimento e ações negociadas a baixo custo. Essa análise dos fundamentos terá de levar em consideração a estrutura de capital das empresas e a possibilidade real de conseguir vender suas ações em algum momento. “É preciso verificar no balanço se a empresa tem capacidade de geração de caixa compatível com o pagamento de suas dívidas e o casamento de prazos”, exemplifica o sócio da Humaitá Investimentos, Frederico Mesnik.
Para o especialista, o investidor deve usar algum dos cálculos básicos para verificar se o valor das ações das companhias em análise estão em conta. “Um é o retorno sobre o valor empregado, uma conta que deve levar em consideração quanto de um investimento a companhia conseguirá trazer para seu resultado”, afirma Mesnik.
Barato que sai caro
O fato de uma ação custar o equivalente a algumas poucas moedas sacadas da carteira não deve entusiasmar o investidor. A avaliação é do professor e educador financeiro do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil & Calil, Mauro Calil. “O valor em conta, por si só, já é um forte indicativo de que o mercado viu alguns motivos para precificar o papel nesse patamar”, diz. “Essas empresas são muito suscetíveis a movimentos especulativos. Alguns desses papéis não têm sequer histórico recente de negociação, o que dificulta a possibilidade de saída do investidor mais à frente. Afinal, ficará muito difícil casar uma ordem de venda com uma de compra pelo valor pretendido”, alerta Calil.
Caso o histórico de negociação do papel seja muito fraco, ainda assim poderá ser vantajoso aplicar na empresa. Isso ocorrerá se a companhia tiver uma política de distribuição de dividendos agressiva para seus acionistas. “Se fizer uma boa seleção, o investidor encontrará diversas empresas que pagam valores superiores àqueles conseguidos em papéis de renda fixa”, afirma o sócio e diretor de operações da Hera Investment, Nicholas Stephan.
Composição da carteira
O comprometimento da carteira de investimentos em ações de pouca liquidez não deve, entretanto, orientar-se apenas pelos parâmetros financeiros das companhias. “Como entre essas ações mais baratas as que costumam ter maior liquidez são as preferenciais, é necessário estar atento à composição societária e à estrutura de governança corporativa da companhia”, diz Stephan.
Para o diretor da Hera, um investidor com perfil mais arrojado pode destinar até 30% de seus investimentos em renda variável em papéis de baixa liquidez com bom preço e potencial de valorização. Já um investidor mais moderado deve aplicar, em média, apenas 10% nesse tipo de papel.
Embora não indique um percentual mínimo de papéis com baixa liquidez para composição de uma carteira acionária, Frederico Mesnik, da Humaitá, aposta na possibilidade de ter ações com bom potencial. “O importante é ter a certeza de que a empresa é boa e que, em algum momento o mercado reconhecerá isso. O difícil é saber em quanto tempo isso acontecerá”, diz.
Caso não tenha paciência para aguardar, a opção é aproveitar a baixa de ações de primeira linha. “A Vale caiu 72% em dólares desde maio, exemplifica o diretor da Intrader, Hydalgo Jr.
Luciano Feltrin – Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados – Pág. 1
Add comment Novembro 20, 2008
Como está o mercado para os investidores não-profissionais
Investir em ações não é para qualquer pessoa: é preciso ter o coração forte para agüentar as oscilações comuns em qualquer Bolsa de Valores. Contudo, a atual crise financeira internacional tem exigido doses extras de autocontrole dos investidores “comuns” (que não trabalham no mercado financeiro), que já viram o dinheiro aplicado reduzir-se consideravelmente desde meados de setembro, quando as turbulências se agravaram.
É o caso do funcionário público aposentado Artur Barbosa Horta, 68 anos, que investe na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) há 20 anos. Horta, que começou a comprar ações com o intuito de garantir uma aposentaria tranqüila, teria um grande prejuízo caso vendesse seus papéis hoje. “Em relação há um ano, meu prejuízo seria de R$ 1 milhão”, calcula. O aposentado acompanha com preocupação a desvalorização da Bolsa paulista, cujas perdas acumuladas desde setembro já esbarram nos 40%. “Nunca houve uma crise igual. É a mais grave desde quando comecei a aplicar em ações. Essa foi para valer”, comenta Horta.
A apreensão de Horta é compartilhada pelo professor universitário Marco Antonio Picon, que aplica na Bovespa há cerca de cinco anos. O professor, que prefere não falar em valores, estima que perdeu mais da metade do capital investido desde que a crise se acentuou.
“Na verdade, deixei de ganhar, porque não realizei o prejuízo. Mas caso vendesse, perderia 55% do total investido. Por isso, acompanho os pregões diariamente, para evitar mais perdas”, afirma.
Os prejuízos sofridos por Horta e Picon podem assustar os ”marinheiros de primeira viagem”, que arriscaram parte de suas economias em um tipo de aplicação marcada pela volatilidade. Mas a recomendação dos especialistas se resume a uma palavra: paciência.
Segundo o gestor da área de Economia e Ciências Contábeis da USCS (Universidade São Caetano do Sul), Francisco Funcia, a Bolsa tem, historicamente, movimentos de altas e baixas e funciona como um termômetro do que está acontecendo nos mercados e do grau de confiança dos agentes econômicos. “Em momentos como esse, ela oscila bastante. Então, quem investiu parte dos seus recursos para um complemento de aposentadoria no futuro precisa ter paciência”, aconselha.
O professor de Finanças do curso de Administração da FEA/USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo) José Roberto Ferreira Savoia concorda com Funcia. “As pessoas que não venderam ações até o momento devem permanecer com elas porque agora caíram a um nível bastante baixo. Quem tem como esperar e levar o investimento a um longo prazo deve aguardar, pois a perspectiva é de uma retomada das Bolsas”, avisa.
Já para aqueles que compraram ações na época em que estavam valorizadas, com o intuito de obter lucros rápidos, o conselho é outro. “As pessoas que eventualmente tentaram aproveitar a onda altista que vinha acontecendo no primeiro semestre deste ano e compraram ações com o objetivo de curto prazo, talvez valha a pena vendê-las agora para o prejuízo não ser ainda maior”, pondera Funcia. “De qualquer forma, o conselho geral é: quem puder, não deve mexer”, orienta.
Papéis seguros – É natural que os investidores sofram com o atual momento de incerteza, pois até aqueles que investiram em ações seguras, como a das empresas Vale e Petrobras, já vêem acumular os prejuízos.
Isso porque, quando a crise se instalou, derrubou as exportações de commodities [matérias-primas como petróleo, negociadas no mercado internacional] — setor a que pertencem essas empresas. Com isso, quem investiu nesse setor, migrou para aplicações mais seguras. E o valor desses tipos de ações caiu.
Entretanto, mesmo com a atual desvalorização, o professor de Economia Internacional da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Evaldo Alves ainda considera promissor o investimento nesses papéis. “Essas são as ações que vão se recuperar mais rapidamente. Elas serão sempre uma boa alternativa porque são papéis de setores que sempre vão ser necessários, como alimentação e energia. O que não é o caso de ações de empresas de bens dispensáveis, como automóveis e eletrodomésticos”, explica Alves.
Compra – Ao contrário do que muitos possam imaginar, o momento de crise pode ser uma boa oportunidade para se comprar ações, que estão com os preços consideravelmente mais baixos.
“É um bom momento para comprar, mas apenas se a pessoa pensar em longo prazo. As ações não foram feitas para especular, e sim para quem pretende ter um investimento com boa rentabilidade pensando no futuro, no complemento da aposentadoria”, explica o professor da USCS Francisco Funcia.
A recomendação de Funcia é seguida à risca pelo professor universitário Marco Antonio Picon. “Nesse momento, não penso em vender minhas ações. Pelo contrário, estou comprando mais papéis, pois acredito que a economia vai se recuperar. Bolsa é um investimento de longo prazo”, considera.
O funcionário público aposentado Artur Barbosa Horta também acredita na recuperação dos mercados. “Não tenho dúvida, isso é só uma questão de tempo. Aliás, se eu tivesse algum valor disponível hoje, compraria mais ações”, comenta.
Mas os economistas alertam que, antes de se arriscar, é necessário conhecer a dinâmica do mercado. “Quem não conhece e não tem tempo de acompanhar, certamente não é uma boa hora para começar”, avisa o professor da FGV Evaldo Alves.
“Primeiro, as pessoas precisam formar um entendimento. Só depois é que devem destinar uma parcela de seus recursos para a renda variável e fazer isso com muito cuidado”, acrescenta o economista da FEA/USP José Roberto Ferreira Savoia.
Carolina Lopes – Do Diário OnLine
Add comment Outubro 27, 2008
Investidores contam o que aprenderam com a crise na Bovespa
Os sucessivos “tombos” da Bovespa, acompanhados de raros momentos de euforia, têm tirado o sono dos pequenos investidores que apostaram no mercado de ações e amargam prejuízos com o fim do ciclo de valorização causado pela crise financeira internacional: em 2008, o principal índice da bolsa paulista já caiu 43%.
Atraídas pelos últimos cinco anos de alta do Ibovespa (que saltou dos 11.268 pontos, em 2002, para 63.886, em 2007), muitas pessoas físicas colocaram dinheiro em renda variável recentemente. Segundo números da Bovespa, considerados os meses de setembro, o número de investidores individuais cresceu de 284,5 mil, em 2007, para 527,6 mil, neste ano.
Para muitos desses investidores, o sobe-e-desce recente nas bolsas em todo o mundo é uma experiência inesperada e um exercício de paciência indesejado por quem só queria rendimento maiores. Por isso, o G1 entrevistou investidores que sentiram na pele – e no bolso – os efeitos da “montanha russa” financeira. Eles contam o que aprenderam com a crise financeira.
Saída definitiva
O representante comercial Dorival dos Santos, 59 anos, tirou R$ 2 mil da renda fixa para aplicar em um fundo de ações da Vale e da Petrobras. “Eles me mostraram o quanto as ações tinham subido no ano passado, e eu pensei: vou colocar alguma coisa só para ver como funciona.”
O objetivo, segundo Dorival, era usar o rendimento para comprar uma televisão LCD no final do ano. Mas o sobe-e-desce esgotou a paciência do investidor. Há cerca de 15 dias, decidiu pegar o dinheiro de volta antes que a situação ficasse pior: resgatou R$ 1,3 mil. “Foi sufoco, resolvi tirar porque senão não ia comprar nem um chicletinho.”
O que aprendeu: “Eu não entro mais. É um mercado legal para quem tem disponibilidade, para quem gosta de sofrer, é ótimo. Eu prefiro uma coisa mais light.”
Diversificação
O empresário Franklin Toassa, 25 anos, começou a investir em ações há cerca de dez meses. Optou por diversas formas de renda variável: um fundo de ações escolhidas por uma corretora, um fundo de papéis da Vale e Petrobras e ações que comprou pelo home broker. Ele estima que, até agora, tenha perdido cerca de R$ 6 mil.
Toassa diz que superou o nervosismo das perdas porque não tem planos de usar o dinheiro aplicado no curto prazo. Apesar disso, lamenta não ter aplicado parte das economias em investimentos que pudesse resgatar em caso de necessidade. “A gente não espera uma super queda dessas.”
O que aprendeu: “A diversificar mais. Eu colocaria dinheiro em outras coisas também para ter mais liquidez. Ação é para longo prazo.”
Mudança de estratégia
O economista Rodrigo Nogueira, de 25 anos, começou a operar na Bovespa na época das “vacas gordas”, em 2004. Ainda estudante, aplicou R$ 500 e entrou e saiu diversas vezes do mercado financeiro, aproveitando a tendência de alta. Aos poucos, aumentou o montante aplicado.
O economista diz que, no balanço dos quatro anos em que aplica no mercado financeiro, já está no negativo. Não desistiu, no entanto, de investir em bolsa. Pelo contrário: diz que agora aposta no longo prazo e que não fará parte do “efeito manada”, em que investidores saem da bolsa por conta das perdas.
Por acreditar que o certo é “comprar na baixa e vender na alta”, o economista voltou à Bovespa recentemente, quando o índice chegou aos 40 mil pontos. Para se proteger, trocou ações mais arrojadas – e arriscadas – por papéis tradicionais.
O que aprendeu: “O jeito é “esquecer do dinheiro por um tempo (…) A estratégia é tentar diminuir esse prejuízo, tem que ter frieza nesses momentos.”
Influência do gerente
O assessor jurídico Renato Pires, 34 anos, nem tinha interesse no mercado de ações. Estava feliz com os seus R$ 40 mil aplicados na velha poupança. Entrou em março, seguindo recomendação de seu irmão mais novo, gerente de banco, que recomendou investimento em um fundo que cobria perdas de até 12%.
Como a desvalorização do mercado superou o valor garantido pelo banco, ele já acumula perdas de R$ 8,5 mil. “Vou esperar até março, quando empatar eu vou sair. Já disse para o meu irmão que, se eu precisar do dinheiro nesse tempo, ele vai ter que me pagar a diferença.”
O que aprendeu: “Se fosse hoje eu não aplicaria de novo, deixaria lá na conta-poupança. É um mercado que tem influência de acontecimentos mundiais. Você está investindo em uma coisa sobre a qual você não consegue controlar tudo.”
Mais informação
O economista Leandro Marques, 25 anos, não é novato no mercado de ações: começou a investir há cinco anos e já enfrentou os altos e baixos do mercado. Nada parecido, no entanto, com os efeitos da crise financeira atual.
Até agora, ele estima ter perdido cerca de 30% de seus investimentos. “Eu só tinha vivido realizações normais, de crise política, essas coisas. Você nunca imagina que vai passar pela pior crise desde 1929”, diz.
Embora ainda acredite no mercado de ações e esteja tranqüilo porque quer usar o dinheiro apenas na aposentadoria, ele acredita que poderia ter ficado mais atento aos indícios da gravidade da crise e, quem sabe, vendido alguns papéis antes do aprofundamento da baixa.
O que aprendeu: “Daqui pra frente vou ficar mais atento para este tipo de noticiário (o econômico internacional). Se estivesse mais informado, talvez pudesse ter comprado menos. Isso serve de lição.”
Add comment Outubro 18, 2008
Economista fala sobre o sobe-e-desce do mercado financeiro
O economista Fábio Susteras, do Banco Real, participou de um chat no site G1 na última sexta-feira (10) e explicou aos internautas que participaram, questões relacionadas ao dólar em alta, à queda da Bovespa e às conseqüências do sobe-e-desce dos mercados financeiros no bolso do cidadão comum.
Na avaliação do economista, a paciência pode ser uma forte aliada para quem colocou algum dinheiro em renda variável.Susteras disse também que o prejuízo só ocorre quando o investidor vende as ações e que, em algum momento, essas ações vão se recuperar. Por isso este não é o momento de vender.
Em momento de crise, os investidores não querem correr riscos. Por isso, o primeiro passo é comprar papéis do tesouro americano, pois eles nunca deram calote. queda da bolsa mostra como está o humor do investidor. Quando a bolsa cai é porque tem investidor saindo dela. O investidor estrangeiro vende ações e compra dólar. Aí ele sobe.
O pequeno empresário deve refazer seus planos para proteger os seus negócios. E pensar que ano que vem não será tão bom quanto o último. Se o Brasil crescer 3,5% no ano que vem já é bom, em face aos problemas que estão ocorrendo.
Veja a matéria completa clicanco aqui e abaixo um vídeo sobre o comportamento das bolsas mundiais na semana que passou.
Em entrevista na sede do FMI como presidente do G-20, o ministro da Fazenda Guido Mantega acrescentou que os países emergentes “não podem pôr o pé no freio nem no acelerador. Temos de ser prudentes, vamos ter de conviver com menos crédito e juros mais elevados”.
Depois do encontro do grupo que reúne países industrializados e em desenvolvimento, Mantega disse ainda não acreditar em nenhuma solução que caminhe para restrição de movimento de capital ou restrição de comércio.
No Brasil, em particular, “não pretendemos colocar o pé no freio da economia. Temos de fazer ajustes, mas estes ajustes não vão no sentido de desacelerar o crescimento”. O ministro reiterou que, no caso do Brasil, são menores os efeitos da crise que as economias avançadas estão experimentando.
Add comment Outubro 12, 2008
Como escolher suas ações e fazer o melhor investimento
Existem duas técnicas mais conhecidas na avaliação de ações.
Uma delas é a chamada análise fundamentalista, que consiste em avaliar, como o próprio nome sugere, os fundamentos da empresa. Neste modelo de análise busca-se fazer um levantamento detalhado das informações e dados da empresa (análise de balanço, contabilidade, estilo de gestão, entre outras). Analisa-se ainda o setor a qual a empresa pertence, potenciais mercado e todas as informações que possam ser relevantes e que de alguma forma venham a refletir no comportamento do preço das ações. É um dos modelos mais aceitos e difundidos.
A outra é a análise técnica (grafista), que realiza projeções baseada no comportamento passado dos preços da ação, ou seja, seu histórico de desempenho.
É com base nessas duas análises que especialistas tomam suas decisões de investimentos, e que as corretoras se norteiam para indicar a compra ou a venda de alguma ação.
É bom lembrar que a seleção de uma carteira de ações requer uma técnica muito sofisticada, e que são analisadas muitas variáveis que afetam o preço destas ações. Para ter sucesso nessa empreitada, é importante que escolha um parceiro (corretora ou home broker) que atenda suas expectativas como investidor e que ofereça informações constantes sobre seus investimentos.
Mas é bom lembrar que o principal interessado é o investidor, e, portanto, cabe a você se manter sempre bem informado para tomar as melhores decisões.
Antes de comprar uma ação, preste atenção:
Não aplique o dinheiro que pode precisar no curto prazo. Investimentos em ações são recomendados para quem tem objetivos de longo prazo, e são indicados para diversificar seu patrimônio;
Assim, seja rigoroso no planejamento financeiro. É importante que tenha capacidade de cumprir o planejado;
Reavalie sistematicamente seus objetivos. Eles podem mudar ao longo do tempo, e seus investimentos devem sempre acompanhar estas mudanças;
Esteja preparado para momentos de crise do mercado;
Diversifique sempre. Não aplique todos os seus recursos no mercado acionário muito menos em uma única ação.
Fonte: Anbid
Add comment Setembro 30, 2008






