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Mercado financeiro vive momento de otimismo com proximidade da posse de Obama

Posse do presidente dos EUA dá tranquilidade ao mercado financeiro

Posse do presidente dos EUA dá tranquilidade ao mercado financeiro

O mercado financeiro internacional tem vivido um otimismo repentino desde as festas de fim de ano, diante da proximidade da posse de Barack Obama e isso tem se refletido no Brasil. É o que apontam analistas do setor, entrevistados hoje (7) pela Agência Brasil.

Do dia 2 ao dia 6 de janeiro, por exemplo, o Ibovespa, índice que reúne as 66 principais ações negociadas no país, teve valorização de 12,6% somando 42.312 pontos. Ontem (6), o governo brasileiro captou US$ 1 bilhão no mercado internacional, que passou os últimos seis meses com escassez de linhas de crédito, e hoje voltou a obter US$ 25 milhões no mercado asiático.

Mas os analistas destacam que, apesar dos investidores darem mostras de que recuperaram a confiança no sistema financeiro desde o final do ano passado, o primeiro semestre de 2009 ainda pode ser marcado pela instabilidade nas bolsas de valores.

No acumulado de 2008, o Ibovespa recuou em 41,2%, com 37.550 pontos, ante uma alta de 43,6% em 2007. A última vez que os negócios encerraram o ano em queda tinha sido em 2002 (17%).

O resultado do ano passado certamente está associado ao pânico que se espalhou mundo afora após os desdobramentos da crise financeira iniciada nos Estados Unidos e que ganhou seu ápice, no último trimestre do no passado.

Dados da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) indicam que o maior giro financeiro, em 2008, ocorreu em 13 de agosto, quando foi alcançado volume de R$ 13,05 bilhões com valorização do índice em 14,66%, também recorde no ano. Já a menor movimentação ocorreu no dia 26 de dezembro último (R$ 1,1 bilhão).

Na análise da economista Alessandra Ribeiro, da Tendências Consultoria, o repentino otimismo dos investidores está relacionado às expectativas em torno da nova gestão do governo norte-americano.

No final de 2008, Obama solicitou um aumento de recursos ao Congresso norte-americano mesmo antes de tomar posse. O novo presidente norte-americano assume no próximo dia 20.

De acordo com a economista, surgiram notícias no últimos dias sobre a possibilidade de que os investimentos norte-americanos possam ultrapassar a R$ 1 trilhão e isso causou empolgação. “Ele [Obama] tem surpreendido o mercado com o anúncio desses investimentos”, acentuou a economista. Na prática, isso significa aumento dos gastos públicos em infra-estrutura (rodovias, ferrovias, saneamento, etc), gerando emprego e renda.

Além disso, o mercado se animou com a decisão de Obama de cortar impostos e, por meio dos incentivos fiscais, colocar um fim à desconfiança do mercado, permitindo maior circulação da moeda e, conseqüentemente, do aumento na oferta de crédito.

“Com a retomada do dinamismo da economia norte-americana, isso puxa as demais economias”, disse ela, lembrando que a intenção de aumentar os gastos públicos não é exclusividade dos norte-americanos, exemplo que vem sendo seguido por outros países da Europa e da Ásia.

Para Alessandra, o Brasil deve se beneficiar com o novo quadro que começa a se desenhar porque, em situação de risco, os investidores migram para a compra de títulos das economias mais desenvolvidas e, se não há mais o temor de antes, a tendência é de um retorno do capital estrangeiro.

Isso explica em parte a valorização do real frente o dólar de 9,2%, no período compreendido entre 29 de dezembro e os primeiros quatro dias de 2009.

Só no dia de ontem (6), o Brasil conseguiu captar um volume de US$ 1 bilhão no mercado internacional com juros de 5,8% e resgate para 10 anos, observou o economista Luis Jurandir Simões, professor da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis Atuariais e Financeiras). “De outubro para cá, houve uma fuga dos investidores para os títulos norte-americanos como forma de proteção”, lembrou ele.

Simões avalia que o potencial brasileiro na movimentação das commodities (soja, minério de ferro e petróleo, dentre outros) já é um sinal das chances de avanço na economia porque seja qual for a crise, o mundo continuará necessitando de alimentos e outros produtos fornecidos pelo Brasil como o aço, por exemplo. O que emperra a aceleração da atividade produtiva, pondera, “é alto peso da carga tributária”.

Ele destacou que aos poucos as empresas estão voltando a obter crédito e que isso evidencia uma melhora da economia. No entanto, adverte que o ritmo “não vai voltar aos patamares que existia antes da crise”.

Luis Jurandir também não acredita que será repetida a euforia dos investidores no mercado de ações e que levou à pontuação máxima do Ibovespa a 73.616, em 20 de maio do ano passado.

Add comment Janeiro 7, 2009

Ação de Graças: Mercado de ações se recupera na semana

Resumo de notícias positivas da semana:

Segunda-feira: Bovespa fecha em forte alta de 9,4%, seguindo tendência otimista

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou esta segunda-feira (24) em forte alta de 9,4%, a 34.188 pontos. A valorização do Ibovespa, principal indicador da Bolsa paulista, ganhou impulso após o governo dos Estados Unidos anunciar o resgate do Citigroup. Na sexta (21), os negócios haviam despencado 6,5%. Entre as ações que mais expandiam no fechamento do pregão, estavam Unibanco (16,29%), Sid Nacional (16,25%), Itaubanco (15,8%), All Amer Lat (15,69%) e Vale R Doce (14,51%). As que registravam queda eram Braskem (-3,38%), Eletropaulo (-2,54%), Comgas (-2,04%), Ambev (-1,77%) e Eletrobrás (-0,42%).

Mais boas novas

Sadia sobe 15%, na maior alta do ibovespa

No último dia 11, o presidente da Nestlé, Ivan Zurita, afirmou durante evento que a companhia anunciará uma nova aquisição até o fim do ano. Segundo ele, as negociações teriam começado antes da crise financeira. A Sadia, por meio de sua assessoria de imprensa, negou que a companhia esteja à venda, acrescentando que não comenta boatos de mercado. As ações da Perdigão (PRGA3) também fecharam em alta (3,17%, a R$ 34,10).

Já no setor de carnes, as ações da Marfrig (MRFG3) caíram 1,14%, cotadas a R$ 7,80, e as da Minerva (BEEF3) cederam 3%, para R$ 1,94, enquanto as da JBS (JBSS3) perderam 1,24%, a R$ 3,97. As informações partem da Agência Leia.

Petróleo volta ao patamar de US$ 50, seguindo mercado de ações

A cotação do barril do petróleo leve (Light Sweet Crude), negociado em Nova York, voltou ao patamar de US$ 50 nesta sexta-feira, após ficar abaixo deste valor pela primeira vez em três anos e meio. As oscilações da commodity acompanham o humor do mercado de ações, que registra tendência positiva no momento, alentado pelos rumores de venda do Citigroup, banco americano com problemas.

Ação da Nossa Caixa sobe mais de 80% com interesse do BB

O valor das ações da Nossa Caixa na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) já cresceu mais de 80% desde o início dos rumores sobre a venda para o Banco do Brasil – em maio até o fechamento da terça-feira, 18. Dados da Bovespa mostram que as ações, que custavam R$ 27,62 no dia do anúncio das negociações, fecharam a terça-feira cotadas a R$ 51,49, valorização de 83,27%. A tendência no momento em que o negócio for concretizado, porém, é de realização de lucros.

Quarta-feira: Bovespa inverte tendência e sobe após anúncio do Fed

A Bovespa abriu os negócios desta quarta-feira em queda, mas conseguiu inverter a tendência e agora sobe; enquanto isso, o dólar comercial também registra valorização. Às 12h55, o Ibovespa, índice que reúne os papéis mais negociados da Bolsa paulista, avançava 1,67%, aos 35.394 pontos. No mesmo horário, a moeda norte-americana subia 1,33% e era negociada a R$ 2,354 para a venda.

Nesta quarta, os investidores aguardam com preocupação importantes indicadores econômicos dos Estados Unidos, que serão divulgados hoje devido ao feriado de amanhã em comemoração ao Dia de Ação de Graças. Na quinta, não haverá pregão em Wall Street e na sexta os investidores trabalham apenas meio período.

Ontem, após uma abertura em queda, estimulada pelos investidores se desfazendo dos papéis para embolsar os lucros conseguidos no pregão de segunda-feira, a Bolsa de Valores de São Paulo inverteu o sinal e passou a subir. Às 11h45, o Ibovespa – principal índice do mercado paulista – avançava 2,12%, aos 34.912 pontos.

Parece, então, que o feriado de Ação de Graças (que nós não temos por aqui) vai ser calmo no mercado de ações. Oremos!

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Add comment Novembro 26, 2008

Mercado instável: Bovespa fechou com alta de 1,3% na terça e hoje opera em baixa

Bovespa e mercado apresentam instabilidadeA Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou o pregão desta terça-feira (11) no azul, após ter operado em baixa durante quase todo o dia. O índice Ibovespa – o principal indicador da bolsa paulista – teve alta de 1,32%, aos 37.261 pontos. O giro financeiro foi de R$ 3,3 bilhões.

As cotações do mercado financeiro se reverteram após o anúncio de um plano de ajuda a mutuários em dificuldades nos EUA. Mais cedo, a Bovespa havia registrado queda superior a 5%, com os investidores reagindo negativamente aos resultados corporativos de empresas norte-americanas, como a General Motors e a AIG.

Nos EUA, no entanto, o mercado não registrou uma reação semelhante e se manteve no vermelho. Por volta das 18h10 de Brasília, o índice Dow Jones – principal referência da Bolsa de Nova York – mostrava queda de 1,56%.

Panorama internacional

As bolsas de valores da Europa terminaram em queda nesta terça-feira (11), pressionadas por ações do setor bancário e pelos papéis ligados às commodities. O índice das principais ações européias FTSEurofirst 300 caiu 4,01%, a 885 pontos, depois de ter subido 0,9% na véspera. Em Londres, a queda foi de 3,57%. Em Paris, as perdas foram de 4,83% e em Frankfurt, de 5,25%.

Com o ambiente ainda dominado por preocupações com a atividade econômica e saúde das instituições financeiras nos EUA, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em baixa nesta quarta-feira (12).

Por volta das 16h49, o Ibovespa, principal índice da bolsa paulista caía 6,84%, para os 34.712 pontos.

Confira os indicadores do mercado financeiro

Fonte: G1

Add comment Novembro 12, 2008

Gradual divulga carteira semanal com onze ativos com potencial de valorização

A carteira semanal da corretora Gradual para o período de 5 a 12 de novembro traz onze recomendações de papéis que, segundo os analistas, trazem boas oportunidades de valorização.
A A corretora ressalta que a alta expressiva dos últimos pregões nada mais foi do que uma correção parcial das distorções das cotações e que tal movimento deve ser catalisado por eventos como a fusão entre Itaú e Unibanco.

Para seus analistas, a união dos dois bancos “certamente colocará o setor financeiro brasileiro em uma nova dinâmica”.

“Buscamos na carteira recomendada desta semana prosseguir capturando a recuperação de vários papéis em relação às perdas acumuladas frente aos respectivos fundamentos”, afirmaram.

Dentre as alterações, destaque para a troca das ações preferenciais do Bradesco pelas da Itaúsa e a inclusão de Bicbanco na carteira. A participação do setor de energia foi diminuída e a da Petrobas subiu.

Confira as favoritas

Empresa Código Preço alvo Upside* Peso
Petrobras PETR4 R$ 54,00 115% 10%
Vale VALE5 R$ 56,40 103% 10%
Usiminas USIM5 R$ 95,00 231% 20%
Cemig CMIG3 R$ 48,00 94% 10%
Itaúsa ITSA4 R$ 14,00 60% 10%
WEG WEGE3 R$ 27,00 99% 5%
AES Tietê GETI4 R$ 20,90 57% 5%
Redecard RDCD3 R$ 37,50 51% 10%
Bicbanco BICB4 R$ 12,40 337% 10%
BM&F Bovespa BVMF3 R$ 15,50 130% 5%
MRV MRVE3 R$ 45,20 260% 5%

*Potencial de valorização com base no fechamento de 4 de novembro

Por que as recomendações?

  • Petrobras PN
    A corretora manteve sua recomendação de compra com base na forte liquidez do papel e por entender que a cotação atual da ação não reflete os fundamentos da empresa. Também é destacado o fato de a Petrobras ter batido recorde de exportação no mês de outubro.
  • Vale PNA
    A Gradual entende que a queda das ações da Vale excede a revisão para baixo dos indicadores do setor de mineração para os próximos anos. Para ela, o resultado da Vale no terceiro trimestre foi bem acima do consenso de mercado e reforçou sua análise.
  • Usiminas PNA
    A Gradual deu destaque ao fato de que a empresa apresenta resultados operacionais bem regulares, com forte e estável geração de caixa: “em nenhum exercício desde 1999, a margem Ebitda da companhia ficou abaixo de 31%, mesmo nos momentos adversos do mercado de aços planos”.
  • Redecard ON
    Os analistas ressaltam que a empresa tem uma política de dividendos atrativa. Além disso, o potencial de crescimento de aceitação de cartões e a tese de substituição de papel moeda por meios eletrônicos de pagamento proporcionam à empresa, segundo a equipe, uma posição mais confortável que outros setores em um ambiente de retração de atividade econômica.
  • Itaúsa PN
    A fusão entre Itaú e Unibanco é ressaltada pela corretora, que acredita que o conglomerado financeiro resultante terá condições de se tornar o primeiro player global brasileiro do setor financeiro por causa de seu porte, unido com eficiência operacional e sólida base tecnológica desenvolvida.
  • WEG ON
    Mesmo com a recente valorização do dólar frente ao real, os analistas observaram que a empresa ainda apresentou crescimento na receita e bons indicadores operacionais. Segundo eles, a receita e os custos em moeda estrangeira, hedge natural da empresa, devem favorecê-la durante o período de incerteza em relação ao câmbio.
  • Bicbanco PN
    A Gradual destaca que o Bicbanco é a principal recomendação de compra entre bancos de médio porte. Isso devido a uma trajetória de crescimento orgânico, bom nível de capitalização, sólidos indicadores de qualidade de carteira de crédito e eficiência de custos, além de bons indicadores de liquidez e rentabilidade.
  • BM&F Bovespa ON
    A Gradual observa que a BM&F Bovespa é uma das maiores bolsas mundiais e pode se beneficiar com a perspectiva de concentração e consolidação do setor, sendo centro de liquidez para as ações de empresas latino-americanas.
  • Cemig ON
    Os analistas destacam que a troca dos ativos preferenciais pelos ordinários da Cemig foi por causa do desconto do primeiro em relação ao segundo, lembrando que ambos pagam o mesmo dividendo e que o gap entre as cotações não ultrapassa 10%.
  • AES Tietê PN
    Segundo a Gradual, a empresa possui grande estabilidade de receita, visto que toda energia assegurada é contratada com a Eletropaulo, através de um contrato de compra e venda de energia de longo prazo. Além disso, a empresa apresenta baixo endividamento e política de dividendos atrativa.
  • MRV ON
    A corretora admite que haja dúvidas quanto ao volume de crédito disponível para o setor imobiliário, mas afirma que a empresa conta com fontes mais estáveis de crédito como SFH (Sistema Financeiro de Habitação), repasse de recursos de poupança e com a vantagem de ser agente autorizado da Caixa Econômica Federal, já operando, para aprovar financiamentos.

Fonte: InfoMoney

Add comment Novembro 6, 2008

Petrobras: Citi reduz preços-alvo, mas segue sugerindo “compra” às ações

Recomendação de compra para ações da Petrobrás

Recomendação de compra para ações da Petrobrás

Por: Gabriel Ignatti Casonato

A recente volatilidade dos mercados tem penalizado duramente os ativos de empresas reconhecidamente sólidas na bolsa brasileira. A principal delas, para muitos, é a Petrobras, cujos bons fundamentos têm sido deixados de lado pelos investidores à luz dos temores envolvendo os desdobramentos da crise global de crédito.

Mas além do forte prejuízo causado aos papéis, as conseqüências do colapso também têm afetado as projeções de diversos analistas para a estatal. Nesta sexta-feira (17), foi a vez de o Citigroup levar em conta o atual cenário para reduzir seu preço-alvo tanto para as ações ordinárias quanto às preferenciais.

Entre os principais vetores responsáveis pela redução do target, destaque para a expectativa de redução dos investimentos previstos no plano estratégico da companhia em função da crise, além da forte queda nos preços do petróleo e do baixo patamar dos ativos da companhia.

Código Preço-alvo anterior Preço-alvo atual Upside*
PETR3 R$ 59,00 R$ 52,00 87%
PETR4 R$ 50,00 R$ 43,00 89%

*Potencial de valorização para os próximos doze meses com base nas cotações de fechamento de 17 de outubro

Com relação ao primeiro item, o banco lembra que a própria Petrobras afirmou que, sob a nova ótica da crise mundial, os novos projetos da empresa enfrentarão dificuldades na medida em que precisarão de crédito, o que obrigará a companhia a revisar seus investimentos estratégicos até 2020.

Neste sentido, vale lembrar que a estatal decidiu nesta sexta-feira adiar a divulgação de seu plano de negócios para o período de 2009-2013, que estava programada para este mês, “em função da necessidade de concluir as análises dos projetos, frente às novas condições conjunturais”, informou.

Por sua vez, a deterioração das condições de crédito também irá impactar o crescimento econômico de alguns dos maiores mercados consumidores de petróleo do mundo, o que deve reduzir a demanda e manter os preços do produto em baixa. Neste caso, os próximos resultados da estatal devem ser afetados, afirma o Citi.

Por fim, o fraco desempenho das ações da Petrobras no ano obriga uma revisão no target. Depois de acumularem expressivas altas no ano passado, os papéis ordinários e preferenciais da petrolífera somam perdas de mais de 40% em 2008, atribuída em grande parte ao conturbado cenário externo.

Recomendação de “compra” é mantida
A despeito dos impactos de tais referências e da conseqüente redução de seus preços-alvo, o Citi continua recomendando “compra” às ações da Petrobras. O forte potencial de valorização dos ativos, de quase 90%, para os próximos doze meses, mesmo após o corte no target, é um dos pontos que sustenta o otimismo.

Em adição, a instituição lembra que com a crescente preocupação em torno da crise, os investidores não estão dando o devido valor a alguns importantes catalisadores para os papéis, como os bons fundamentos e o grande potencial das novas reservas descobertas pela petrolífera.

Neste último item, o banco acredita no forte potencial de exploração das reservas do pré-sal e na agilidade quanto à resolução dos trâmites envolvidos na operação. Ele espera para 2013 o início das operações e dez plataformas em pleno vapor até 2017.

Projeções do Citi para os resultados da Petrobras
Baseando-se na análise, os analistas do Citigroup divulgaram também suas perspectivas para os resultados trimestrais e anuais da Petrobras. Apesar de expectativa de que o arrefecimento da demanda por petróleo exerça certa pressão, os números devem continuar mostrando uma expansão dos indicadores operacionais da estatal.

(em R$ bilhões) 3º tri/08 4º tri/08 2008 2009
Receita Líquida 53,747 52,655 207,864 219,983
Ebitda* 16,918 13,332 62,257 67,946
Lucro líquido 12,122 7,351 35,181 36,912

*Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização

Fonte: InfoMoney

Add comment Outubro 18, 2008

Medidas devolvem tranquilidade ao mercado financeiro

Pavor no mercado financeiro!

O pavor do mercado ficou para trás?

Depois do pavor do mercado financeiro mundial da última semana, o otimismo demonstrado na segunda-feira (13), com alta nas bolsas de valores do mundo inteiro pode ser o primeiro sinal de que a crise financeira, que começou nos Estados Unidos e chegou ao Brasil nos últimos dias, pode estar passando.

Ontem, o dia foi de euforia nas bolsas em todo o mundo.  As Bolsas de Nova York abriram em alta com os mercados americanos repercutindo positivamente os acordos anunciados pelo grupo dos sete países mais industrializados do mundo (G-7) em Washington, e pelas 15 nações européias que integram a zona do euro, em Paris, no intuito de estimular o sistema bancário. É válido lembrar que, na semana passada, o índice Dow Jones registrou o pior desempenho semanal em 112 anos de história.

Pela manhã, o índice Dow Jones subia 4,96%, o Nasdaq-100 tinha alta de 4,80% e o S&P 500 tinha ganho de 5,14%.

Na última sexta-feira (dia 10), o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, apresentou mais detalhes sobre seus planos de comprar ações de bancos, enquanto os ministros de finanças do G-7 e diretores de bancos centrais exortaram seus membros a adotar as medidas que forem necessárias para restaurar a confiança nos mercados. E ontem, em Paris, os líderes dos 15 países da zona do euro concordaram com um plano de ação que irá garantir os empréstimos interbancários até 2009 e permitir que os governos comprem ações de companhias financeiras em dificuldades.

Ontem, foi a vez de o Banco Central Europeu (BCE), do Banco da Inglaterra (BoE, o banco central inglês) e o Banco Nacional da Suíça (o BC suíço) afirmarem que irão emprestar quantias ilimitadas de recursos para os bancos. O Reino Unido vai injetar também US$ 63 bilhões em três bancos e a Alemanha apresentou seu próprio plano de recapitalização, de US$ 107 bilhões. As bolsas européias mantiveram na metade do pregão desta terça-feira, 14, a recuperação iniciada na segunda-feira com altas médias superiores a 5%, graças aos pacotes de resgate para os bancos aprovados na Europa e nos Estados Unidos.

Hoje (14), a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) mantém o clima de otimismo nas primeiras horas de operação. Os economistas atribuem o entusiasmo às medidas tomadas pelos governos europeus no fim de semana e à decisão hoje do governo norte-americano de usar US$ 250 bilhões para capitalizar os grandes bancos do país. Depois de subir quase 7% no início dos negócios, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) perdeu um pouco de força. Por volta das 14h, o Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, subia 2,76%, aos 41.957 pontos, com os investidores aproveitando a forte alta da véspera para realizar lucros.

Add comment Outubro 14, 2008

No Orkut, internautas trocam opiniões sobre a crise na Bolsa de Valores

O dólar sobe, as bolsas caem e o internauta que investe em ações encontra na rede social Orkut um lugar para trocar experiências, buscar dicas ou simplesmente desabafar durante a crise financeira.

A Bovespa, que até esta quarta (8) registrava queda de 47% desde seu ápice, em maio, é o principal tema das comunidades.

Grupos como ”Ações! Bovespa me deixa louco!”, “Bovespa: eu torço” e “Só me ferro na Bovespa” trazem relatos de investidores preocupados com os rumos da economia e, claro, das próprias aplicações.

Com mais de 1.300 membros, a comunidade “Ações! Bovespa me deixa louco!” conclama os investidores “de plantão e de araque” a se reunirem.

“Se você sempre entra e sai na hora certa, ou, assim como eu, normalmente nunca sabe a hora de comprar ou vender… seja bem vindo”, diz Bruno Girardi, criador da comunidade.

O fórum de discussão tem seções como ”Fundo do poço” e “Os EUA vão salvar os bancos, mas quem salva os EUA?”. Em 1º de julho, quando um internauta acusava uma queda repentina da Bovespa, os participantes respondiam indicando temor de que a economia chegasse ao ”fundo do poço”. Outros, porém, diziam acreditar na recuperação.

Cerca de três meses depois, a Bovespa é afetada pela crise mundial e uma das usuárias comenta na comunidade: “E pensar que ao criar este tópico pensávamos que era

Dicas e táticas
Outras comunidades procuram discutir as causas da crise, enquanto acompanham a flutuação das cotações. Nos grupos “Economia e Finanças” (31.500 membros) e “Mercado Financeiro” (9.700 membros) é comum encontrar termos técnicos e dúvidas de usuários sobre a melhor solução de investimentos.

Reprodução

Comunidade ‘Bovespa: Eu torço!’ está cadastrada na categoria ’religião e crenças’ (Foto: Reprodução)

Em “Economia e Finanças” a discussão mais agitada é “Crise imobiliária: hoje nos EUA, amanhã, aqui”. Com uma mensagem em 19 de setembro, pouco depois da quebra do banco Lehman Brothers, um usuário começa a discussão dizendo que “vai demorar muito até o mercado voltar ao equilibrio, se é que isto acontecerá”.

As mensagens mais recentes discutem as relações da crise norte-americana com o Brasil e avaliam se imóveis e veículos seriam alternativas ao investimento em ações.

Mas, apesar de tantas dicas, os moderadores deixam claro que não existem regras infalíveis. Em “Mercado Financeiro” a mensagem de boas vindas do criador alerta: ”Não me reponsabilizo por nenhuma perda de capital causada pela utilização de uma estratégia ou opinião exposta neste grupo”.

Quer uma dica? Conheça o curso em DVD sobre investimento em ações da empresa KaemeBrasil. Custa R$ 87,00 e você pode pagar em 3X no cartão de crédito. Ou seja, não precisa de um alto lucro para comprar o DVD e, por outro lado, você poderá obter vários esclarecimentos e dicas de como investir melhor na Bolsa de Valores.

Fonte: G1

Add comment Outubro 13, 2008


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O blog Investimentos em ações é de propriedade da agência emarket e está disponível para novas campanhas ou para aquisição. O blog está muito bem posicionado nos sites de busca e tem hoje uma audiência média de 70 visitas por dia. Interessados podem entrar em contato através do e-mail emarket@emarket.ppg.br.

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