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14 corretoras indicam as melhores ações para tempos de crise

Fonte: Portal Exame

investir-acoesApós a crise financeira nos Estados Unidos ter se tornado muito maior que o imaginado e se espalhado principalmente na Europa, as principais corretoras brasileiras aumentaram suas apostas em ações conservadoras. As carteiras de ações indicadas para outubro foram direcionadas principalmente para empresas que apresentam boa geração de caixa, pagam altos dividendos e têm sua receita voltada para o mercado interno.

Assim, as elétricas se transformaram em xodó dos analistas e conquistaram espaço em quase todas as carteiras sugeridas para outubro (veja na tabela abaixo). Conhecidas como boas pagadoras de dividendos, as companhias do setor contam com uma base segura de clientes e devem ter seus lucros impulsionados pela alta da inflação, já que suas tarifas são reajustadas pelos índices de preços.

Em contrapartida, as ações de empresas que são muito dependentes de empréstimos para crescer entraram na lista negra das corretoras. Com a redução no volume de crédito disponível no mercado, as companhias terão mais dificuldade para financiar seus projetos, além de ter de pagar mais caro pelo dinheiro. Tenda e Company, que foram vendidas às pressas para Gafisa e Brascan, respectivamente, mostraram o quão delicada é a situação. Os papéis do setor foram banidos das recomendações das corretoras.

Mas não são apenas as construtoras que preocupam. Há menos de uma semana, a Sadia surpreendeu o mercado ao anunciar perdas de 760 milhões de reais – valor equivalente a um ano de trabalho – no mercado futuro de câmbio. O prejuízo fez com que HSBC e Intra retirassem as ações da empresa de suas carteiras sugeridas. A Aracruz também informou que com o câmbio, o que levou investidores e analistas a se questionarem quantas outras empresas podem estar na mesma situação. “Contatamos todas as empresas do nosso universo de cobertura. Todas nos informaram que realizam operações de hedge (proteção) que visam apenas suas operações. A conferir. Fique de olho também nos guidances (metas estabelecidas pelas próprias empresas). Lembro que, no atual ambiente financeiro, redução de crescimento e investimento não devem ser notícia ruim”, diz a analista Lika Takahashi, da Fator, em seu relatório.

Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, no Brasil, o setor financeiro vai bem, mas sofre os refletos da crise. As instituições não operam com hipotecas de alto risco (subprime) e, segundo analistas, apresentam sólidos fundamentos. No entanto, o descontrole no exterior deve continuar inibindo a procura pelos papéis do setor. Além disso, o aumento nos custos de captação devem representar uma redução nas margens de lucros. No longo prazo, entretanto, os analistas apostam no potencial do setor em oferecer altos retornos aos investidores. “Apesar da nossa visão cautelosa para o setor no curto prazo, acreditamos que  Bradesco e Redecard devem ser capazes de superar (o mau momento) devido aos seus sólidos fundamentos”, destaca o Unibanco.

Outras dez instituições também incluem as ações de Bradesco e Redecard entre as melhores do setor e, com exceção da XP Investimentos, todas as demais recomendam aos investidores aplicar em ao menos uma empresa do setor.

Já o segmento de siderurgia diverge os analistas. Enquanto o HSBC, estima que as empresas serão beneficiadas no curto prazo pela forte demanda por aço no mercado nacional, a Fator classifica o setor como um dos mais vulneráveis à crise, devido às poucas chances de recuperação dos preços das commodities nos próximos meses. Neste mês, cinco corretoras retiraram ações das empresas do setor de seu portfólio, sendo que as da CSN foram excluídas de quatro das 14 carteiras.

Mesmo diante de tantas dúvidas quanto ao futuro do mercado acionário, os especialistas ainda recomendam os investimentos em ações para quem tem objetivos de longo prazo. “Se você é um investidor que não está preocupado em acertar o momento do mercado, mas sim o valor do negócio, este pode ser um bom momento de ir às compras de bons ativos. Isso não quer dizer que as bolsas não cairão mais, pois esta crise tem se provado mais devastadora que o imaginado e a volatilidade continuará elevada, mas que o retorno de seu investimento poderá ser alto no longo prazo”, diz Lika.

Veja abaixo as ações recomendadas por 14 corretoras.

Ativa
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$) (1) Potencial de alta (%)
Weg WEGE3 Não informado 14,19 -
Lojas Americanas LAME4 Não informado 8,35 -
Transmissão Paulista TRPL4 Não informado 49,79 -
AES Tietê GETI4 Não informado 15,40 -
Bradesco BBDC4 Não informado 30,94 -
Banco do Brasil BBAS3 Não informado 22,75 -
Bradespar BRAP4 Não informado 26,70 -
Vale do Rio Doce VALE5 Não informado 32,71 -
Petrobras PETR4 Não informado 35,10 -
Usiminas USIM5 Não informado 40,51 -
Tegma TGMA3 Não informado 10,18 -
Alterações
Entra: AES Tietê
Saem: CSN, Cesp
Alpes
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Petrobras PETR4 46,80 35,10 33,33
Bradespar BRAP4 42,50 26,70 59,18
Bradesco BBDC4 38,00 30,94 22,82
Itaúsa ITSA4 12,00 9,52 26,05
Usiminas USIM5 75,00 40,51 85,14
Alterações
Não houve
Corretora Geral
Empresa Ação Preço-alvo (R$) (2) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Petrobras PETR4 60,00 35,10 70,94
Vale do Rio Doce VALE5 58,00 32,71 77,32
Bradesco BBDC4 54,00 30,94 74,53
Gerdau Metalúrgica GOAU4 70,00 29,70 135,69
CPFL Energia CPFE3 48,00 35,50 35,21
Tractebel TBLE3 30,00 20,70 44,93
Usiminas USIM5 90,00 40,51 122,17
Souza Cruz CRUZ3 61,00 45,49 34,10
Itaúsa ITSA4 15,57 9,52 63,55
Alterações
Entra: Tractebel
Saem: VCP, Lojas Renner
Fator
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Petrobras PETR4 50,00 35,10 42,45
Vale do Rio Doce VALE5 Em revisão 32,71 -
Eletrobrás ELET3 40,00 28,30 41,34
Telesp TLPP4 73,16 44,69 63,71
Redecard RDCD3 35,47 24,88 42,56
Ambev AMBV4 192,91 105,00 83,72
Itaúsa ITSA4 Em revisão 9,52 -
B2W BTOW3 122,62 45,94 166,91
ALL ALLL11 33,00 13,00 153,85
Weg WEGW3 25,78 14,19 81,68
Net NETC4 26,40 16,23 62,66
Ultrapar UGPA4 90,00 50,49 78,25
Telemar TNLP3 84,97 39,00 117,87
Banco do Brasil BBAS3 Em revisão 22,75 -
Alterações
Entram: Redecard, Eletrobrás (ELET3)
Saem: CCR Rodovias, Eletrobrás (ELET6)
HSBC
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
ALL ALLL11 Não informado 13,00 -
Vale do Rio Doce VALE5 Não informado 32,71 -
Energias do Brasil ENBR3 Não informado 23,82 -
AES Tietê GETI4 Não informado 15,40 -
Usiminas USIM5 Não informado 40,51 -
Petrobras PETR4 Não informado 35,10 -
Perdigão PRGA3 Não informado 36,40 -
Itaú ITAU4 Não informado 31,90 -
Alterações
Entram: Perdigão, AES Tietê
Sai: Sadia
Intra
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Souza Cruz CRUZ3 Não informado 45,49 -
Itaúsa ITSA4 Não informado 9,52 -
Petrobras PETR4 Não informado 35,10 -
Vale do Rio Doce VALE5 Não informado 32,71 -
Eletrobrás ELET6 Não informado 24,05 -
Bradesco BBDC4 Não informado 30,94 -
Gerdau GGBR4 Não informado 21,21 -
Natura NATU3 Não informado 18,50 -
Confab CNFB4 Não informado 5,29 -
Nossa Caixa BNCA3 Não informado 39,90 -
Randon RAPT4 Não informado 10,76 -
Transmissão Paulista TRPL4 Não informado 49,79 -
Alterações
Entram: Eletrobrás, Natura, Nossa Caixa
Saem: Sadia, CSN, Copel
Link
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Ambev AMBV4 175,00 105,00 66,67
AES Tietê GETI4 21,25 15,40 37,99
Bradesco BBDC4 47,00 30,94 51,91
CCR Rodovias CCRO3 42,00 25,00 68,00
Cemig CMIG4 50,00 37,60 32,98
CPFL Energia CPFE3 46,00 35,50 29,58
Itaúsa ITSA4 16,50 9,52 73,32
Transmissão Paulista TRPL4 61,00 49,79 22,51
Vale do Rio Doce VALE5 74,00 32,71 126,23
Alterações
Entram: Ambev, Bradesco, Transmissão Paulista
Saem: ALL, B2W, CSN, M. Dias Branco, Lopes, Aracruz, Totvs
Planner
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Bradesco BBDC4 55,00 30,94 77,76
Vale do Rio Doce VALE5 68,27 32,71 108,71
CSN CSNA3 75,50 40,75 85,28
Cemig CMIG4 45,48 37,60 20,96
Petrobras PETR4 48,60 35,10 38,46
Brasil Telecom BRTO4 24,77 15,74 57,37
CPFL Energia CPFE3 51,00 35,50 43,66
Redecard RDCD3 45,50 24,88 82,88
Transmissão Paulista TRPL4 54,00 49,79 8,46
Perdigão PRGA3 65,53 36,40 80,03
Alterações
Entra: Cemig
Sai: Gerdau
Prosper
Empresa Ação Preço-alvo (R$) (3) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Itaú ITAU4 52,00 31,90 63,01
Petrobras PETR4 61,00 35,10 73,79
Gerdau GGBR3 36,50 18,15 101,10
Confab CNFB4 8,60 5,29 62,57
Cesp CESP6 42,00 16,50 154,55
Alterações
Não houve
SLW
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Vale do Rio Doce VALE5 75,70 32,71 131,43
Bradesco BBDC4 54,00 30,94 74,53
Banco do Brasil BBAS3 31,00 22,75 36,26
Eletrobrás ELET3 47,56 28,30 68,06
Cemig CMIG4 48,00 37,60 27,66
Pão de Açúcar PCAR4 40,00 33,00 21,21
Lojas Renner LREN3 Em revisão 23,50 -
Perdigão PRGA3 59,00 36,40 62,09
Usiminas USIM5 102,74 40,51 153,62
Gerdau GGBR4 59,00 21,21 178,17
Petrobras PETR4 60,00 35,10 70,94
Confab CNFB4 7,80 5,29 47,45
Randon RAPT4 23,00 10,76 113,75
Coelce COCE5 32,00 18,50 72,97
Copasa CSMG3 35,00 20,00 75,00
Alterações
Entram: Banco do Brasil, Perdigão
Saem: CSN, Unibanco, Embraer, Brasil Telecom, Embraer, Localiza
Souza Barros
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Randon RAPT4 23,50 10,76 118,40
Cremer CREM3 21,20 10,20 107,84
Transmissão Paulista TRPL4 60,00 49,79 20,51
GVT GVTT3 48,50 28,79 68,46
Petrobras PETR4 54,50 35,10 55,27
Vale do Rio Doce VALE5 67,90 32,71 107,58
CCR Rodovias CCRO3 39,70 25,00 58,80
Gerdau GGBR4 45,90 21,21 116,41
Bradesco BBDC4 54,00 30,94 74,53
Alterações
Entram: Transmissão Paulista
Saem: BR Malls, Drogasil
Spinelli
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Bradesco BBDC4 50,00 30,94 61,60
Banco do Brasil BBAS3 40,00 22,75 75,82
Itaú ITAU4 47,00 31,90 47,34
Eletrobrás ELET3 44,00 28,30 55,48
VCP VCPA4 45,00 28,80 56,25
Petrobras PETR4 60,00 35,10 70,94
Vale do Rio Doce VALE5 60,00 32,71 83,43
CSN CSNA3 80,00 40,75 96,32
Usiminas USIM5 70,00 40,51 72,80
Gerdau Metalúrgica GOAU4 55,00 29,70 85,19
Alterações
Não houve
Unibanco
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Bradesco BBDC4 48,39 30,94 56,40
Redecard RDCD3 42,70 24,88 71,62
Marfirg (5) MRFG3 30,00 17,59 70,55
Pão de Açúcar (5) PCAR4 54,50 33,00 65,15
Ultrapar UGPA4 92,00 50,49 82,21
Petrobras PETR4 52,50 35,10 49,57
CSN CSNA3 89,00 40,75 118,40
Bradespar BRAP4 Em revisão 26,70 -
Suzano Papel SUZB5 68,00 16,25 318,46
Net (5) NETC4 38,00 16,23 134,13
Copel CPLE6 44,00 26,40 66,67
Tractebel TBLE3 34,10 20,70 64,73
Weg (5) WEGW3 26,50 14,19 86,75
Estácio (5) ESTC3 31,10 14,30 117,48
Alterações
Entram: Redecard, Tractebel, Weg, Suzano, Estácio
Saem: Eletropaulo, VCP, Confab, PDG Realt, Duratex, Dasa
XP Investimentos
Empresa Ação Preço-alvo (R$) (4) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Gerdau Metalúrgica GOAU4 53,00 29,70 78,45
Vale do Rio Doce VALE5 68,00 32,71 107,89
Ultrapar UGPA4 80,00 50,49 58,45
Randon RAPT4 20,00 10,76 85,87
Lojas Renner LREN3 40,60 23,50 72,77
Alterações
Não houve
(1) Cotação de fechamento de 30 de setembro
(2) Preço-alvo para 12 meses
(3) Preço-alvo para junho de 2009
(4) Preço-alvo para julho de 2009
(5) Preço-alvo para dezembro de 2009
Fontes: corretoras

Add comment Novembro 28, 2008

Enganos sobre investimentos na bolsa de valores

1. Não tenho dinheiro suficiente: esperar juntar uma quantia maior de dinheiro para iniciar seus investimentos vai atrasar os seus ganhos. Você pode começar a investir com qualquer valor.

2. Investir na bolsa é muito complicado: ainda que você não queira ser um especialista no assunto, as corretoras têm interesse em orientá-lo voc6e pode aprender a investir através de cursos e livros.

3. Para ganhar na bolsa é preciso sorte: se você não sabe o que está fazendo, aprenda. A bolsa têm riscos, mas se você souber onde está se metendo e tiver prudência, suas chances de lucrar mais que renda fixa são bem grandes.

4. Os preços das ações é imprevisível: não é verdade. Embora não haja um sistema com 100% de certeza sobre o movimento dos preços das ações, existem métodos que podem prever as altas e baixas dos papéis com precisão suficiente para tornar o investimento mais seguro.

Add comment Novembro 20, 2008

Gradual divulga carteira semanal com onze ativos com potencial de valorização

A carteira semanal da corretora Gradual para o período de 5 a 12 de novembro traz onze recomendações de papéis que, segundo os analistas, trazem boas oportunidades de valorização.
A A corretora ressalta que a alta expressiva dos últimos pregões nada mais foi do que uma correção parcial das distorções das cotações e que tal movimento deve ser catalisado por eventos como a fusão entre Itaú e Unibanco.

Para seus analistas, a união dos dois bancos “certamente colocará o setor financeiro brasileiro em uma nova dinâmica”.

“Buscamos na carteira recomendada desta semana prosseguir capturando a recuperação de vários papéis em relação às perdas acumuladas frente aos respectivos fundamentos”, afirmaram.

Dentre as alterações, destaque para a troca das ações preferenciais do Bradesco pelas da Itaúsa e a inclusão de Bicbanco na carteira. A participação do setor de energia foi diminuída e a da Petrobas subiu.

Confira as favoritas

Empresa Código Preço alvo Upside* Peso
Petrobras PETR4 R$ 54,00 115% 10%
Vale VALE5 R$ 56,40 103% 10%
Usiminas USIM5 R$ 95,00 231% 20%
Cemig CMIG3 R$ 48,00 94% 10%
Itaúsa ITSA4 R$ 14,00 60% 10%
WEG WEGE3 R$ 27,00 99% 5%
AES Tietê GETI4 R$ 20,90 57% 5%
Redecard RDCD3 R$ 37,50 51% 10%
Bicbanco BICB4 R$ 12,40 337% 10%
BM&F Bovespa BVMF3 R$ 15,50 130% 5%
MRV MRVE3 R$ 45,20 260% 5%

*Potencial de valorização com base no fechamento de 4 de novembro

Por que as recomendações?

  • Petrobras PN
    A corretora manteve sua recomendação de compra com base na forte liquidez do papel e por entender que a cotação atual da ação não reflete os fundamentos da empresa. Também é destacado o fato de a Petrobras ter batido recorde de exportação no mês de outubro.
  • Vale PNA
    A Gradual entende que a queda das ações da Vale excede a revisão para baixo dos indicadores do setor de mineração para os próximos anos. Para ela, o resultado da Vale no terceiro trimestre foi bem acima do consenso de mercado e reforçou sua análise.
  • Usiminas PNA
    A Gradual deu destaque ao fato de que a empresa apresenta resultados operacionais bem regulares, com forte e estável geração de caixa: “em nenhum exercício desde 1999, a margem Ebitda da companhia ficou abaixo de 31%, mesmo nos momentos adversos do mercado de aços planos”.
  • Redecard ON
    Os analistas ressaltam que a empresa tem uma política de dividendos atrativa. Além disso, o potencial de crescimento de aceitação de cartões e a tese de substituição de papel moeda por meios eletrônicos de pagamento proporcionam à empresa, segundo a equipe, uma posição mais confortável que outros setores em um ambiente de retração de atividade econômica.
  • Itaúsa PN
    A fusão entre Itaú e Unibanco é ressaltada pela corretora, que acredita que o conglomerado financeiro resultante terá condições de se tornar o primeiro player global brasileiro do setor financeiro por causa de seu porte, unido com eficiência operacional e sólida base tecnológica desenvolvida.
  • WEG ON
    Mesmo com a recente valorização do dólar frente ao real, os analistas observaram que a empresa ainda apresentou crescimento na receita e bons indicadores operacionais. Segundo eles, a receita e os custos em moeda estrangeira, hedge natural da empresa, devem favorecê-la durante o período de incerteza em relação ao câmbio.
  • Bicbanco PN
    A Gradual destaca que o Bicbanco é a principal recomendação de compra entre bancos de médio porte. Isso devido a uma trajetória de crescimento orgânico, bom nível de capitalização, sólidos indicadores de qualidade de carteira de crédito e eficiência de custos, além de bons indicadores de liquidez e rentabilidade.
  • BM&F Bovespa ON
    A Gradual observa que a BM&F Bovespa é uma das maiores bolsas mundiais e pode se beneficiar com a perspectiva de concentração e consolidação do setor, sendo centro de liquidez para as ações de empresas latino-americanas.
  • Cemig ON
    Os analistas destacam que a troca dos ativos preferenciais pelos ordinários da Cemig foi por causa do desconto do primeiro em relação ao segundo, lembrando que ambos pagam o mesmo dividendo e que o gap entre as cotações não ultrapassa 10%.
  • AES Tietê PN
    Segundo a Gradual, a empresa possui grande estabilidade de receita, visto que toda energia assegurada é contratada com a Eletropaulo, através de um contrato de compra e venda de energia de longo prazo. Além disso, a empresa apresenta baixo endividamento e política de dividendos atrativa.
  • MRV ON
    A corretora admite que haja dúvidas quanto ao volume de crédito disponível para o setor imobiliário, mas afirma que a empresa conta com fontes mais estáveis de crédito como SFH (Sistema Financeiro de Habitação), repasse de recursos de poupança e com a vantagem de ser agente autorizado da Caixa Econômica Federal, já operando, para aprovar financiamentos.

Fonte: InfoMoney

Add comment Novembro 6, 2008

Analista diz que seria uma boa opção investir parte do FGTS na Bolsa

Sei que o mercado está ainda incerto, uma semana sobe, na outra, desce. Mas cabe registrar aqui a indicação de um expert, o sócio-diretor da BDO Trevisan da área de Gestão de Riscos.

Ratificando o que já vinha dizendo desde que se instalou a crise de crédito nos Estados Unidos (EUA), Márcio Peppe ressaltou, na semana passada, que os investimentos em ações ainda oferecem melhor rendimento. “Mesmo com todo o cenário de queda, os investidores da Bolsa que aplicaram pensando no longo prazo, certamente não se decepcionarão”, afirma.

A lei brasileira não permite que se utilize o FGTS para investir na Bolsa de Valores. Entretanto, houveram dois casos pontuais que se foi possível investir parte do fundo em ações e, analisando esses casos ocorridos, Márcio Peppe disse quee, se fosse possível utilizar o FGTS para investir em ações, seria o melhor negócio. “O FGTS é uma poupança de longo prazo e, certamente, o dinheiro do Fundo, investido em Bolsa, renderia muito mais que o perfil atual”, conclui.

Add comment Outubro 21, 2008

Um Método para Investir em ações utilizando Análise Técnica

Curso de investimentos em ações ensina como fazer a análise técnica de ações para escolher o melhor investimento no mercado de ações

O analista técnico, Eduardo Matsura, da Corretora Souza Barros, explica que a escolha de um investimento deve levar em conta a expectativa de ganho, mas também a possibilidade de perda. O investidor deve avaliar sempre, o retorno e o risco de cada operação.

Na Bolsa de Valores, as oportunidades de ganho são muito atrativas, mas é fundamental adotar uma estratégia que ajude a escolher, no “timing” mais adequado, as ações com a melhor relação retorno/risco.

A Análise Técnica fornece vários instrumentos para a definição de um método que identifique a cada dia, as melhores opções para a compra e venda de ações. A seguir, descrevo de forma breve e objetiva, um método para investir em uma carteira de ações.

Ao analisar o gráfico diário, verifique qual é a tendência principal: de alta ou baixa. Pode-se determinar a tendência através de retas unindo fundos ascendentes (alta) ou topos descendentes (baixa), veja o gráfico ilustrativo. Como regra geral, é melhor se posicionar sempre a favor da tendência principal: operações de compra durante uma tendência de alta e de venda na tendência de baixa.
Toda tendência, seja de alta ou baixa, segue a direção principal com avanços e recuos (“ziguezague”) e eventualmente reverte completamente de direção. O comportamento do gráfico é constantemente influenciado pelas forças vendedora (que faz o preço cair) e compradora (que faz o preço subir), ou seja, pela lei da oferta e da demanda. Na Análise Técnica, denominamos como Suporte, o nível de preço onde prevalece a força compradora; neste nível o preço tem uma probabilidade maior de não cair mais, e a tendência é subir ou “andar de lado”. Resistência é o nível de preço onde prevalece a força vendedora; neste nível o preço tende a cair ou “andar de lado”.

Uma estratégia simples e eficaz é comprar no suporte e vender na resistência; funciona bem com o mercado de lado ou mercado em alta. No mercado em baixa, comprar no suporte significa ir contra a tendência principal; o risco é maior. Na tendência de baixa é melhor vender (a descoberto) na resistência e comprar no suporte; são operações mais complexas como alugar e vender ações ou vender contrato futuro do Ibovespa.

Suporte e Resistência são prováveis pontos de reversão de tendência (temporária ou definitiva), e podem ser melhor determinados através da análise do gráfico de preços no formato “candlesticK”. Padrões como “martelo” ou “envolvente de alta” sinalizam reversão e normalmente ocorrem nos níveis de suporte; padrões candlestick de reversão da alta, normalmente definem níveis de resistência. Outro indicador importante que muitas vezes antecipa a reversão da direção do preço é o Volume, que deve ser utilizado para a confirmação dos padrões candlestick.

Os diversos instrumentos da Análise Técnica (Tendência, Suporte e Resistência, figuras Candlestick e Volume) devem ser utilizados de forma sinérgica e sistemática, constituindo um método para identificar pontos de entrada e saída do mercado.

Apesar do foco de análise ser o gráfico diário, é importante analisar o gráfico semanal, pois o padrão candle semanal pode indicar um viés de alta ou baixa para as próximas semanas; se houver convergência do semanal com o diário, o viés do diário fica mais forte.

Também é útil analisar o gráfico intradiário (60 minutos), que revela níveis de suporte e resistência não detectados pelo gráfico diário, e define com maior precisão o momento de entrada e saída do mercado.

Definida a estratégia, deve-se pesquisar e avaliar o universo de ações com um mínimo de liquidez (por exemplo, ações que pertencem à carteira teórica do Ibovespa) e selecionar aquelas com a melhor relação retorno/risco; o ideal é obter uma relação retorno/risco igual ou maior que 2. Na Análise Técnica o método mais utilizado para a determinação do retorno (em relação ao preço de compra) é o preço no nível da próxima resistência, e o risco ou stoploss é definido pelo preço no nível do próximo suporte.

Finalmente é importante diversificar a sua carteira de ativos; uma sugestão é montar uma carteira com cinco ativos não correlacionados, como por exemplo, ações de distintos setores da atividade econômica.

O método apresentado é conceitualmente simples, mas o sucesso na sua implementação vai depender do conhecimento dos fundamentos da Análise Técnica, e também da disciplina e auto-confiança necessárias para seguir o método de forma sistemática, apesar das eventuais perdas, inerentes a qualquer estratégia.

Fonte:

Add comment Setembro 30, 2008

Como escolher suas ações e fazer o melhor investimento

Existem duas técnicas mais conhecidas na avaliação de ações.

Uma delas é a chamada análise fundamentalista, que consiste em avaliar, como o próprio nome sugere, os fundamentos da empresa. Neste modelo de análise busca-se fazer um levantamento detalhado das informações e dados da empresa (análise de balanço, contabilidade, estilo de gestão, entre outras). Analisa-se ainda o setor a qual a empresa pertence, potenciais mercado e todas as informações que possam ser relevantes e que de alguma forma venham a refletir no comportamento do preço das ações. É um dos modelos mais aceitos e difundidos.

Análise gráfica de ações

Análise de ações

A outra é a análise técnica (grafista), que realiza projeções baseada no comportamento passado dos preços da ação, ou seja, seu histórico de desempenho.

É com base nessas duas análises que especialistas tomam suas decisões de investimentos, e que as corretoras se norteiam para indicar a compra ou a venda de alguma ação.

É bom lembrar que a seleção de uma carteira de ações requer uma técnica muito sofisticada, e que são analisadas muitas variáveis que afetam o preço destas ações. Para ter sucesso nessa empreitada, é importante que escolha um parceiro (corretora ou home broker) que atenda suas expectativas como investidor e que ofereça informações constantes sobre seus investimentos.

Mas é bom lembrar que o principal interessado é o investidor, e, portanto, cabe a você se manter sempre bem informado para tomar as melhores decisões.

Antes de comprar uma ação, preste atenção:

Não aplique o dinheiro que pode precisar no curto prazo. Investimentos em ações são recomendados para quem tem objetivos de longo prazo, e são indicados para diversificar seu patrimônio;

Assim, seja rigoroso no planejamento financeiro. É importante que tenha capacidade de cumprir o planejado;

Reavalie sistematicamente seus objetivos. Eles podem mudar ao longo do tempo, e seus investimentos devem sempre acompanhar estas mudanças;

Esteja preparado para momentos de crise do mercado;

Diversifique sempre. Não aplique todos os seus recursos no mercado acionário muito menos em uma única ação.

Fonte: Anbid

Add comment Setembro 30, 2008


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