Com cortes nos juros, banco vê perspectiva positiva para ações da América Latina

Embora esperada, a flexibilização da política monetária nos países latino-americanos tem acontecido mais cedo e mais intensamente do que o estimado por muitos analistas, como é o caso do Bank of America-Merrill Lynch. Ainda esperando uma queda de pelo menos 150 pontos-base nas taxas da região, a instituição vê perspectiva positiva para os mercados acionários no curto e médio prazo.

Os argumentos dos analistas para tal avaliação são dois. Primeiro, o movimento de flexibilização das taxas combate a atividade econômica mais fraca, sendo que o consumo doméstico e os investimentos liderarão a recuperação econômica esperada para 2010, reforçando uma perspectiva de longo prazo positiva.

Em segundo lugar, o banco cita o fluxo de fundos domésticos, já que taxas básicas de juro menores devem se tornar catalisadoras de médio prazo para a alocação de recursos de fundos em ações, a partir de 2010.

Cautela em relação a certos setores
Apesar dessa visão otimista, o Bank of America-Merrill Lynch faz ressalvas quanto a alguns segmentos. “Nós permanecemos cautelosos em relação à perspectiva para os setores ligados a consumo doméstico e para companhias com alta alavancagem financeira na América Latina”, informam os analistas.

Dentre os riscos para as empresas ligadas a consumo doméstico estão o enfraquecimento das finanças do consumidor e da renda disponível, devido à deterioração dos mercados de trabalho, ao aumento do engessamento dos orçamentos familiares e às despesas com juros, refletindo empréstimos tomados para financiar bens, veículos e imóveis.

Já as companhias com alta alavancagem enfrentam a ameaça de um crescimento econômico menor e uma tendência de escolha de empresas com folhas de balanço mais fortes.

Para os analistas, a continuidade de um cenário pessimista para os mercados de crédito impede os consumidores e as empresas de se beneficiarem de termos de financiamento baratos, ofuscando a eficiência de taxas de juro menores.

Política monetária X Mercados
Dia de decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) é dia de ficar atento na direção da política monetária brasileira, com expectativas de início de um ciclo de flexibilização das taxas por aqui. Enquanto a avaliação do Bank of America-Merrill Lynch mostra otimismo com a tendência, o banco publicou uma análise de correlação dos ciclos de corte com a performance dos índices acionários.

“Os mercados acionários apresentaram retornos positivos durante os ciclos de flexibilização monetária recentes na América Latina: no Brasil (2005 – 2007), no Chile (2001-2004) e no México (2005 – 2006). Porém, nos três países, as taxas básicas de juro apresentam baixa correlação com as ações”, informam os analistas.

Dessa forma, a recomendação é de que os investidores utilizem a política monetária mais como um barômetro do que como um indicador de como será a performance futura das bolsas latino-americanas.

Correlação no Brasil
Entre 2005 e 2007, o País passou por uma época em que a expectativa de inflação para 12 meses caiu de 4,9% para 3,8% e a taxa Selic caiu de 19,75% para 11,25% ao ano. Nesse período, as empresas do setor de consumo, materiais básicos e financeiro tiveram performance acima da média, impulsionadas pela queda do juro básico, pelo crescimento econômico e pelo boom dos preços das commodities.

De acordo com essa análise, o Brasil é o país com o coeficiente de correlação mais alto, de -0,34, com poder de explicação de 12%. No país, os setores com coeficiente mais alto são energia & saneamento e telecomunicações, que chegam perto de -0,40, com poder de explicação de 16%. Do lado oposto, materiais básicos e petróleo são os únicos segmentos cujos coeficientes ficam abaixo de -0,30, com poder de explicação de 9%.

Add comment janeiro 22, 2009

Bancos e investidores estrangeiros já ensaiam retorno para a Bolsa

Adriele Marchesini

SÃO PAULO – A queda quase que generalizada do mercado de ações brasileiro em 2008 – situação essa causada, principalmente, pela debandada recorde de investidores estrangeiros, que somou R$ 24,629 bilhões – fez com que instituições financeiras brasileiras reduzissem suas aplicações em renda variável ao menor nível anual da história. Conforme dados divulgados pela BM&F Bovespa, a participação de bancos e outras empresas do segmento nos negócios totais foi de 7,8% pela média. É a primeira vez que o índice encerra um ano abaixo de dois dígitos desde o início da série histórica do levantamento, datado de 1994. No ano anterior, a participação havia ficado em 10,4%. Mas com melhores oportunidades e um certo fôlego verificado nos primeiros dias do ano, a expectativa é que haja uma retomada dessas aplicações, assim como dados apontam para uma tendência de retorno do capital internacional: nos três primeiros dias úteis do ano, o Ibovespa – que mede a variação das principais ações negociadas – já acumula recuperação de 12,68%, depois de cair mais de 40% no ano passado.

“A diminuição do apetite das instituições financeiras por ações se agravou mais da metade do ano em diante, à medida que a situação externa evoluiu negativamente. Elas tiveram de ser mais conservadoras em suas posições”, explicou o economista-chefe do Banco Schahin, Silvio Campos Neto. Os números demonstram essa situação. Em agosto, a participação estava em 9,8% do total. No mês seguinte – período no qual a crise financeira internacional se agravou, após a concordata do Lehman Brothers – a fatia foi reduzida para 7%, caindo para 6% em outubro e atingindo sua mínima, de 5,4%, em novembro. No último mês do passado, a situação mostrou sinais de recuperação, quando a participação aumentou para 6,2%. A tendência é que esse movimento de retomada dos investimentos continue. “Os preços dos Treasuries (títulos do Tesouro norte-americanos) acabaram se sobrevalorizando por conta da forte procura”, continuou Campos, indicando que esse tipo de aplicação perdeu gradativamente sua atratividade – quando mais caro se paga pelo papel, menor é o retorno dos juros que já são extremamente baixos nos Estados Unidos, flutuando entre 0,25% e zero. Além disso, conforme apurou o DCI, os altos lucros dos bancos com operações de títulos e valores mobiliários vistos ano passado tendem a não se repetir em 2009, exatamente por conta da renda fixa, que foi vista ano passado como a aplicação com melhor custo-benefício. O motivo são as perspectivas de queda na taxa básica de juros da economia, a Selic, hoje em 13,75% ao ano. Para se ter uma ideia, dados do Banco Central mostraram que, em 2008, esses ganhos mais que dobraram pela média dos cinco maiores bancos do País.

“Como a Bolsa sempre antecipa os movimentos, as notícias ruins que continuam aparecendo já estão precificadas. Então, as aplicações em ações voltam a se tornar uma alternativa viável”, ponderou Campos, levando em consideração o baixo preço dos ativos. Professor da ESPM e gerente de Projetos Comerciais de um banco com porte considerável, Oswaldo Pelaes Filho adiciona uma variável a essa lógica. “Muitas instituições também deixaram de aplicar em renda variável porque, com a escassez de linhas de linhas interbancárias, precisaram utilizar os recursos para sua atividade-fim, que é a concessão de crédito”, ponderou. “Dessa maneira, com a recuperação das linhas e com ajuda do governo federal, novamente os bancos vão ter um caixa excedente, não tão grande quanto em 2008, e vão voltar a aplicar”, adicionou.

Grandes investidores estão retornando às bolsas

Grandes investidores estão retornando às bolsas

Os dados também mostram que o movimento de debandada dos investidores internacionais – os principais negociadores do mercado, com 35,5% do toal – dá sinais claros de desaceleração. Em outubro, saíram R$ 4,7 bilhões do mercado brasileiro, cifra reduzida para R$ 1,15 bilhão em novembro e, finalmente, para R$ 440 milhões no último mês do ano. “Esses investidores começam a perceber que a rentabilidade da renda fixa cai. Então, para melhorar seus rendimentos, voltam a aplicar em ações”, explicou Keyler Carvalho Rocha, professor do Laboratório de Finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA). “Percebeu-se que o potencial de crescimento das ações brasileiras são muito melhores que de outros países”, continuou. Campos Neto, do Schain, lembrou que desvalorização de aproximadamente 30% do Real frente ao dólar no ano passado reforça o ganho da estratégia de buscar o mercado brasileiro. “Os próprios preços em Real estão menores, o que aumenta a atratividade”, afirmou. “Mas o fato de estarmos passando por um momento positivo não descarta novas oscilações”, finalizou.

Boletim divulgado ontem pela Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid) mostrou que, no acumulado de 2008, a captação de recursos no mercado de renda variável somou R$ 34,882 bilhões, 55% a menos do que os R$ 75,5 bilhões registrados em 2007. A cifra, contudo, ainda é 10% maior do que os R$ 31,3 bilhões verificados em 2006.

Do volume emitido no ano passado, R$ 7,8 bilhões foram oriundos de ofertas primárias de ações (IPO, da sigla em inglês). Nas destinações de recursos feitos por meio dessas operações, destacou-se a aquisição de participação acionária, representando 56,3% do total. Em segundo lugar, veio a necessidade de capital de giro, com 27,8%.

Conforme a BM&F Bovespa, o valor de mercado das 392 empresas brasileiras de capital aberto encerrou o ano em R$ 588,5 bilhões, com um recuo de 55% frente ao R$ 1,293 trilhão contabilizado em janeiro de 2008, quando 402 companhias estavam listadas. Nos primeiros cinco dias de 2009, o volume teve um avanço de 8,8%, para R$ 640 bilhões.

Add comment janeiro 7, 2009

Mercado financeiro vive momento de otimismo com proximidade da posse de Obama

Posse do presidente dos EUA dá tranquilidade ao mercado financeiro

Posse do presidente dos EUA dá tranquilidade ao mercado financeiro

O mercado financeiro internacional tem vivido um otimismo repentino desde as festas de fim de ano, diante da proximidade da posse de Barack Obama e isso tem se refletido no Brasil. É o que apontam analistas do setor, entrevistados hoje (7) pela Agência Brasil.

Do dia 2 ao dia 6 de janeiro, por exemplo, o Ibovespa, índice que reúne as 66 principais ações negociadas no país, teve valorização de 12,6% somando 42.312 pontos. Ontem (6), o governo brasileiro captou US$ 1 bilhão no mercado internacional, que passou os últimos seis meses com escassez de linhas de crédito, e hoje voltou a obter US$ 25 milhões no mercado asiático.

Mas os analistas destacam que, apesar dos investidores darem mostras de que recuperaram a confiança no sistema financeiro desde o final do ano passado, o primeiro semestre de 2009 ainda pode ser marcado pela instabilidade nas bolsas de valores.

No acumulado de 2008, o Ibovespa recuou em 41,2%, com 37.550 pontos, ante uma alta de 43,6% em 2007. A última vez que os negócios encerraram o ano em queda tinha sido em 2002 (17%).

O resultado do ano passado certamente está associado ao pânico que se espalhou mundo afora após os desdobramentos da crise financeira iniciada nos Estados Unidos e que ganhou seu ápice, no último trimestre do no passado.

Dados da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) indicam que o maior giro financeiro, em 2008, ocorreu em 13 de agosto, quando foi alcançado volume de R$ 13,05 bilhões com valorização do índice em 14,66%, também recorde no ano. Já a menor movimentação ocorreu no dia 26 de dezembro último (R$ 1,1 bilhão).

Na análise da economista Alessandra Ribeiro, da Tendências Consultoria, o repentino otimismo dos investidores está relacionado às expectativas em torno da nova gestão do governo norte-americano.

No final de 2008, Obama solicitou um aumento de recursos ao Congresso norte-americano mesmo antes de tomar posse. O novo presidente norte-americano assume no próximo dia 20.

De acordo com a economista, surgiram notícias no últimos dias sobre a possibilidade de que os investimentos norte-americanos possam ultrapassar a R$ 1 trilhão e isso causou empolgação. “Ele [Obama] tem surpreendido o mercado com o anúncio desses investimentos”, acentuou a economista. Na prática, isso significa aumento dos gastos públicos em infra-estrutura (rodovias, ferrovias, saneamento, etc), gerando emprego e renda.

Além disso, o mercado se animou com a decisão de Obama de cortar impostos e, por meio dos incentivos fiscais, colocar um fim à desconfiança do mercado, permitindo maior circulação da moeda e, conseqüentemente, do aumento na oferta de crédito.

“Com a retomada do dinamismo da economia norte-americana, isso puxa as demais economias”, disse ela, lembrando que a intenção de aumentar os gastos públicos não é exclusividade dos norte-americanos, exemplo que vem sendo seguido por outros países da Europa e da Ásia.

Para Alessandra, o Brasil deve se beneficiar com o novo quadro que começa a se desenhar porque, em situação de risco, os investidores migram para a compra de títulos das economias mais desenvolvidas e, se não há mais o temor de antes, a tendência é de um retorno do capital estrangeiro.

Isso explica em parte a valorização do real frente o dólar de 9,2%, no período compreendido entre 29 de dezembro e os primeiros quatro dias de 2009.

Só no dia de ontem (6), o Brasil conseguiu captar um volume de US$ 1 bilhão no mercado internacional com juros de 5,8% e resgate para 10 anos, observou o economista Luis Jurandir Simões, professor da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis Atuariais e Financeiras). “De outubro para cá, houve uma fuga dos investidores para os títulos norte-americanos como forma de proteção”, lembrou ele.

Simões avalia que o potencial brasileiro na movimentação das commodities (soja, minério de ferro e petróleo, dentre outros) já é um sinal das chances de avanço na economia porque seja qual for a crise, o mundo continuará necessitando de alimentos e outros produtos fornecidos pelo Brasil como o aço, por exemplo. O que emperra a aceleração da atividade produtiva, pondera, “é alto peso da carga tributária”.

Ele destacou que aos poucos as empresas estão voltando a obter crédito e que isso evidencia uma melhora da economia. No entanto, adverte que o ritmo “não vai voltar aos patamares que existia antes da crise”.

Luis Jurandir também não acredita que será repetida a euforia dos investidores no mercado de ações e que levou à pontuação máxima do Ibovespa a 73.616, em 20 de maio do ano passado.

Add comment janeiro 7, 2009

Juros baixos nos EUA faz Bovespa beliscar 40 mil pontos

EUA baixam juros para recuperar economia

EUA baixam juros para recuperar economia

Os Estados Unidos fizeram hoje, um corte acentuado nos jutos para tentar reanimar a economia abalada pela crise e, com isso, reacendeu as esperanças do mercado, fazendo com que a Bolsa de Valores de São Paulo atingisse o maior patamar em seis semanas. O Federal Reserve decidiu cortar o juro norte-americano de 1% para uma faixa entre zero e 0,25% ao ano, uma redução maior do que a esperada pelo mercado

O Ibovespa subiu 4,37%, para 39.993 pontos, ainda sem refletir totalmente a reação de Wall Street, onde os índices continuaram subindo após o fim do pregão na bolsa paulista.

O mercado já vinha aguardando uma medida forte, mas niniguém pensava que a taxa básica do país atingiria o menor nível da história, como ocorreu hoje.

Pela manhã, o governo havia divulgado que o índice de preços ao consumidor teve queda recorde pelo segundo mês consecutivo e que a taxa de construção de novas moradias sofreu baixa recorde em novembro – alimentando os temores de que o país esteja entrando num ciclo de deflação.

Com os juros tão baixos e com a expectativa de novas medidas do governo para levantar a economia – um possível pacote de estímulo econômico de cerca de 600 bilhões de dólares para janeiro – os preços de commodities também subiram, levantando as ações mais importantes do Ibovespa.

Petrobras avançou 3,9%, a R$ 23,80s e a Vale ganhou 4,9%, valendo R$ 25,93. Papéis do setor de siderurgia, o de melhor desempenho do dia, reforçaram o movimento, sob liderança de Usiminas, com expansão de 6,3%, para R$ 28,48.

Add comment dezembro 17, 2008

Análise fundamentalista ou gráfica para investir em ações?

Análise gráfica de ações

Análise de ações

O cenário econômico já não parece tão apavorante. As medidas econômicas nos Estados Unidos e no resto do mundo parece surtir efeito e as bolsas de valores operam em melhor situação do que há algumas semanas atrás.

Bom, se ações continuam sendo um bom investimento, principalmente se for a longo prazo, é importante acompanhar o dia a dia das bolsas e a situação das ações e das empresas.

Tambémé muito importante compreender o mercado.Para investir em ações é preciso escolher bem os ativos e compor uma carteira de investimentos. Existem duas formas para compreender melhor tudo isso, dois tipos de análises: a análise fundamentalista e a análise gráfica.

A análise fundamentalista considera os fundamentos de uma empresa, baseados na interpretação de dados e indicadores disponibilizados e considerados como verdadeiros. Essas interpretações são controversas e dificilmente conseguem prever o comportamento dos preços dos ativos.

A análise gráfica, por sua vez, considera que todos os fatores necessários estão representados nos gráficos à medida que estes traduzam o comportamento do mercado e avaliem, a partir daí, a participação desses investidores que influenciam na formação dos preços.

Para saber mais sobre análise gráfica e fundamentalista de ações e também como aprender a investir bem no mercado de ações, clique aqui.

Add comment dezembro 17, 2008

Apesar de tudo, aumentam os investidores

Mais investidores estão cada vez mais atentos

Mais investidores estão cada vez mais atentos

Mesmo no momento atual que é de grande volatilidade para a renda variável, o mercado de ações continua atraindo investidores. O mais interessante é que são pessoas físicas.

De acordo com o último balanço divulgado pela BM&F Bovespa, o número de investidores de varejo saltou de 456.557, em todo ano de 2007, para 548.706 no acumulado de 2008. De outubro para novembro deste ano, a Bolsa de Valores de São Paulo ganhou 6.564 novos investidores.

Isso acontece porque o brasileiro está aprendendo cada vez mais sobre o mercado de ações e aprendendo a aplicar também, está atento às notícias e se preparando cada vez mais com livros e cursos.

O novo investidores já se conscientizou dos riscos e também que ações são investimentos de longo prazo indicadas para formação de patrimônio e não para ganho fácil no curto prazo.

É certo que no início as pessoas começam a investir em ações apenas porque vêem exemplos de outras pessoas que ganharam algum dinheiro e por isso pssam a dar atenção maior.

Para especialistas, os programas de popularização da Bolsa são bastante democráticos, em razão dos diferentes perfis de pessoas que buscam informações sobre o mercado de capitais. Um dos exemplos é o Bovespa vai até você, que leva a Bolsa de Valores até os cidadãos.

Add comment dezembro 11, 2008

Quem está na Bolsa hoje?

Qual o perfil do investidor hoje em dia?

Qual o perfil do investidor hoje em dia?

De acordo com os analistas consultados por VEJA.com, o perfil das pessoas que compram ações na Bolsa de Valores varia entre o investidor nato e a pessoa que entra no mercado financeiro porque é levado a isso por conhecidos.

“Aquele cara que ouve os amigos dizerem que estão investindo e ganhando dinheiro geralmente compra ações e se arrepende, pois ele não sabe pensar a longo prazo”, afirma o professor William Eid, da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O professor Alexandre Chaia, da ESPM, concorda, e afirma que, na atual crise, o investidor “inexperiente” não está mais comprando ações.

“Hoje, para investir, a pessoa não pode ter um pensamento conservador e nem pensar no risco de perda”, explica Chaia. Para Orlando Zainaghi Jr., da corretora do Banco Santander, quem mais investe na Bolsa é a pessoa que entende do mercado de ações e pensa no giro curto.

“Ele tenta aproveitar o máximo a volatilidade, operando mais em curto prazo. Este investidor analisa as compras de uma semana, compra e vende. É obvio que ele assume um grande risco de perder”, afirma Zainaghi.

Por André Pontes

Fonte: Veja

Add comment dezembro 11, 2008

Esta é a hora de saber mais sobre ações

O ano deverá fechar em queda (pela primeira vez desde 2002). Mas se para alguma coisa – além dos lucros – serviram os cinco anos seguidos de ganhos e a euforia no mercado acionário foi para abrir a caixa preta do mercado financeiro aos cidadãos comuns. O pessoal investiu e ganhou, Agora, em busca de mais informação e menos ilusão, cerca de cinco mil pessoas estiveram presentes nos na 5ª edição da ExpoMoney , um evento de educação financeira realizado nos últimos dias 25 e 26 na cidade do Rio de Janeiro.

- Quem entrou na alta, a queda de agora é muito boa do ponto de vista educativo. No futuro, terão mais chances de sobreviver, porque saíram da ilusão de que a bolsa só sobe, comenta o profissional liberal Marcelo Caracoci. “Acho que deveria haver mais eventos educacionais deste tipo e mais divulgação. Neste momento específico, gostaria de aprender como perder menos com investimentos em renda variável”, acrescenta Marcelo que se diz em busca de maelhores informações sobre investimentos.

Add comment dezembro 3, 2008

Mercado financeiro brinca de montanha-russa na semana

As notícias negativas da segunda-feira sobre a recessão confirmada nos Estados Unidos fez com que as bolsas da Ásia fechassem em queda na terça-feira. O índice Nikkei 225 da Bolsa de Tóquio, por exemplo, sofreu baixa 6,35%. Asar da Ásia que o dia lá começa antes.

Todo cuidado é pouco

Todo cuidado é pouco

Na (mesma) terça-feira, as bolsas de Nova York fecharam com altas em seus principais indicadores, que recuperaram parte das perdas sofridas na segunda-feira.

O Dow Jones Industrial, principal índicede Wall Street, subiu 270 pontos (3,31%), para 8.419,09 pontos. Já o indicador da bolsa eletrônica, a Nasdaq, avançou 51,73 pontos (3,7%), para 1.449,8, enquanto o seletivo S&P 500, que mede o rendimento de 500 empresas, subiu 32,6 pontos (3,99%), para 848,81.

Os analistas já previam que o pregão nova-iorquino viveria um dia de alta, depois da queda com que inaugurou dezembro deste desastroso ano para os mercados financeiros. Na segunda-feira, o Dow Jones havia caído 7,7%, o que representou a segunda maior queda percentual do ano.

No Brasil, o mercado financeiro teve um dia “morno” nesta terça. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) perdeu ímpeto perto da conclusão das operações e encerrou o pregão com alta moderada, seguindo o bom humor dos mercados em Nova York. O giro fraco de negócios foi inflado por dois leilões para compra de ações de minoritários. O câmbio teve um dia de forte alta e voltou à casa dos R$ 2,40.

O termômetro da Bolsa, o Ibovespa, valorizou 0,75% e atingiu os 35.000 pontos. O giro financeiro foi de R$ 6,64 bilhões. Nesta terça-feira foram realizados os leilões para compra de ações, de posse dos acionistas minoritários, da Petroquímica União e da Anglo Brazil, o que inflou o volume financeiro desta terça.

A agenda de indicadores esteve fraca novamente e os investidores ficaram atentos ao setor automobilístico norte-americano que passa por grave crise e está em busca de ajuda bilionária do Congresso dos Estados Unidos.

Porém chegou a quarta-feira e os mercados parecem tremer de novo.

A agenda do dia é expressiva em termos de divulgações econômicas nos Estados Unidos, o que imprime uma dose extra de cautela aos negócios. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu em baixa hoje de mais de 1%, pressionada pelo desempenho negativo dos mercados internacionais e do enfraquecimento contínuo das matérias-primas (commodities).

Uma definição mais clara do mercado hoje está condicionada aos dados que serão divulgados ainda hoje nos EUA, especialmente a pesquisa ADP/Macroeconomic Advisors sobre o número de postos de trabalho criados ou perdidos no setor privado no mês passado.

Add comment dezembro 3, 2008

14 corretoras indicam as melhores ações para tempos de crise

Fonte: Portal Exame

investir-acoesApós a crise financeira nos Estados Unidos ter se tornado muito maior que o imaginado e se espalhado principalmente na Europa, as principais corretoras brasileiras aumentaram suas apostas em ações conservadoras. As carteiras de ações indicadas para outubro foram direcionadas principalmente para empresas que apresentam boa geração de caixa, pagam altos dividendos e têm sua receita voltada para o mercado interno.

Assim, as elétricas se transformaram em xodó dos analistas e conquistaram espaço em quase todas as carteiras sugeridas para outubro (veja na tabela abaixo). Conhecidas como boas pagadoras de dividendos, as companhias do setor contam com uma base segura de clientes e devem ter seus lucros impulsionados pela alta da inflação, já que suas tarifas são reajustadas pelos índices de preços.

Em contrapartida, as ações de empresas que são muito dependentes de empréstimos para crescer entraram na lista negra das corretoras. Com a redução no volume de crédito disponível no mercado, as companhias terão mais dificuldade para financiar seus projetos, além de ter de pagar mais caro pelo dinheiro. Tenda e Company, que foram vendidas às pressas para Gafisa e Brascan, respectivamente, mostraram o quão delicada é a situação. Os papéis do setor foram banidos das recomendações das corretoras.

Mas não são apenas as construtoras que preocupam. Há menos de uma semana, a Sadia surpreendeu o mercado ao anunciar perdas de 760 milhões de reais – valor equivalente a um ano de trabalho – no mercado futuro de câmbio. O prejuízo fez com que HSBC e Intra retirassem as ações da empresa de suas carteiras sugeridas. A Aracruz também informou que com o câmbio, o que levou investidores e analistas a se questionarem quantas outras empresas podem estar na mesma situação. “Contatamos todas as empresas do nosso universo de cobertura. Todas nos informaram que realizam operações de hedge (proteção) que visam apenas suas operações. A conferir. Fique de olho também nos guidances (metas estabelecidas pelas próprias empresas). Lembro que, no atual ambiente financeiro, redução de crescimento e investimento não devem ser notícia ruim”, diz a analista Lika Takahashi, da Fator, em seu relatório.

Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, no Brasil, o setor financeiro vai bem, mas sofre os refletos da crise. As instituições não operam com hipotecas de alto risco (subprime) e, segundo analistas, apresentam sólidos fundamentos. No entanto, o descontrole no exterior deve continuar inibindo a procura pelos papéis do setor. Além disso, o aumento nos custos de captação devem representar uma redução nas margens de lucros. No longo prazo, entretanto, os analistas apostam no potencial do setor em oferecer altos retornos aos investidores. “Apesar da nossa visão cautelosa para o setor no curto prazo, acreditamos que  Bradesco e Redecard devem ser capazes de superar (o mau momento) devido aos seus sólidos fundamentos”, destaca o Unibanco.

Outras dez instituições também incluem as ações de Bradesco e Redecard entre as melhores do setor e, com exceção da XP Investimentos, todas as demais recomendam aos investidores aplicar em ao menos uma empresa do setor.

Já o segmento de siderurgia diverge os analistas. Enquanto o HSBC, estima que as empresas serão beneficiadas no curto prazo pela forte demanda por aço no mercado nacional, a Fator classifica o setor como um dos mais vulneráveis à crise, devido às poucas chances de recuperação dos preços das commodities nos próximos meses. Neste mês, cinco corretoras retiraram ações das empresas do setor de seu portfólio, sendo que as da CSN foram excluídas de quatro das 14 carteiras.

Mesmo diante de tantas dúvidas quanto ao futuro do mercado acionário, os especialistas ainda recomendam os investimentos em ações para quem tem objetivos de longo prazo. “Se você é um investidor que não está preocupado em acertar o momento do mercado, mas sim o valor do negócio, este pode ser um bom momento de ir às compras de bons ativos. Isso não quer dizer que as bolsas não cairão mais, pois esta crise tem se provado mais devastadora que o imaginado e a volatilidade continuará elevada, mas que o retorno de seu investimento poderá ser alto no longo prazo”, diz Lika.

Veja abaixo as ações recomendadas por 14 corretoras.

Ativa
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$) (1) Potencial de alta (%)
Weg WEGE3 Não informado 14,19 -
Lojas Americanas LAME4 Não informado 8,35 -
Transmissão Paulista TRPL4 Não informado 49,79 -
AES Tietê GETI4 Não informado 15,40 -
Bradesco BBDC4 Não informado 30,94 -
Banco do Brasil BBAS3 Não informado 22,75 -
Bradespar BRAP4 Não informado 26,70 -
Vale do Rio Doce VALE5 Não informado 32,71 -
Petrobras PETR4 Não informado 35,10 -
Usiminas USIM5 Não informado 40,51 -
Tegma TGMA3 Não informado 10,18 -
Alterações
Entra: AES Tietê
Saem: CSN, Cesp
Alpes
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Petrobras PETR4 46,80 35,10 33,33
Bradespar BRAP4 42,50 26,70 59,18
Bradesco BBDC4 38,00 30,94 22,82
Itaúsa ITSA4 12,00 9,52 26,05
Usiminas USIM5 75,00 40,51 85,14
Alterações
Não houve
Corretora Geral
Empresa Ação Preço-alvo (R$) (2) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Petrobras PETR4 60,00 35,10 70,94
Vale do Rio Doce VALE5 58,00 32,71 77,32
Bradesco BBDC4 54,00 30,94 74,53
Gerdau Metalúrgica GOAU4 70,00 29,70 135,69
CPFL Energia CPFE3 48,00 35,50 35,21
Tractebel TBLE3 30,00 20,70 44,93
Usiminas USIM5 90,00 40,51 122,17
Souza Cruz CRUZ3 61,00 45,49 34,10
Itaúsa ITSA4 15,57 9,52 63,55
Alterações
Entra: Tractebel
Saem: VCP, Lojas Renner
Fator
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Petrobras PETR4 50,00 35,10 42,45
Vale do Rio Doce VALE5 Em revisão 32,71 -
Eletrobrás ELET3 40,00 28,30 41,34
Telesp TLPP4 73,16 44,69 63,71
Redecard RDCD3 35,47 24,88 42,56
Ambev AMBV4 192,91 105,00 83,72
Itaúsa ITSA4 Em revisão 9,52 -
B2W BTOW3 122,62 45,94 166,91
ALL ALLL11 33,00 13,00 153,85
Weg WEGW3 25,78 14,19 81,68
Net NETC4 26,40 16,23 62,66
Ultrapar UGPA4 90,00 50,49 78,25
Telemar TNLP3 84,97 39,00 117,87
Banco do Brasil BBAS3 Em revisão 22,75 -
Alterações
Entram: Redecard, Eletrobrás (ELET3)
Saem: CCR Rodovias, Eletrobrás (ELET6)
HSBC
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
ALL ALLL11 Não informado 13,00 -
Vale do Rio Doce VALE5 Não informado 32,71 -
Energias do Brasil ENBR3 Não informado 23,82 -
AES Tietê GETI4 Não informado 15,40 -
Usiminas USIM5 Não informado 40,51 -
Petrobras PETR4 Não informado 35,10 -
Perdigão PRGA3 Não informado 36,40 -
Itaú ITAU4 Não informado 31,90 -
Alterações
Entram: Perdigão, AES Tietê
Sai: Sadia
Intra
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Souza Cruz CRUZ3 Não informado 45,49 -
Itaúsa ITSA4 Não informado 9,52 -
Petrobras PETR4 Não informado 35,10 -
Vale do Rio Doce VALE5 Não informado 32,71 -
Eletrobrás ELET6 Não informado 24,05 -
Bradesco BBDC4 Não informado 30,94 -
Gerdau GGBR4 Não informado 21,21 -
Natura NATU3 Não informado 18,50 -
Confab CNFB4 Não informado 5,29 -
Nossa Caixa BNCA3 Não informado 39,90 -
Randon RAPT4 Não informado 10,76 -
Transmissão Paulista TRPL4 Não informado 49,79 -
Alterações
Entram: Eletrobrás, Natura, Nossa Caixa
Saem: Sadia, CSN, Copel
Link
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Ambev AMBV4 175,00 105,00 66,67
AES Tietê GETI4 21,25 15,40 37,99
Bradesco BBDC4 47,00 30,94 51,91
CCR Rodovias CCRO3 42,00 25,00 68,00
Cemig CMIG4 50,00 37,60 32,98
CPFL Energia CPFE3 46,00 35,50 29,58
Itaúsa ITSA4 16,50 9,52 73,32
Transmissão Paulista TRPL4 61,00 49,79 22,51
Vale do Rio Doce VALE5 74,00 32,71 126,23
Alterações
Entram: Ambev, Bradesco, Transmissão Paulista
Saem: ALL, B2W, CSN, M. Dias Branco, Lopes, Aracruz, Totvs
Planner
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Bradesco BBDC4 55,00 30,94 77,76
Vale do Rio Doce VALE5 68,27 32,71 108,71
CSN CSNA3 75,50 40,75 85,28
Cemig CMIG4 45,48 37,60 20,96
Petrobras PETR4 48,60 35,10 38,46
Brasil Telecom BRTO4 24,77 15,74 57,37
CPFL Energia CPFE3 51,00 35,50 43,66
Redecard RDCD3 45,50 24,88 82,88
Transmissão Paulista TRPL4 54,00 49,79 8,46
Perdigão PRGA3 65,53 36,40 80,03
Alterações
Entra: Cemig
Sai: Gerdau
Prosper
Empresa Ação Preço-alvo (R$) (3) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Itaú ITAU4 52,00 31,90 63,01
Petrobras PETR4 61,00 35,10 73,79
Gerdau GGBR3 36,50 18,15 101,10
Confab CNFB4 8,60 5,29 62,57
Cesp CESP6 42,00 16,50 154,55
Alterações
Não houve
SLW
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Vale do Rio Doce VALE5 75,70 32,71 131,43
Bradesco BBDC4 54,00 30,94 74,53
Banco do Brasil BBAS3 31,00 22,75 36,26
Eletrobrás ELET3 47,56 28,30 68,06
Cemig CMIG4 48,00 37,60 27,66
Pão de Açúcar PCAR4 40,00 33,00 21,21
Lojas Renner LREN3 Em revisão 23,50 -
Perdigão PRGA3 59,00 36,40 62,09
Usiminas USIM5 102,74 40,51 153,62
Gerdau GGBR4 59,00 21,21 178,17
Petrobras PETR4 60,00 35,10 70,94
Confab CNFB4 7,80 5,29 47,45
Randon RAPT4 23,00 10,76 113,75
Coelce COCE5 32,00 18,50 72,97
Copasa CSMG3 35,00 20,00 75,00
Alterações
Entram: Banco do Brasil, Perdigão
Saem: CSN, Unibanco, Embraer, Brasil Telecom, Embraer, Localiza
Souza Barros
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Randon RAPT4 23,50 10,76 118,40
Cremer CREM3 21,20 10,20 107,84
Transmissão Paulista TRPL4 60,00 49,79 20,51
GVT GVTT3 48,50 28,79 68,46
Petrobras PETR4 54,50 35,10 55,27
Vale do Rio Doce VALE5 67,90 32,71 107,58
CCR Rodovias CCRO3 39,70 25,00 58,80
Gerdau GGBR4 45,90 21,21 116,41
Bradesco BBDC4 54,00 30,94 74,53
Alterações
Entram: Transmissão Paulista
Saem: BR Malls, Drogasil
Spinelli
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Bradesco BBDC4 50,00 30,94 61,60
Banco do Brasil BBAS3 40,00 22,75 75,82
Itaú ITAU4 47,00 31,90 47,34
Eletrobrás ELET3 44,00 28,30 55,48
VCP VCPA4 45,00 28,80 56,25
Petrobras PETR4 60,00 35,10 70,94
Vale do Rio Doce VALE5 60,00 32,71 83,43
CSN CSNA3 80,00 40,75 96,32
Usiminas USIM5 70,00 40,51 72,80
Gerdau Metalúrgica GOAU4 55,00 29,70 85,19
Alterações
Não houve
Unibanco
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Bradesco BBDC4 48,39 30,94 56,40
Redecard RDCD3 42,70 24,88 71,62
Marfirg (5) MRFG3 30,00 17,59 70,55
Pão de Açúcar (5) PCAR4 54,50 33,00 65,15
Ultrapar UGPA4 92,00 50,49 82,21
Petrobras PETR4 52,50 35,10 49,57
CSN CSNA3 89,00 40,75 118,40
Bradespar BRAP4 Em revisão 26,70 -
Suzano Papel SUZB5 68,00 16,25 318,46
Net (5) NETC4 38,00 16,23 134,13
Copel CPLE6 44,00 26,40 66,67
Tractebel TBLE3 34,10 20,70 64,73
Weg (5) WEGW3 26,50 14,19 86,75
Estácio (5) ESTC3 31,10 14,30 117,48
Alterações
Entram: Redecard, Tractebel, Weg, Suzano, Estácio
Saem: Eletropaulo, VCP, Confab, PDG Realt, Duratex, Dasa
XP Investimentos
Empresa Ação Preço-alvo (R$) (4) Preço atual (R$)(1) Potencial de alta (%)
Gerdau Metalúrgica GOAU4 53,00 29,70 78,45
Vale do Rio Doce VALE5 68,00 32,71 107,89
Ultrapar UGPA4 80,00 50,49 58,45
Randon RAPT4 20,00 10,76 85,87
Lojas Renner LREN3 40,60 23,50 72,77
Alterações
Não houve
(1) Cotação de fechamento de 30 de setembro
(2) Preço-alvo para 12 meses
(3) Preço-alvo para junho de 2009
(4) Preço-alvo para julho de 2009
(5) Preço-alvo para dezembro de 2009
Fontes: corretoras

Add comment novembro 28, 2008

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